08
Jan09
Miguelices: bringadeiras
No meio de uma correria barulhenta pela casa:
- Miguel, cês tão brincando ou brigando?
- Bringando.
22
Nov08
De crianças e presépios
A mãe montou um presépio. E os meninos já vieram com os comentários:
Miguel: – Que legal! É de colecionar?
Bruno: – Esse aqui voa!
Pega o boneco do anjinho e sai brincando de super-herói. Depois volta e fica olhando o presépio:
- Agora eles vão lutar.
A mãe explica que não, eles estão ali pra comemorar o nascimento do menino; Bruno segura o bebê, coloca nas costas do jumento e diz:
- Anda, cavalo, anda!
18
Nov08
12
Nov08
Escolinha
E por falar em passagem do tempo, hoje fiz a matrícula do Bruno na pré-escola pra 2009. Meu neném tá virando menino. Chegamos agora há pouco da festinha de aniversário do Miguel na escola. Na saída, Bruno chorou porque queria ficar mais. Geralmente eles choram pra ir pra casa, né?
12
Nov08
Seis anos
O dia 12 de novembro de 2002 nasceu espetacular na Ilha de Santa
Catarina: sol brilhante, céu azul sem nuvens, brisa suavíssima. Pouco
depois das três da tarde nascia o primeiro filho meu e da Laura. Tive
uma daquelas raras visões da beleza do universo, que mudam a vida da
gente pra sempre. Feliz aniversário, Miguel!
04
Nov08
Ele fala dormindo
Miguel pra mim ontem:
- Pai, você fala dormindo?
- Acho que não. E você?
- Eu falo. Uma vez falei pra mim mesmo: “Você é tão legal!”
- E o que você respondeu?
- “Legal é você! É você!” Acordei no tapete.
02
Nov08
De meninos e palavras
Essa é do Bruno: ele chamava espetinho de “espeitinho”. Aí a gente começava a rir e ele dizia, cara amuada: – Não tem graça!
27
Oct08
Miguelices: um de cada vez
- Pai, já pensou se a gente nascesse sem dedos?
- Sem dedos?
- É. Aí quando completasse um ano, nascia um dedo. Com dois anos ficava com dois dedos. Com três anos, três dedos…
27
Oct08
O menino e as palavras
Um recuerdo da infância do Miguel: ele chamava urubu de ourobu e besouro de bezorro.
24
Oct08
O enigma dos urubus
A caminho da natação, Miguel viu um urubu comendo os restos de um cachorrinho. E fez à mãe uma daquelas perguntas que, pra responder, é preciso "pedir ajuda aos universitários":
- Dois urubus irmãos. Se um morrer, o outro come?








