06
Feb06
Lendo (também)
Paulo Leminski, o bandido que sabia latim, biografia por Toninho Vaz. Compramos num sebo na feirinha de artesanato do Parque da Luz, que há duas semanas funciona todo domingo defronte à cabeceira insular da ponte Hercílio Luz.








Faltou dizer: na feirinha não deixem de visitar a barraca da Carol Grilo!
Dauro, eu pirei quando li este livro. O Leminski é talvez o meu maior poeta, sem exageros. Amo Drummond, Mario Quintana e Mayakovski, mas o Curitibano polonês é tinhoso. Essa biografia do Toninho Vaz é hoje um dos meus livros de cabeceira. Está aqui agora do meu lado (Há meses, anos) e é daqui que eu tiro umas “tiradas” do Cara. Como essa de outro grande que já se foi, Itamar Assumpção:
“Leminski,
ei, psiu, sou eu beleléu
não fui no enterro teu
porque você naõ irá no meu
estamos quites, adeus”
Grande leitura!!