Posts com a tag ‘histórias’

13

Apr

10

Ilha 70

SC em Cena – Ilha 70 (primeiro episódio). Muito bom este documentário dirigido e roteirizado por Marco Martins e Loli Menezes, da Vinil Filmes.

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15

Jan

10

Ausências

Ausências. Gustavo Germano.

Recebi do Fernando Evangelista e passo adiante a dica sobre Ausências, emocionante exposição do fotógrafo Gustavo Germano. É uma homenagem aos desaparecidos da ditadura argentina, a partir da reconstituição de fotos de álbuns de família com os parentes e amigos sobreviventes.

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28

Nov

09

A cobertura jornalística da Novembrada

Recebi da Zeca Baldessar e passo adiante na íntegra. Vale conferir a aula de história e de jornalismo.
Na próxima segunda-feira, 30, o site www.cotidiano.ufsc.br  trará um especial multimídia sobre a cobertura jornalística realizada durante a Novembrada, revolta popular ocorrida em Florianópolis em novembro de 1979. Produzido pelos bolsistas e coordenadores do site, o especial relata o episódio e a apuração dos fatos a partir do ponto de vista de doze jornalistas que estiveram diretamente envolvidos na cobertura da manifestação.
Os Entrevistados
Impresso:
Carlos Damião  
Laudelino Sardá 
Moacir Loth 
Nelson Rolim  
Osmar Teixeira
Sérgio Rubim  
TV:
Aderbal Machado 
Aldo Grangeiro
Roberto Alves
Valter Souza
Rádio:
Antunes Severo
Valter Souza
Foto
Orestes Araújo
Dario de Almeida Prado
Jones Jõao Bastos
Acesse e confira.
Um abraço, Maria José Baldessar e  equipe Cotidiano
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28

Oct

09

Documentário sobre imigrantes teuto-russos

Recebi e passo adiante.

TV UFSC conta história de teuto-russos que fugiram da ditadura stalinista

A vida dos remanescentes alemães que viviam na Rússia e imigraram ao sul do Brasil foi resgatada pelas jornalistas Débora Tozzo e Leyla Spada no documentário ‘Sem Deus, Sem Imperador, Nós por Nós Mesmos – Da Rússia ao Brasil: A Trajetória dos Teuto-russos’. A TV UFSC o exibe com exclusividade quinta e sexta-feira (29 e 30/10), às 20 e 21 horas, respectivamente. O cenário da grande reportagem são os municípios de Riqueza e São Carlos no extremo-oeste de Santa Catarina, além de Porto Alegre (RS), locais onde ainda vivem alguns dos imigrantes que fugiram da ditadura do russo Josef Stalin no final dos anos 30. Confira a programação completa no site www.tv.ufsc.br e acompanhe tudo no canal 15 da NET.

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12

Aug

09

Muito obrigado, Marcelo

Recebi do Raulzito e publico na íntegra.

Uma lição tripartida de perseverança, honradez e cidadania! Muita gente nas planícies e Planaltos Centrais deveriam aprender com eles. Como é bom ler uma notícia desta e chorar por uma emoção boa. Leia quem tiver tempo para uma reflexão nestes tempos de Sarneys, Renans e United Collors of Senado.

Enviado por Mauro Ventura
no Blog Dizventura do O Globo

Agradecimento a Marcelo Fonseca

No começo de maio fiz uma coluna Dois Cafés e a Conta com Marcelo Fonseca, dentista das estrelas, que tem um trabalho social. Entre as várias cartas que recebi estava a de Neide Maria da Silva Suzano, moradora de Bangu.

Era um berro visual. Vinha em maiúsculas e fazia um pedido a mim: que entrasse em contato com Marcelo. Repassei para ele a mensagem. Leiam trechos abaixo:

“FUI CRIADA PELA MINHA MÃE QUE ERA DOENTE MENTAL, POR ESSE MOTIVO NÃO NOS ENSINOU A TERMOS HABITOS DE HIGIENE EM TODOS SENTIDOS. AOS 11 ANOS MEU PAI TENTOU ABUSAR DE MIM SENTI QUE ERA ERRADO, MAIS NÃO PODIA IR DE ENCONTRO AO QUE ELE QUISESSE POIS ELE NOS BATIA DE+ PRINCIPALMENTE NA MINHA MÃE, POR ISSO RESOLVI IR MORAR NA RUA E NÃO ME DEIXAR USAR POR ELE. VIVI POR 8 ANOS NO MEIO DE: TRAFICANTES, ASSALTANTES, ETC SEM ESCOVAR DENTES,TOMAR BANHO, COMER DIREITO, ETC. ACABEI SENDO ESTRUPADA POR UM DOS BANDIDOS E TENDO UMA FILHA AOS 14 ANOS, QUE MORREU AOS 28 DIAS DE NASCIDA. MESMO ESTANDO NO MEIO DELES NÃO ME PROSTITUI, NÃO USEI DROGAS E NEM ASSALTEI NINGUÉM, GRÇAS A DEUS. DA RUA Só TROUXE DE RUIM O VICIUO DO CIGARRO QUE AOS 43 ANOS DEIXEI.

CONSEGUI SER UMA MULHER HONESTA E DIGNA MAIS MESMO TRABALHANDO MUITO, NÃO CONSIGO PAGAR UM TRATAMENTO DENTARIO COMPLETO COM UM PROFISSIONAL DEBOM CORAÇÃO, PARA DEIXAR EU PAGAR COMO EU POSSO. HOJE OS MEDICOS DIZEM QUE PERDI MUITA MASSA OSSEA E PERDI 6 DENTES SEM UMA CARIE POR TER PROBLEMAS DE GENGIVAS, E AGORA OS DENTES QQUE SOBRARAM EM CIMA QUE SÃO16 DESCERAM E MACHUCA MUITO A PARTE DE BAIXO QUE AINDA TEM 10 DENTES.

TENHO IDO A DENTISTAS PARA TENTAR RESOLVER ESSE PROBBLEMA MAIS ELES NÃO TEM PAPO É PAGAR OU NÃO TEM ARGUMENTO. ME AJUDE POR FAVOR ESTOU DENTUÇA DE+, OS DENTES SEPARARAM D+, MORDO A MINHA BOCHECHA E MEUS LABIOS, ESCUTO ESTALOS NO MEU OUVIDO TODA HORA E SINTO DORES D+. HOJE TENHO 49 ANOS ACABEI O MEU ESTUDO O ANO PASSADO POIS MAL E PORCAMENTE SABIA LER E ESTOU TENTANDO FAZER UMA FACULDADE DE PEDAGOGIA PELO GOVERNO, FAREI O VESTIBULAR AGORA EM JULHO.

ESTOU APRENDENDO A USAR O COMPUTADOR COM MINHA NORA; JÁ TENHO ATÉ EMAIL VIU QUE CHIC QUE ESTOU? DEUS O ABENÇOE GRANDIOSAMENTE.”

Não tive mais retorno do caso, até que há poucos dias recebi nova mensagem de Neide. Selecionei alguns trechos:

“HOJE EU TENHO QUE AGRADECER PRIMEIRO A DEUS E DEPOIS AO SR. QUE FOI MEU ANJO DA GUARDA EM MANDAR AO DR. MARCELO O MEU EMAIL. PELA PRIMEIRA VEZ EU TIVE UM PISTOLÃO POR MIM. O DR. MARCELO JÁ ME ATENDEU E JÁ COMEÇOU OS PRIMEIROS PASSOS PARA RESOLVER OS MEUS PROBLEMAS DENTAIS, FUI TRATADA COMO UMA MADAME TAMANHA DEDICAÇÃO DE SUA EQUIPE. FIQUEI TÃO FELIZ QUE CHOREI DE ALEGRIA AO VER PESSOAS QUE NUNCA ME VIRAM ME TRATAREM COM TANTO CARINHO.”

O que posso dizer? Muito obrigado, Marcelo.

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03

May

09

Ditaduras, feminismos e relações de gênero

A amiga Juliana Kroeger faz parte da organização deste colóquio na UFSC que pode render boas pautas aos colegas antenados na história recente da América do Sul.

Evento na UFSC reúne pesquisadores do Cone Sul

Colóquio aborda ditaduras, feminismos e relações de gênero

Começa na segunda-feira, 4 de maio, o primeiro Colóquio Internacional Gênero, Feminismos e Ditaduras no Cone Sul. Durante quatro dias, serão discutidos temas como a trajetória de mulheres na luta contra as ditaduras no Cone Sul e o gênero da esquerda em tempos de ditadura.

As palestras e mesas redondas, abertas ao público, serão realizadas no auditório da reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina. Além disso, há 138 comunicações de pesquisa que serão apresentados em diversos grupos de trabalho.

Segundo Joana Maria Pedro, professora do departamento de História da UFSC e uma das organizadoras do evento, o Colóquio “pretende constituir uma rede de pesquisadores envolvidos com pesquisa e recuperação da história recente no Cone Sul sobre a temática gênero, feminismos e ditaduras, produzindo, na troca e exposição dos trabalhos, um momento de debate e de produção original de conhecimentos sobre a temática”.

Entre os palestrantes convidados estão a pesquisadora argentina Elizabeth Jelin, o médico paraguaio Alfredo Boccia Paz, a historiadora chilena Margarita Iglesias, a professora uruguaia Graciela Sapriza e a professora da Universidade Federal Fluminense Rachel Soihet.

A programação completa do evento está disponível em www.coloquioconesul.ufsc.br

As conferências de abertura e encerramento serão transmitidas ao vivo pela internet.

Para marcar entrevistas: Juliana Kroeger (48) 9911-1177
julianakroeger [ at ] yahoo com br

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18

Apr

09

Dois jingles do tempo da República Velha

Florianópolis, cidade linda, de nome tão feio, como quem mora aqui já sabe (ou devia), foi batizada assim em 1894 como homenagem de um deputado puxa-saco ao presidente Floriano Peixoto – então ainda bem vivo -, depois que ele mandou abafar a Revolução Federalista ao custo de quase 200 fuzilamentos na Fortaleza de Anhatomirim. Li hoje uma historinha jocosa também ligada ao nome do marechal. A fonte é a biografia Rubem Braga: um cigano fazendeiro do ar, de Marco Antonio de Carvalho. Braga a ouviu na infância, de um parente mais velho, e anos depois contou ao sobrinho Edson, que a revelou ao biógrafo:

Na campanha presidencial que colocou Floriano contra Custódio de Melo, em 1890, os partidários de Melo cantavam, nas ruas: “Floriano, Floriano, que nome horrendo/ começa cheirando, acaba fedendo”. Mas seus adversários respondiam no mesmo tom: “Custódio, Custódio, que nome tens tu! / Acaba com ódio, começa com cu!”

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07

Apr

09

A elegância da imperfeição

There is an anecdote, told and retold through translated Japanese literature, of a Zen master who is staying with a priest at a temple close to Kyoto. The priest is having guests over that evening, and he has spent much of the day in the garden-shaping the moss, plucking weeds, and gathering up the leaves in tidy arrangements, all in order to achieve the state of perfection the temple builders had originally designed.

“Isn’t it beautiful,” the priest asked the master…

The master nodded. “Yes…your garden is beautiful; but there is something missing…”

The old gentleman walked slowly to a tree growing in the center of a harmonious rock and moss combination. It was autumn and the leaves were dying. All the master had to do was shake the tree a little and the garden was full of leaves again, spread out in haphazard patterns.

“That’s what it needed,” the master said.

-Janwillem van de Wetering, The Empty Mirror

[via A List Apart, dica de Fabrício]

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07

Oct

08

Uma historinha de Realidade

Mylton Severiano (Myltainho), colunista da Caros Amigos, já integrou a redação de Realidade, revista que nos anos 60 fez história no jornalismo brasileiro. Pesquei de uma entrevista dele a Luiz Maklouf Carvalho (Profissão Repórter) esta historinha saborosa.

“O Narciso [Kalili] foi ao Nordeste fazer reportagem sobre uma vila de pescadores miserável. Chega lá, pega a verba de viagem, compra comida pra todo o mundo, distribui dinheiro. Manda pelo malote da Abril da capital daquele Estado, não sei se Salvador, Recife, bilhete mais ou menos nestes termos: ‘Paulinho, seu viado, me manda mais dinheiro que estourei a verba com os pescadores. Dá um jeito aí, pau no seu cu’, aquele jeito ‘delicado’ que o Narciso tinha de ser terno com os amigos, e o Paulo rasgou o bilhete, escreveu outro à máquina em nome do Narciso, dizendo que havia alugado um jipe para chegar à vila, o jipe atolou, tiveram de alugar trator para puxar, e tal, imitou a assinatura do Narciso, passou ao Roberto Civita, que autorizou mais verba.”

p.s.: Meus pais colecionavam Realidade. Rasguei algumas quando era bebê. Depois, aos oito, nove anos, “redescobri” suas reportagens maravilhosas, ao mesmo tempo em que curtia, fascinado, aqueles fotões lindos de página inteira. Ainda não sonhava em ser jornalista, mas a semente foi bem plantada.

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07

Oct

08

O OVNI do Morro das Pedras

Pedi e Maurício compartilhou o relato sobre o OVNI no Vida de Frila. Acredite se quiser.

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