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Sep

08

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Meu 11 de setembro de 2001.

E você, onde estava? O que sentiu, o que fez no resto do dia?

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6 Responses:

  1. Em 17/09/08, 06:41, Megui disse:

    Meu primeiro Burning Man tinha acabado na semana anterior e eu fiquei visitando vários amigos no norte da Califórnia. Naquele dia, eu estava em Stinson Beach, uma pequena vila hippie ao norte de San Francisco. Eram 6 da manhã e o dono da casa entrou gritando: guerra! guerra! estão bombardeando o país.
    Achei que ele tinha tomado algum alucinógino. Passamos o dia na praia e depois fui pra biblioteca ler sobre o assunto na internet. Não pude sair de da vila por um tempo porque fecharam a Golden Gate, todos os aeroportos, balsas, etc. Só consegui voltar pra Los Angeles uma semana depois.

  2. Em 12/09/08, 18:49, Caio disse:

    Eu tava de férias em Jericoacoara, sem TV nem nada, e só soube do atentado dois dias depois, na fila de um banco em Jijoca.

  3. Em 12/09/08, 14:55, Ana disse:

    eu estava em casa ,cuidando do João Luiz, que tinha um mês de vida, ao ver as imagens pela tv fiquei triste… que mundo é esse que meus filhos vão viver, fiquei chocada, passei o dia vendo os noticiários. Paulinho ligou de lá, sua mãe havia chegado em NY naquele mesmo dia e quando ele saiam de Manhatan viram fumaça nas torres, sem entender o que estava acontecendo.

  4. Em 11/09/08, 22:02, Rafaela Giordano disse:

    Estava em Florianópolis em 2001. Quando eu cheguei ao DC naquele dia, nem bem pisei na editoria de esportes, vi a tevê ligada. Logo cheguei à Variedades e a Márcia estava parada em frente à televisão. Vi a imagem e pensei: Que filme será esse? A Márcia foi logo me explicando o que tinha acontecido. Naquela hora, apenas um avião havia batido no prédio. Não deu muito tempo e apareceu o Carlos Nascimento achando, ao vivo, que se tratava de uma reprise, mas era outro avião. Fiquei um pouco apavorada acompanhando aquelas imagens – e mais tarde entrei em contato com vários amigos que moravam longe. Durante o dia inteiro, foram chegando pela agência depoimentos, imagens, estimativas do número de mortos. Depois do fechamento da Variedades, ajudei a limpar algumas matérias. Saíram várias páginas sobre o assunto.

  5. Em 11/09/08, 16:49, Mauricio Oliveira disse:

    Eu trabalhava na Veja e estava caminhando de casa para o prédio da Abril, em Pinheiros, quando vi, dentro de um bar, um amontoado de pessoas em frente a uma TV. Era ainda o primeiro avião; parecia ser um mero acidente. Dez minutos depois entrei na redação e já havia ocorrido a outra colisão, aquela que deixou óbvio se tratar de um ataque terrorista. Um dos primeiros repórteres a chegar naquele dia, fui imediatamente recrutado para a cobertura – a repercussão nas multinacionais americanas com subsidiárias no Brasil, os efeitos nos aeroportos brasileiros, a reação popular etc etc. Antes de tudo liguei para casa e para a minha mãe, mas daí em diante mal tive tempo de ficar chocado com o que estava acontecendo. Minha matéria seria fechada naquele mesmo dia, pois havia um caderno da revista previsto para entrar em gráfica à noite. Foram quase 24 horas de trabalho. Só voltei para casa no amanhecer do dia seguinte.


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