Meu 11 de setembro de 2001.
E você, onde estava? O que sentiu, o que fez no resto do dia?
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Meu primeiro Burning Man tinha acabado na semana anterior e eu fiquei visitando vários amigos no norte da Califórnia. Naquele dia, eu estava em Stinson Beach, uma pequena vila hippie ao norte de San Francisco. Eram 6 da manhã e o dono da casa entrou gritando: guerra! guerra! estão bombardeando o país.
Achei que ele tinha tomado algum alucinógino. Passamos o dia na praia e depois fui pra biblioteca ler sobre o assunto na internet. Não pude sair de da vila por um tempo porque fecharam a Golden Gate, todos os aeroportos, balsas, etc. Só consegui voltar pra Los Angeles uma semana depois.
Eu tava de férias em Jericoacoara, sem TV nem nada, e só soube do atentado dois dias depois, na fila de um banco em Jijoca.
eu estava em casa ,cuidando do João Luiz, que tinha um mês de vida, ao ver as imagens pela tv fiquei triste… que mundo é esse que meus filhos vão viver, fiquei chocada, passei o dia vendo os noticiários. Paulinho ligou de lá, sua mãe havia chegado em NY naquele mesmo dia e quando ele saiam de Manhatan viram fumaça nas torres, sem entender o que estava acontecendo.
Eu morava em Porto Alegre e estava fazendo matéria sobre o 11 de setembro no Chile…
http://gato-e-passarinho.blogspot.com/search?updated-min=2006-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=29
Estava em Florianópolis em 2001. Quando eu cheguei ao DC naquele dia, nem bem pisei na editoria de esportes, vi a tevê ligada. Logo cheguei à Variedades e a Márcia estava parada em frente à televisão. Vi a imagem e pensei: Que filme será esse? A Márcia foi logo me explicando o que tinha acontecido. Naquela hora, apenas um avião havia batido no prédio. Não deu muito tempo e apareceu o Carlos Nascimento achando, ao vivo, que se tratava de uma reprise, mas era outro avião. Fiquei um pouco apavorada acompanhando aquelas imagens – e mais tarde entrei em contato com vários amigos que moravam longe. Durante o dia inteiro, foram chegando pela agência depoimentos, imagens, estimativas do número de mortos. Depois do fechamento da Variedades, ajudei a limpar algumas matérias. Saíram várias páginas sobre o assunto.
Eu trabalhava na Veja e estava caminhando de casa para o prédio da Abril, em Pinheiros, quando vi, dentro de um bar, um amontoado de pessoas em frente a uma TV. Era ainda o primeiro avião; parecia ser um mero acidente. Dez minutos depois entrei na redação e já havia ocorrido a outra colisão, aquela que deixou óbvio se tratar de um ataque terrorista. Um dos primeiros repórteres a chegar naquele dia, fui imediatamente recrutado para a cobertura – a repercussão nas multinacionais americanas com subsidiárias no Brasil, os efeitos nos aeroportos brasileiros, a reação popular etc etc. Antes de tudo liguei para casa e para a minha mãe, mas daí em diante mal tive tempo de ficar chocado com o que estava acontecendo. Minha matéria seria fechada naquele mesmo dia, pois havia um caderno da revista previsto para entrar em gráfica à noite. Foram quase 24 horas de trabalho. Só voltei para casa no amanhecer do dia seguinte.