Posts com a tag ‘livros’

18

Mar

09

Dez contos de humor

Na terça-feira 31 de março a partir das 19h, na livraria Saraiva do xópim Iguatemi de Floripa, o amigo cartunista, escritor, roteirista da Globo e torcedor do Criciúma Zé Dassilva autografa o livro Dez Contos de Humor, escrito junto com outros nove piadistas. Em São Paulo o lançamento vai ser nesta sexta 20, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

“A ideia é do Marcio Trigo, autor de livros infantis e diretor de TV na Globo, que inventou de criar a editora Mirabolante”, conta o Zé. Trigo vem ao lançamento de Floripa junto com outra coautora, Patricia Mellodi, que também é cantora e vai fazer um show no mesmo local no dia seguinte. O próximo lançamento já tá na gráfica e terá textos policiais, também com um conto do Zé.

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16

Mar

09

Europeana

Um presentão pros internautas: está aberta ao público – ainda em versão beta, sujeita a instabilidades – a Europeana, biblioteca multimídia online da Europa, com acervo cultural de mais de dois milhões de obras dos 27 estados-membros da UE, entre imagens, textos, sons e vídeos. A biblioteca conta com material fornecido por mais de mil organizações culturais. Segundo a Comissão Europeia, que lançou a iniciativa em 2005, este é “apenas o começo”: a ideia é dar acesso a pelo menos 10 milhões de obras até 2010.

O quadro acima é Jardin à l’automne, óleo sobre tela pintado em 1888 por Vincent Van Gogh, e faz parte do acervo do museu Berggruen, de Berlin.

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03

Mar

09

Pílulas de início de março

Hoje é a primeira aula de judô do Miguel. Ele tava super ansioso por este dia. E um pouco preocupado por causa de um dente de leite mole.
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O domingão escaldante foi enfrentado com banho de mangueira no gramado do quintal. Ontem fez 35 graus em Floripa, com sensação térmica de 45.
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Enquanto isso, no Alasca, ninguém aguenta mais o frio e a neve, me conta um cara com quem joguei xadrez online pelo ótimo chess.com
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Esses dias, vi:
Valsa com Bashir, animação israelense de 2008 sobre as memórias de um soldado que lutou na guerra do Líbano em 1982 e presenciou o massacre de Sabra e Shatila. Lindo e triste.

North by Northwest, thriller de ação e espionagem filmado em 1959 por Hitchcock, com Cary Grant no papel principal. O mote é uma confusão de identidade – isso depois virou clichê.

Burn After Reading, dos Coen (2008), com John Malcovich, Brad Pitt, Frances McDormand, George Clooney. Comédia – que no começo se finge de séria – sobre segredos da CIA. Diferente.
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Lendo (entre outros): Laowai, livro da jornalista Sônia Bridi sobre os dois anos em que passou na China. Delicioso, informativo e bem-humorado. Sônia, seus leitores querem mais!

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27

Feb

09

Sua resposta vale um bilhão

Terminei de ler Sua resposta vale um bilhão, livro que inspirou o filme ganhador de vários Oscars. Comentei no Leiturama.

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26

Feb

09

O caminho do dragão e o céu que nos protege

Neste carnaval vi pela primeira vez um filme de Bruce Lee: Way of the dragon, filmado em 1972, um ano antes de sua morte precoce aos 32. É uma comédia de ação que se passa em Roma – escrita, dirigida e protagonizada pelo próprio -, com roteiro tosco, mas belas coreografias de luta. Uma curiosidade é que o antagonista do filme é interpretado por Chuck Norris, que foi discípulo de Lee. A história desse ator, filósofo e lutador de artes marciais que se tornou um símbolo da cultura pop nos anos setenta é fascinante, como conta a Laura sobre a biografia dele, Bruce Lee – Definitivo (Marco Antonio Lopes, editora Conrad). Por exemplo, ele já foi exímio dançarino de cha-cha-cha.

Fui atrás de mais informações na Wikipedia e um link foi me levando a outro. Em 1993 o filho dele, o também ator Brandon Lee, morreu num acidente bizarro, atingido por um tiro que era pra ser de festim durante as filmagens de O corvo. Pouco antes de sua morte, Brandon Lee havia incluído no convite de seu casamento uma citação do escritor Paul Bowles (autor de The Sheltering Sky – O céu que nos protege, que foi adaptado pro cinema por Bertolucci). A citação está gravada no seu túmulo, o que levou muitos fãs a atribuírem-na ao ator:

“Because we don’t know when we will die, we get to think of life as an inexhaustible well. And yet everything happens only a certain number of times, and a very small number really. How many more times will you remember a certain afternoon of your childhood, an afternoon that is so deeply a part of your being that you can’t even conceive of your life without it? Perhaps four, or five times more? Perhaps not even that. How many more times will you watch the full moon rise? Perhaps twenty. And yet it all seems limitless…”

[Minha tradução fast-food:

Por não sabermos quando vamos morrer, tendemos a pensar na vida como um bem inesgotável. Mas cada coisa acontece apenas um certo número de vezes, na verdade um pequeno número. Quantas vezes mais você vai lembrar de uma certa tarde da sua infância, uma tarde que pertence tão profundamente ao seu ser que você não consegue conceber sua vida sem ela? Talvez quatro ou cinco vezes mais? Talvez nem mesmo isso. Quantas vezes mais você vai ver a lua cheia nascer? Talvez vinte. E ainda assim tudo parece sem limites…” ]

p.s.: Se este post tivesse trilha sonora, seria Um Índio, de Caetano.

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25

Feb

09

A política do rebelde

Do baú, uma resenha que escrevi para a Rocco em 2001 sobre A política do rebelde – tratado de resistência e insubmissão, de Michel Onfray:

A veia anarquista que originou A política do rebelde lhe surgiu na infância, conta o filósofo francês Michel Onfray. Sua experiência de humilhações em um colégio interno e, na adolescência, o trabalho insalubre numa fábrica de queijos forjaram-lhe um visceral espírito libertário: “A autoridade me é insuportável, a dependência, intolerável, a submissão, impossível”, deixa claro no início do livro. Seu texto celebra a busca do prazer como filosofia de combate. Uma filosofia pela plenitude da vida, contrária à armadilha do ascetismo e atenta ao fato de que tudo irá desaparecer. (…)

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17

Feb

09

Anotação de leitura: "tempo livre"

Alex Castro, no blog Liberal, Libertário, Libertino, cita Adorno:

As pessoas realmente livres não têm “tempo livre” porque não têm “tempo preso”: estão sempre trabalhando em seus próprios projetos pessoais.

São preciosas essas reflexões do filósofo alemão sobre tempo livre e, por extensão, à servidão voluntária à qual a maioria das pessoas se submete. A existência do sábado e do domingo como oposição prazerosa a cinco dias “úteis”, e de um mês de férias a cada ano “produtivo”, às vezes chega a parecer tão natural que nem lembramos disso como invenção humana.

Admiro quem consegue romper com essa lógica e valoriza o próprio tempo de maneira a lhe dar sentido. Alguns com mais equilíbrio, combinando diversão e trabalho com arte e engenho. Outros de maneira atabalhoada ou instintiva, em que a simples negação do sistema os livra de um fardo insuportável, mas os coloca em situação vulnerável, tendo de bater de frente com a sociedade que abomina os “losers”.

Esse assunto me lembra um livro de Somerset Maugham, O fio da navalha. Larry, o protagonista, resolveu viver a vida conforme seu desejo de realização plena, e não a vida que estava moldada pra ele pelo seu meio social. O tema da impermanência também se faz presente:

Mesmo que ao meio-dia a rosa perca a beleza que teve na madrugada, sua beleza naquele momento foi real. Nada no mundo é permanente, e somos tolos em desejar que uma coisa perdure, mas mais tolos ainda seríamos se não a apreciássemos enquanto a temos. Se a mutabilidade é da essência da existência, nada mais natural do que fazer dela a premissa da nossa filosofia.

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12

Feb

09

Onze Margens

Mais gente amiga lançando livro nesta quinta às 20h – Adriane Canan e Cris Cardoso:

O SESC convida ao lançamento da coletânea de contos ONZE MARGENS, quinta, 12, às 20 horas, na Biblioteca do Sesc/Prainha, reunindo os onze novos autores do CURSO DE FORMAÇÃO DE ESCRITORES ministrado em Florianópolis por Dennis Radünz. O CURSO DE FORMAÇÃO é um projeto do Sesc/SC, criado em 2004, e conta com 15 publicações em todas as regiões de SC. ONZE MARGENS, organizado por Radünz, é a 16a. edição do projeto e a primeira de Florianópolis.

Não vou poder ir ao lançamento delas nem ao da Vanessa Schultz e da Kátia Klock (óvulos de Eli). Beijão pras autoras.

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06

Feb

09

óvulos de Eli

As amigas Kátia Klock e Vanessa Schultz lançam na próxima quinta, 12, pela Contraponto, o livro óvulos de Eli – a expulsão dos seres de Eli Heil, sobre a obra da artista plástica catarinense. Mil exemplares vão ser distribuídos pra escolas, bibliotecas, faculdades de arte e comunicação, centros culturais, museus, arte-educadores, pesquisadores, críticos de arte e imprensa. Noite de autógrafos pra convidados às 20h na Barca dos Livros.

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01

Feb

09

Doações à Biblioteca Leia o Mundo

Utilidade pública: mudou o endereço para a remessa de doações à Biblioteca Leia o Mundo, de Rondônia. Agora é

Av. Florianópolis, 4882 Centro, Rolim de Moura-RO
CEP 76940-000
Para Valdete Silveira Baldo ou Ivone de Moraes Kerber

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