05
jan12
Cinema catarinense de graça
A primeira quinzena de janeiro no novo Cinema do CIC – Centro Integrado de Cultura de SC – é dedicado ao cinema catarinense. Entrada gratuita. Confira a programação. Se você ainda não viu Espírito de Porco, vai passar neste domingo.
Cinema do CIC
Programação Especial Primeira Quinzena de Janeiro 2012
– Dedicada ao Cinema Catarinense – Entrada Gratuita
Dia 06/01 – Sexta-Feira :
20:30h – Fritz – de José Alfredo Abrão
Ficção, 22min, 2010
A vida do naturalista Fritz Muller (1822-1897). O filme relembra os últimos momentos de sua vida, suas pesquisas, a colaboração e a correspondência com Charles Darwin, a vida com a esposa e as filhas na colônia de Blumenau, o contato com os índios e as impressões sobre a exuberante natureza tropical.
21:00h – Seo Chico, Um Retrato – de José Rafael Mamigonian
Documentário, 95min, 2004
A história do lavrador Francisco Thomaz dos Santos, o conhecido Seo Chico que morou por seus 64 anos no sul da Ilha de Santa Catarina. O filme revela a rotina do protagonista, um dos últimos a viver num engenho e produzir a cachaça artesanal, atividade tradicional da Ilha de Santa Catarina e Litoral do Estado, colonizado por imigrantes açorianos. Em 1996, foi assassinato em circunstâncias misteriosas.
Dia 07/01 – Sábado:
20:30h – Desilusão – de Bob Barbosa e Marco Stroisch
Ficção, 23min, 2008
Entrelaça as expectativas do menino Maninho, que quer montar um boi-de-mamão e da jovem Maria da Graça, que alimenta o sonho de ser rainha da bateria. No pequeno espaço da comunidade onde moram, suas vidas seguem, caminhos paralelos que podem se cruzar a qualquer momento.
21:00h – Aos Espanhóis Confinantes – de Angelo Sganzerla
Ficção, 85min, 2008
Em tom de documentário, o filme narra a viagem épica ao Oeste do Estado realizada em 1929 pelo governador Adolpho Konder. No lombo de burros e cavalos, de carroça, automóvel, lancha e trem, um grupo de 30 homens, formado por historiadores, chefe de polícia, agrimensores, consultor jurídico, e deputados, percorreu 3 mil quilômetros. O objetivo da empreitada era tomar posse do território catarinense, em litígio com a Argentina e combater o banditismo reinante na região.
Dia 08/01 – Domingo:
20:00h – Black Out, A Comédia do Sinistro – de Marco Stroisch
Ficção,22min, 2008
Blackouts gira em torno do apagão ocorrido no final de 2003, que deixou a ilha às escuras por quase 60 horas. A história traz recortes bem-humorados da influência do evento no cotidiano dos moradores da ilha. Um deles trata de uma discussão de relacionamentos de um casal no elevador.
20:30h – Espírito de Porco – de Dauro Veras e Chico Faganello
Documentário, 52min, 2009
O Espírito de Porco defende os suínos narrando a sua trajetória, desde o nascimento até quando a sua carne vai para a mesa. Ele discute a alimentação e a poluição; apresenta os humanos com quem convive e os problemas do seu cotidiano; defende o seu valor e busca semelhanças com as pessoas.
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Dia 13/01 – Sexta-Feira :
20:30h – L’amar – de Sandra Alves.
Ficção,19min, 2003
Duas amigas, durante um fenômeno conhecido como “Calmaria 88”, ficam à deriva em alto mar numa prancha de windsurf. Esta situação inesperada, onde o desespero de ambas ecoa mudo na imensidão do oceano, as aproxima de forma física e emocional. Seus corpos numa situação limite se somam, como numa poesia cruel, ao mar apático e ao sol torturante.
21:00h – Doce de Coco – de Penna Filho
Drama, 104min, 2009
Narra a história de Madalena, uma sacoleira, e seu marido Santinho, artesão sacro, num momento em que a crise econômica do país também abala as finanças da família. Para sair da situação difícil em que se encontra, o casal apela para as apostas na loteria, até que a mulher tem um sonho fantástico: a existência de um tesouro enterrado no cemitério da pequena cidade em que vive, a imaginária Fartura. O problema é desenterrar o tesouro, quando o casal vive situações embaraçosas e muito hilariantes.
Dia 14/01 – Sábado:
20:30h – Cerveja Falada – de Demétrio Panaroto, Luiz Henrique Cudo e Guto Lima.
Documentário, 15min, 2010
Rupprecht Loeffler foi um senhor de 93 anos de idade. Sua profissão? Mestre cervejeiro. Ele e sua cervejaria, a “Canoinhense”, que está em atividade desde 1915, são os personagens deste documentário. Uma viagem no tempo.
21:00h – Muamba – de Chico Faganello
Ficção,78min, 2010
Lian é um jovem de uma fronteira sul americana em conflito com o pai, um contrabandista disfarçado de criador de insetos. Com uma câmera que grava o que nem todos conseguem ver, Lian viaja em busca da liberdade e de um carro ganho em um concurso de TV, e encontra um mundo desconhecido.
Dia 15/01 – Domingo:
20:00h – Nem o Céu, nem a Terra – de Isabela Hoffmann
Ficção,25min, 2005
Explora os conceitos extremos da ilusão e da realidade vividos por crianças inseridas no contexto da violência urbana.
20:30h – Celibato no Campo – de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt
Documentário,52min, 2010
A intensa migração de filhos de agricultores, sobretudo de jovens mulheres, que saem para estudar e dificilmente retornam às propriedades rurais faz surgir um novo fenômeno social: o celibato masculino no campo.
02
jan12
03
nov11
Ó o Doc Aí de novo
Recebi da Ilka Goldschmidt e compartilho.
A Cinemateca tem o prazer de anunciar, em Florianópolis, a terceira edição da Mostra Nacional de Documentários de Chapecó Ó o Doc Aí.
A mostra, que acontece entre os dias 8 e 12 de novembro em Chapecó, é um evento anual e gratuito que visa estimular a participação da população em geral e tornar o gênero acessível. É promovida pela Cinelo – Associação de Cinema e Vídeo de Chapecó e Região.
A Pré Mostra Ó o Doc Aí, composta por três dos documentários exibidos na edição anterior (2010), será exibida pela Cinemateca Catarinense em seus dois cineclubes – no Pitangueira dia 1/11 e no Ieda Beck nos dias 03/11 e 04/11, sempre às 20h, em Florianópolis.
A Mostra acontece com o apoio da Travessa Cultural e Casa das Máquinas.
23
out11
Qual queijo você quer?
Qual queijo você quer?, dirigido pela querida Cíntia Domit Bittar, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival do Rio. Esse filme é o primeiro dos muitos sucessos que certamente virão da talentosa equipe da Novelo Filmes, que completa um ano de existência. A história aborda com humor a crise conjugal de um casal de idosos. Pelos festivais onde é exibido, Qual queijo você quer? tem arrancado aplausos de crítica e público. Tou me mordendo de curiosidade pra ver. Clique na imagem ao lado pra ampliar o cartaz-release.
18
ago11
Percurso: retratos de Julio Piroh
Pra quem estiver no Rio esses dias e quiser conferir boa arte: meu amigo Julio, casado com a prima Silvânia, expõe uma série de pinturas a partir de amanhã na sede Academia Brasileira de Letras. Compartilho o release.
Exposição “Percurso – Retratos de Julio Piroh” será lançada na Galeria Manoel Bandeira da Academia Brasileira de Letras
Com entrada gratuita, o público poderá conferir 23 obras do artista cubano
O pintor e escultor cubano Julio Piroh abre sua exposição “Percurso – Retratos de Julio Piroh”, sexta-feira, dia 19 de agosto, na Galeria Manoel Bandeira da Academia Brasileira de Letras. Entre os 23 trabalhos expostos será possível conferir retratos de anônimos, de figuras públicas – como o jornalista Ricardo Boechat e o atual presidente da ABL, Marcos Vilaça -, além de uma série de autorretratos.
Piroh mostra desde a pura imagem como exercício pictórico até o passar do tempo pelo rosto e a alma do retratado. O próprio título da exposição confirma a intenção do artista de dividir suas andanças, utilizando principalmente o realismo e remetendo a alguns traços do expressionismo.
As técnicas utilizadas pelo pintor variam de acordo com o propósito de cada obra: guache, óleo e pastel, entre outros. Nos quadros mais recentes, sejam naturais ou baseados em documentos fotográficos, como ajuda à memória visual dos detalhes, ele começa o trabalho com a construção de um desenho muito apurado, para, depois, iniciar a pintura.
Em 1968, quando dava os primeiros passos nas tentativas de retratos, realizou suas primeiras obras desse gênero pictórico; que foram uma imagem de sua mãe, numa tela pequena, e um retrato feito em aquarela de José Feliciano, cantor e violonista porto-riquenho. Ambos baseados em fotos.
Há 13 anos no Brasil, Piroh atualmente dedica-se à pintura com óleo e à escultura em diversas matérias, desde o mármore direto, o aço, o ferro e os modelados de argila e cera, esses últimos atualmente em processo para fundição de bronze.
Algumas das conquistas de sua carreira que podem ser destacadas são o prêmio para criação e confecção dos Murais do Hospital Júlio Dias, situado em Cuba, e as coleções públicas no Kanagawa Prefeitural Gallery (Japão); Museu da Estampa (México); Sociedade de Amizade Cubano Sueca (Suécia); Gabinete de Estampas do Museu Nacional de Cuba; Houston Art Museum (USA).
Mais informações sobre Julio Piroh – e suas obras – no site atelierjuliopiroh.com.br
Exposição “Percurso – Retratos de Julio Piroh”
19 de agosto a 16 de setembro
Entrada gratuita
Galeria Manoel Bandeira da Academia Brasileira de Letras
Endereço: Av. Presidente Wilson, 203, Castelo
Telefone: (21) 3974-2548
Lotação: 100 visitantes
Funcionamento: De segunda a sexta, das 10h às 18h
http://www.academia.org.br
12
ago11
Personagens
Recebi da Sofia Mafalda. Vale conferir.
Cinemateca Catarinense, Fundação Franklin Cascaes, Pref. Municipal
de Florianópolis, Funcine e Travessa Cultural apresentam:
Cineclube Ieda Beck
Quarta, 17 de agosto de 2011, 20h – ENTRADA FRANCA
Cinemateca Catarinense – Travessa Ratclif, 56
Documentários
No último dia 7 de agosto, o audiovisual brasileiro celebrou essa arte do cinema universal, o Dia do Documentário. A data é uma iniciativa da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas, a ABDeC, que escolheu o dia para destacar a importância do gênero, fortalecê-lo na sociedade e estimular a visibilidade das produções do setor.
Em 7 de agosto nasceu Olney São Paulo, documentarista eleito pelas 27 ABDs do Brasil por importantes contribuições ao segmento. E as ABDs de cada estado organizaram eventos para o dia não passar em branco.
Nós como apreciadores deste gênero não poderíamos deixar de fora o merecido tributo. Com todo o respeito que o gênero merece, a curadoria do Ieda Beck – agora mais rica com dois novos membros, Gabriela Bressola e Tiaraju Verdi – fez uma seleção pra lá de documental. Misturando os novos talentos com os mais experientes, preparamos duas sessões com olhares daqui e do Brasil afora, para mostrar a arte de abordar a realidade com criatividade.
Nos dias 17 e 31 de agosto, ás 20h, o cineclube Ieda Beck projetará realidades, fatos e versões, levando o espectador a desvendar histórias comuns ao seu olhar. Nas sessões, a presença de realizadores, para aquele bate papo informal.
No dia 17 de agosto: Sessão Personagens. Quarta-feira.: 20h
“Banho Santo”, direção Ademir Damasco (Doc/SC/9’/2010)
Francisco Alexandrino Daniel, Seu Chico (84 anos), figura fantástica que habita o interior da Ilha, Campeche. Costuma banhar-se e colher Marcela para fazer chá na sexta-feira santa antes do nascer do sol pois acredita que assim terá proteção necessária para se livrar dos males da vida.
“O Joaquim”, direção de Marcia Paraíso (Doc /SC/ 26’/2008)
Vila do Veiga, zona rural do Distrito de Dom Maurício, Quixadá, sertão do Ceará. Encravado entre morros vive Joaquim Roseno, 68anos, seus filhos e netos. Vivendo basicamente de sua lavoura de subsistência, ele faz o que faziam seus pais, seus avós e bisavós- trabalha na roça, cria galinhas, toma Catuaba, canta um farto repertório de músicas, e é mestre/puxador de um grupo de Dança de São Gonçalo, ainda dançada como em sua origem – encomendada por fiéis como pagamento de promessas feitas ao santo.
“Fritz”, direção José Alfredo Abraão (SC/22’/2011)
Um curta que interpreta os últimos momentos da vida do naturalista teuto-brasileiro Fritz Müller. Esse personagem, um dos mais significativos da nossa história, emigrou da Alemanha em 1852 com mulher e filha, para viver na recém-criada colônia de Blumenau, às margens do rio Itajaí, na província de Santa Catarina. Música de Naná Vasconcelos.
“A História de Delinho”, direção Flavio Chiarini Pereira (Doc/15’/SC/)
Pobre e sem instrução, Delinho virou figura folclórica em Estiva, entretendo os moradores com suas piadas e fala enrolada, muitas vezes sob o efeito do álcool.
“O Velho da Bengala”, direção Rodrigo Amboni e Yannet Briggler. (Doc/2006/8’/SC)
A personalidade agressiva, solitária e contraditória, sua extraordinária casa feita a “barro e pedra” e as histórias contadas pelas pessoas da comunidade, fazem do velho da bengala uma lenda viva no sul de SC.
A seguir, Sessão Lugares.: Quarta-feira.: 31 de agosto: 20h
“De Volta para Casa” de Richard Valentini, “Temporão”, de Felipe Carrelli, “A Praça XV” de Giovana Zimermann, “Ilha das Flores” de Jorge Furtado, “Viagens a Biguaçu”, de Fabio Bruggmann.
O QUE: sessão do Cineclube Ieda Beck “Documentário”
QUANDO: quartas 17 e 31 de agosto, às 20h.
ONDE: Cinemateca Catarinense – Instituto Arco-Íris. Travessa Ratclif, 56 (esquina com João Pinto)
QUANTO: Entrada Franca
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos
UMA REALIZAÇÃO: Cinemateca Catarinense, Pref. Municipal de Florianópolis, Funcine, Travessa Cultural, Fundação Franklin Cascaes.
CONTATOS: cineiedabeck@gmail.com / Cinemateca Catarinense (48) 3224.7239 Sofia Mafalda (48) 9125.5306
25
jul11
Jeremy e o primeiro amor
Assisti Jeremy aos 11 anos de idade. Hoje, aos 45, eu o revejo com o mesmo encantamento daquela madrugada diante da tevê. Dirigido por Arthur Barron em 1973, o filme conta a história de amor entre dois adolescentes, interpretados pelos então estreantes Robby Benson e Glynnis O’Connor. Um enredo banal serve de base para esta pequena joia do cinema. Jeremy é um tímido aprendiz de violoncelo numa escola de artes de Nova York. Quando conhece Susan, a recém-chegada estudante de balé, de lindos olhos tristes, seu mundo se transforma.
O frescor ingênuo, a empatia entre os dois atores – que também namoraram fora da tela – e a câmera 16 mm em estilo quase documental criam uma atmosfera intimista de grande autenticidade. Susan e Jeremy são “adultos-crianças” que descobrem juntos a sexualidade e a arrebatação do primeiro amor. Ao mesmo tempo, não são donos de seus destinos. E logo também descobrem que nada é pra sempre. A música-tema, The hourglass song (de Joseph Brooks, interpretada pelo próprio Robby Benson), é linda de chorar.
Jeremy está longe de ser uma obra-prima, mas recebeu reconhecimentos da crítica – em Cannes foi nominado para a Palma de Ouro e o diretor ganhou o prêmio de melhor primeiro trabalho. Em 1974, Robby Benson concorreu ao Globo de Ouro na categoria estreante mais promissor. Aos espectadores de 2011, os penteados e calças boca-de-sino dos anos 70 provocam ligeiro efeito cômico. Mas não importa. O filme conquista pela maneira honesta como aborda esse rito de passagem. Se você viveu um grande amor na adolescência, vai gostar.
Com informações do IMDB e fotos do blog Obscure One-Sheet.
21
jul11
Espírito de Porco para ver e baixar grátis
Boa notícia: Espírito de Porco, o documentário mais sujo dos últimos tempos, que dirigi com o Chico Faganello, já está disponível para ver e baixar de graça na internet. É só acessar o portal Filmes que Voam, fazer um cadastro e conferir o filme. A partir de amanhã trambém vai ter versão pra ver no celular. Se você ainda não assistiu, agora está ao alcance de poucos cliques.
Filmes que Voam é uma iniciativa bacana pra popularizar o cinema independente no Brasil. Entre as produções para download estão o média-metragem Impasse (de Fernando Evangelista e Juliana Kroeger), sobre o drama do transporte coletivo em Florianópolis; o longa Muamba, de Chico Faganello; O Mistério do Boi de Mamão, de Luiza Lins, sucesso entre a criançada; e mais de 30 filmes exibidos na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis.
20
jul11
Exposição SEMI ÓTICA – miopia e astigmatismo

SEMI ÓTICA
Miopia e Astigmatismo [de Felipe Obrer]
De 26 de julho a 12 de agosto de 2011
Ver. Visão. Saúde. Um olho é. Dois olhos são. Sãos.
Irregularidades do globo ocular. Nervo ótico. Nervosismo estético.
A volta a um consultório oftalmológico.
A lógica homogeneizadora do olhar humano.
Nitidez reencontrável pelo olho da câmera.
Uma década sem lentes.
Exposição longa e giro da câmera em estágios.
Desacolpamento da cápsula de navegação. Flutuar no vácuo pleno.
Cópula de fótons. Cúpula de bíons.
A transitoriedade da luz.
O encontro com o infinito dentro do finito.
A revelação da realidade fractal.
Corpo da câmera no plexo solar do corpo do fotógrafo.
Fotos de barriga.
Estômago mago. Entropia visual.
Informações:
Local: Aliança Francesa Florianópolis
Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 282.
Centro – Florianópolis – SC
ABERTURA: terça-feira, 26 de julho, às 19h30.
Às 20h, show de bossa nova e jazz com Joana Knobbe e Gustavo Messina.
Apoio (equipamento de som): Escola de Música Rafael Bastos
ENCERRAMENTO: sexta-feira, 12 de agosto
Horário: de segunda a sexta, das 8h às 20h; sábados, das 8h às 11h.
Entrada gratuita.
Realização (convite e acolhida): Aliança Francesa Florianópolis
Apoio (impressão das fotografias): Laboratório fotográfico Color Click
Agradecimento especial à minha amora e companheira de vida, Joana Knobbe, que, além de produzir o cartaz original da exposição, cantará na abertura.
10
jul11














