02
Feb10
Um upgrade na memória
Este não é um post pago (mas se alguém se interessar, envio o número da minha conta). Quando o produto é bom, tenho prazer em elogiar. Testei o Evernote pela primeira vez em fevereiro de 2009, depois de várias tentativas insatisfatórias com outros softwares organizadores. Logo virei fã, conquistado pela facilidade de uso e algumas funcionalidades matadoras. É a memória acessória mais legal que já encontrei. Em resumo, é uma maneira eficaz, versátil e gratuita de capturar, organizar e recuperar informação. O Evernote permite armazenar notas, fotos, recados manuscritos, textos e páginas da web, números de telefones, lembretes de voz e o que mais você possa imaginar que represente informação audiovisual e escrita. Esse material, arquivado “na nuvem”, pode ser sincronizado entre vários micros e no celular. A facilidade de indexação é um ponto forte: todas as notas podem ser organizadas em pastas por assunto e receber tags. Fica praticamente impossível não achar o que você guardou.
A cereja do bolo é o reconhecimento de caracteres em imagens. Semana passada, por exemplo, dei uma limpa nos post-its que atrolhavam minha mesa de trabalho. Primeiro fotografei um a um com meu celular. Em seguida os transferi pro micro, via cabo – podia também ter enviado direto pra “nuvem” por e-mail. Aí arrastei as imagens pro Evernote instalado no meu HD, e pronto. Fiz o teste: no campo de busca, digitei um dos nomes de contatos que eu tinha escrevido a mão num post-it. Localização instantânea da foto, com o telefone desejado! Outra coisa útil da ferramenta é a possibilidade de compartilhar pastas. Na versão gratuita, a que uso – com grande variedade de recursos, aliás – só é possível compartilhar pastas pra consulta. Na versão paga, os arquivos que você liberar podem ser também editados pelos seus contatos.
O webdesigner Andrew Maxwell, de Portland, Oregon, sugere em seu blog cem usos diferentes para o Evernote. Entre eles: tirar a foto da página do livro que você está lendo e fazer anotações, mantendo assim as páginas limpas; guardar recibos para se organizar quando chegar a hora de declarar imposto de renda; tirar fotos de esboços em guardanapos; salvar fotos das placas e do chassi do seu carro, fotografar e armazenar cartões de visita, clicar ou escanear mapas de viagem para consultar depois, guardar rótulos de vinhos que tomou etc. etc. Depois de um ano de desenvolvimento e testes, foi lançada no dia 21 de janeiro a versão 3.5 do Evernote para Windows, com uma série de melhoramentos bacanas em relação às versões anteriores. Acabo de instalar e é bem boa. O vídeo acima (em inglês) dá uma visão geral.
p.s.: Outra cerejinha do programa é a integração com o twitter.
28
Dec09
Notícias do quintal: compostagem
Coloquei ontem pra funcionar no quintal a fabriqueta caseira de húmus. É bem fácil de montar. Primeiro, peguei dois baldes plásticos grandes de lixo (R$ 15 cada). Com uma furadeira, fiz vários buracos na parte de baixo e no entorno inferior delas. Aí cavei dois buracos na terra, coloquei cacos de telhas e tijolos no fundo deles – pra facilitar a drenagem – e enterrei os baldes até um palmo antes da boca. Agora é só colocar material orgânico lá dentro (evitando carne e gordura), jogar um pouco de terra ou palha se estiver muito molhado e remexer de vez em quando com um pedaço de madeira, pra oxigenar. Em 60 dias o primeiro balde de húmus está pronto. Um lembrete importante é manter a tampa fechada (com tijolo ou telha em cima) pra evitar odores e não atrair animais. Talvez eu precise montar mais um ou dois desses pra dar conta do serviço aqui em casa, porque a gente gera grande quantidade de casca de frutas. Acho que dá pra reduzir a produção de nosso lixo doméstico entre 40% e 50% – e do que sobrar, a maior parte vai pra reciclagem. A conferir.
16
Aug09
Túnel do tempo: dois anos usando o twitter
Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007
Agora com Twitter
Resisti um tempo, parte por birra, parte por preguiça. Mas finalmente hoje recebi um convite do Nando e resolvi testar o tal do Twitter, espécie de mini-blog e comunidade em que você conta aos amigos (ou ao mundo) em poucas palavras o que está fazendo ou pensando ou deixando de fazer. É a febre do momento entre os conectados. Dá pra atualizar de três maneiras – pelo saite do Twitter na web, por mensagem de texto no celular ou mensagem instantânea no Jabber ou GTalk. Também dá pra inserir um código pra mostrar as atualizações no blog, como fiz aí na coluna ao lado (Curtas). Minha primeira impressão é que o grande barato do Twitter é a mobilidade associada à facilidade de comunicação em comunidades. Me atrái isso do minimalismo das mensagens. Mas como eu uso pouco o celular e gosto de escrever posts telegráficos no blog, talvez seja pouco aproveitado e mesmo redundante. A ver.
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UPDATE 16.08.2009
Quando comecei a usar, era “coisa de geek“. Agora o twitter já é capa de revista, tititi de tevê, moda entre os descolados, ferramenta jornalística e publicitária, passatempo no ônibus e nas filas, instrumento de trabalho colaborativo, palco pra performances poético-literárias e o que mais passar pela cabeça dos usuários. Conheci gente muito legal por meio das mensagens de 140 caracteres e passei a trocar mais ideias com vários amigos. Aparentemente o twitter tem grande potencial dispersivo, mas não acho que seja a ferramenta em si, e sim a necessidade humana de buscar experiências gregárias (e se expressar, obter reconhecimento etc.). Se vira compulsão, vai da pessoa se autoexaminar ou buscar ajuda pra ver o que tá ocorrendo. Nesses dois anos testei várias outras traquitanas na internet, mas a maioria passou batida e caiu no esquecimento. O twitter mostrou seu valor e tá aí, no cotidiano meu e de tanta gente. Pros novatos, minhas dicas básicas:
- Selecionar as pessoas que você deseja seguir. A qualidade da experiência depende em grande parte disso. Arrisque e petisque, mas não hesite em dar unfollow sem qualquer sentimento de culpa.
- Priorizar qualidade, não quantidade. É um complemento óbvio da dica anterior. Esqueça essa bobagem de popularidade.
- Ser você mesmo/a. Um dos piores tipos de chatos é o que quer parecer mais ixperrto do que é ou assume uma personalidade distinta da própria.
- Compreender o fluxo. Gosto da metáfora do rio. Os twits são as águas correndo. Impossível abraçar tudo. Deixe fluir, sem estresse pelo que “perdeu”. Se for importante mesmo, você vai terminar sabendo.
- “Escutar” mais, “falar” menos & melhor. Autoexplicativo.
- Experimentar. E ver se essas dicas são válidas mesmo. Não dá pra sair acreditando em qualquer um…
16
Mar09
Europeana
Um presentão pros internautas: está aberta ao público – ainda em versão beta, sujeita a instabilidades – a Europeana, biblioteca multimídia online da Europa, com acervo cultural de mais de dois milhões de obras dos 27 estados-membros da UE, entre imagens, textos, sons e vídeos. A biblioteca conta com material fornecido por mais de mil organizações culturais. Segundo a Comissão Europeia, que lançou a iniciativa em 2005, este é “apenas o começo”: a ideia é dar acesso a pelo menos 10 milhões de obras até 2010.
O quadro acima é Jardin à l’automne, óleo sobre tela pintado em 1888 por Vincent Van Gogh, e faz parte do acervo do museu Berggruen, de Berlin.
15
Feb09
Três boas ferramentas online pra jornalistas
Três? Há dezenas, claro, mas vou me limitar às que mais achei interessantes na navegada que acabo de fazer. Antes vou mostrar o mapa do percurso, que também vale cada clique.
- No blog Fancaria, do Emerson Gasperin (meu consultor pra música e assuntos aleatórios), ele cita cinco blogs que mandaram muito bem em 2008.
- Um deles é o 10.000 words, “where journalism and technology meet”, que traz dicas quentes tanto pros mais tarimbados no mundo digital quanto pros jornalistas iniciantes.
- Lá encontrei a lista 12 useful online tools for journalists. Algumas achei meia-boca, outras só funcionam bem nos Estados Unidos. Selecionei estas:
- Qipit. Ferramenta pra copiar, arquivar e compartilhar documentos com a câmera do celular ou câmera digital. É o que o agente 007 interpretado por Sean Connery adoraria ter nas suas missões pela Alemanha Oriental nos anos sessenta. Você fotografa uma página de anotações manuscritas, apontamentos num quadro-negro ou um documento impresso e envia a foto por e-mail pro site, que a transforma em um pdf legível. O Qipit dispõe do recurso de tags pra facilitar a organização do material.
- Jott. Você manda notas, lembretes e recados por voz pelo celular e eles são enviados aos destinatários na forma de e-mails ou mensagens de texto.
- Google Calendar. Já uso há algum tempo e abandonei de vez a agenda de papel. Uma grande vantagem é que pode ser facilmente programada pra enviar um SMS pro seu celular e/ou um e-mail pra sua conta, com a antecedência marcada pra cada compromisso – uma hora, duas horas, dois dias… Também dá pra criar várias agendas e compartilhar itens com outras pessoas.
p.s.: A pesquisa pra redigir este post foi feita exatamente na hora ganha com o fim do horário de verão.
11
Feb09
Generalista x especialista e três blogs sobre frila
O Fabrício, leitor de DVeras em Rede e profissional free-lancer, colocou um comentário no blog do Vida de frila em que faz a mesma ressalva que eu quanto a ser generalista versus especialista. Na área dele, desenvolvimento de sistemas, ajuda ter experiência aprofundada em um tema específico.
Reconheço que ser “pau pra toda obra” pode ser um diferencial importante, pois o profissional se mostra disponível e, se trabalhar bem, logo passa a ser reconhecido como resolvedor de problemas aleatórios. Mas conforme a circunstância – prazo, verba, demanda etc. -, o cliente pode preferir um “cardiologista” em vez de um “clínico geral”. Há espaço no mercado pros dois perfis, desde que o trabalho seja bem feito.
A capacidade de improvisação e o repertório do profissional também contam pontos. Assim, espera-se que um “cardiologista” saiba fazer um parto de emergência. E que um “clínico geral” possa identificar uma doença cardíaca e encaminhar o paciente a um colega. Detalhe: o “cardiologista” tende a ter menos clientes, mas pode cobrar mais.
Outra dica me ocorre agora é até um tanto óbvia: pra um jornalista frila, dominar o inglês (ou espanhol ou francês, mas principalmente o inglês) pode fazer a diferença entre pegar ou não um trabalho, entre se restringir ao mundo lusofalante ou abrir o leque pra possibilidades de viagem, entrevistas com estrangeiros etc. Sem falar na ampliação da visão de mundo.
Mas voltando ao Fabrício, ele deu a dica de três blogs sobre o trabalho de frila – todos em inglês – e compartilho:
11
Feb09
Algumas considerações sobre a vida de frila
Maurício Oliveira escreveu um excelente texto em seu blog Vila de frila, com dicas pra quem quer enfrentar os ônus e bônus do jornalismo profissional sem as amarras da carteira assinada. Destaco dois itens:
…
- A diversidade e solidez dos meus contatos atuais me dão segurança suficiente para um privilégio: se alguém com o qual nunca trabalhei me procura, só aceito o frila se for divertido ou bem remunerado – ou, melhor ainda, as duas coisas ao mesmo tempo. Trabalho chato e mal pago só topo fazer, e ainda assim muito de vez em quando, para os camaradas de longa data.
- O que escrevi acima tem a ver com a necessidade que sinto hoje de selecionar os frilas, por limitação de tempo, mas aprendi na prática que o trabalho chato ou mal remunerado de hoje pode propiciar o trabalho legal e bem pago de amanhã. Já tive provas disso inúmeras vezes.
…
Hoje faço frilas em período parcial, mas já passei um bom tempo vivendo profissionalmente assim como o Maurício e asseguro que suas orientações são preciosas. Entre as vantagens da vida de frila estão a deliciosa liberdade, conquistada com tempo e suor, de dizer não aos trabalhos chatos e mal pagos (com a ressalva que ele bem faz), gerir os seus próprios horários e – importante – se pautar em projetos próprios, autorais.
O outro lado da moeda é o que Maurício destaca no título do post: a insegurança. Sim, às vezes a vida de profissional liberal pode ser uma montanha-russa que alterna meses de altos rendimentos com outros de vacas magras. Reflexão zen: vida de frila é pra quem tem estômago forte pra aceitar o fato de que a estabilidade é uma ilusão (quem lhe garante que, num emprego fixo, amanhã o seu chefe não acorde de mau humor e lhe dê um pé na bunda?)
Se, mesmo sabendo da “instável” vida de frila, você quer entrar nessa, posso acrescentar alguns pitacos, sem a menor pretensão de achar que estou ensinando regras pétreas. São constatações sobre coisas que valem pra mim (ou deveriam, pois nem sempre consigo abraçar todas como gostaria) e talvez possam servir pra você:
- Faça uma poupança com uma parte da renda, o seu “Fundo de Garantia”. Assim dá pra atravessar as entressafras sem muito estresse.
- Inclua na sua remuneração um valor que cubra o que você teria de rendimento com férias, décimo-terceiro, participação nos resultados etc.
- Separe o dinheiro dos impostos. Gastá-lo como se fosse seu pode ser doloroso depois.
- Os três itens anteriores (fáceis de falar, difíceis de pôr em prática) levam a este: aprenda a cobrar o valor justo. Nem demais que afaste clientes, nem aviltante com o seu trabalho.
- Regue a network. Uma boa rede de contatos, alimentada pelo interesse genuíno nas pessoas e não por intenções imediatistas, é meio caminho andado.
- Desconcordando em parte com o Maurício: reconheço que ser generalista pode ser vantajoso, pois abre o leque de opções. Mas ter uma ou mais especialidades pode ser útil pra atingir certos nichos.
- Amplie o horizonte. O teletrabalho chegou pra ficar. Talvez a oportunidade que não aparece na sua cidade ou estado esteja logo ali, e você nem precise se mudar pra São Paulo pra chegar lá.
- Desenvolva a disciplina. Este é um dos mais valiosos atributos do bom frila. Não só pra levar a bom termo os trabalhos espinhosos, que exigem dedicação em madrugadas, domingos e feriados, como pra administrar com sabedoria o tempo e os rendimentos.
- Continuação do anterior: cumpra os prazos e compromissos. Claro que, com os imprevistos, os deadlines podem ser repactuados com o cliente, mas essa relação precisa ser clara e transparente desde o princípio: o que fazer, como, por quanto, data da entrega e data de pagamento.
- Juntou grana suficiente pras férias? Agende-se e tire férias!
- Crie um “dia desplugado”. Ainda preciso me esforçar nesse ponto, mas tenho tentado dedicar o sábado exclusivamente a assuntos não-profissionais. A ideia básica é que, se você não consegue parar nem um único dia da semana, está faltado algum planejamento.
Fico aqui por enquanto, mas adoraria continuar esse papo com outros profissionais frilas, que certamente têm boas ideias pra compartilhar. Quais são as suas dicas?
09
Feb09
30
Jan09
Pílulas brasilienses
Na entrada do hotel onde tou hospedado tem uma Rural que pertenceu a JK. Conservadíssima, linda. Tenho vagas lembranças de infância de uma Rural na família, do pai ou de um tio.
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Hoje vi um cachorro preto passear de lancha e depois de jet-ski no lago Paranoá.
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Pitomba, nosso taxista cearense, contou que tem sucuri no lago. Gugleei “sucuri + paranoá” e encontrei uma matéria legal do Correio Braziliense, de 2003, sobre o que essas águas escondem.
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Semana passada o Botelho, catarinense radicado em Brasília, me contou uma história engraçada que presenciou em Salvador. Ontem ele botou no blog: Emplacamento baiano.
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Comida goiana é boa demais. Tem muita semelhança com a mineira. Mas não me arrisco no pequi, aquela armadilha espinhenta com jeitinho inocente.
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Lendo: Em águas profundas: criatividade e meditação, de David Lynch, o diretor de Veludo Azul e Mullholand Drive – Cidade dos Sonhos, dois dos filmes mais oníricos que já vi.
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O tuiteiro @tiagomx dá a dica: http://twtip.com, saite com dicas sobre Google, Photoshop, writing, life etc. In English.
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O designer João Zanatta dá esta outra: The 100 Most Popular Photoshop Tutorials 2008. Saiba como transformar uma mocréia numa sereia.
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Ei, Ana Paula, conheci uma cerveja nova hoje: Teresópolis, uma lager que vem numa garrafa gordinha. Boa. (curti o som da Amy Winehouse que você blogou; e fui atrás de outros).
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Contando as horas pra voltar pra Floripa.
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(pensando alto, depois de dois adiamentos: trilha da Lagoinha do Leste no carnaval?)
21
Jan09
Nota rápida sobre gastronomia nordestina
Almocei hoje no Mangai, restaurante de comida sertaneja que começou como uma bodega em João Pessoa e hoje tem filiais em Natal e em Brasília, onde tou agora. Dica do natalense-globetrotter Julio Gurgel. Diliça!, como dizem na Ilha. Vasta variedade de comida e sucos da terrinha (tomei um de siriguela, minha fruta favorita) que me deram até um pouquim de banzo. O suco é caro, mas a comida – a quilo – não é nada exorbitante. Na saída tem umas redes no alpendre – o detalhe me conquistou de vez.
De tarde ganhei duas rapaduras do Pitomba, motorista de táxi cearense que presta serviços pra mim e pros colegas aqui. Confesso que nunca fui muito fã de rapadura, aquela que “é doce mas não é mole”, mas me senti honrado com o simbólico tijolo da amizade. Agradeci e disse que tinha medo de quebrar um dente, mas ele deu logo a dica infalível: “Raspe e coma com farinha!” Caba bom. Como se diz lá no Ceará, respeite!











