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Lendo (também)

Paulo Leminski, o bandido que sabia latim, biografia por Toninho Vaz. Compramos num sebo na feirinha de artesanato do Parque da Luz, que há duas semanas funciona todo domingo defronte à cabeceira insular da ponte Hercílio Luz.

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2 Responses:

  1. Em 07/02/06, 14:04, Dauro disse:

    Faltou dizer: na feirinha não deixem de visitar a barraca da Carol Grilo!

  2. Em 07/02/06, 01:04, Raul Ribeiro disse:

    Dauro, eu pirei quando li este livro. O Leminski é talvez o meu maior poeta, sem exageros. Amo Drummond, Mario Quintana e Mayakovski, mas o Curitibano polonês é tinhoso. Essa biografia do Toninho Vaz é hoje um dos meus livros de cabeceira. Está aqui agora do meu lado (Há meses, anos) e é daqui que eu tiro umas “tiradas” do Cara. Como essa de outro grande que já se foi, Itamar Assumpção:
    “Leminski,
    ei, psiu, sou eu beleléu
    não fui no enterro teu
    porque você naõ irá no meu
    estamos quites, adeus”
    Grande leitura!!


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