Posts com a tag ‘amigos’

25

Apr

09

Sem palavras

Minha amiga Kátia Klock estreia este mês seu videodocumentário Sem palavras, sobre as dificuldades que os descendentes de alemães em Santa Catarina enfrentaram durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto do vídeo foi premiado pelo edital Cinemateca Catarinense, da Fundação Catarinensde de Cultura. Ainda não tive a oportunidade de conferir, mas pelo que conheço do trabalho e do talento dela, vem coisa muito boa por aí.

O documentário vai ser exibido nos dias 27 e 28 às 19h30 em Pomerode (Clube Pomerode); dia 29 às 19h30 Joinville (Cidadela Cultural Antarctica); dia 30 às 19h30 e 20h30 em Blumenau (Auditório Edith Gaertner, FCB) nos dias 7 (20h) e 8 de maio (13h) em Florianópolis, respectivamente no Centro Integrado de Cultura e no III Simpósio de Imigração e Cultura Alemãs da Grande Florianópolis (Auditório do Tribunal de Contas do Estado).
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@VanSchultz me disse que o bisavô dela precisou enterrar um baú com livros escritos em alemão, pra não ter que queimá-los. Ela já viu o filme e gostou.

Clique na imagem pra vê-la ampliada.

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24

Apr

09

O portão da praia

O portão da praia é o romance in-progress da Regininha Carvalho, que ela resolveu compartilhar com os leitores à medida que escreve. Dois capítulos já estão no novo blog, aberto a comentários moderados. Bela ideia, Regininha! A primeira frase:

A casa é a velha casa de sua família, e tem acompanhado gerações e mais gerações dos Vieira desde que chegaram dos Açores.

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22

Apr

09

Lagoinha do Leste no feriado


Depois de quatro meses de ensaios e cancelamentos, ontem (re)fiz a trilha da Lagoinha do Leste pelo costão, junto com a seleta companhia dos blogueiros Maurício “Vida de Frila” Oliveira, Laurinho “Meleca Verde” e Carlito “O Blog C” Costa. Ligeiros no teclado, Carlito e Laurinho já blogaram seus relatos – tem até mapa do trajeto. Andamos mais ou menos dez quilômetros entre a praia do Matadeiro, a Lagoinha e a praia do Pântano do Sul, incluindo um trecho pela estrada até passar um ônibus que nos levou ao carro do Carlito na Armação.

A trilha começou em torno das 9h30 com uma cerveja estupidamente gelada num barzinho na praia do Matadeiro, enquanto esperávamos o retardatário do Blog C (e outra gelada quando ele chegou). Pelo caminho, mato fechado, depois costão rochoso e descampado, plantas espinhentas, fontes dágua e o visual estupefaciante do mar. Pudemos ver que a parte leste da Ilha do Campeche tava coalhada de barquinhos de pesca, uns 29 ou 30 – há controvérsias pois não houve avaliação oficial da PM. À medida que avançávamos, o papo animado, cheio de tiradas maldosas (“uma vez vi o Fernando Marcondes de Mattos rondando por aqui, fiquei apavorado”; “o Frank não quis vir, vamos chamar ele pra jogar dominó”), trocadilhos infames (“pra fazer essa trilha tem que ser cabrito, o Carlito tá quase lá”) e imitações grotescas de aves da floresta foi cedendo espaço pro silêncio contemplativo e ofegante. Laurinho, que agora é escoteiro, liderou a fila boa parte do tempo.

O tempo nublado, com temperatura amena e sem vento, nos favoreceu bastante, exceto na hora das fotos, que perderam muito do colorido, e do mergulho na lagoinha – Carlito e eu ficamos de espectadores e tirei uma boa soneca enquanto Maurício e Laurinho agitavam na água fria. A Lagoinha do Leste continua confirmando a fama. Recentemente foi incluída com justiça pelo Guardian na lista das 10 praias mais bonitas do Brasil. Pena que esse lindo presente da natureza seja tão maltratado por alguns visitantes estúpidos, que deixam garrafas e sacos plásticos, embalagens de biscoito e outras sujeiras. Encerramos a aventura com uma deliciosa tainha assada no restaurante Mandala, no Pântano. Cansaço gostoso e uma noite de sono das mais tranquilas dos últimos tempos. Hora dessas tem mais.

Alguns cliques

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18

Apr

09

Frank em dose dupla

As férias e o nascimento da Alice lhe fizeram muito bem, moço.

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17

Apr

09

Recuerdos do chorinho do Rio

Escrevi o post sobre o choro lembrando do Raul, nosso amigo carioca que é assíduo frequentador dos shows de sábado na pracinha da General Glicério. Eu tinha certeza que ele ia comentar. E fez, lembrando também do pastel com caldo de cana. :) Um recuerdo sinestésico (som + sabor + cheiro).

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08

Apr

09

La mirada de Doña Carmen

A Dadivosa já está em Madri, onde vai passar um ano. Agora nós leitores vamos ter o privilégio de acompanhar suas narrativas gastronômico-filosóficas direto da velha Espanha. Num dos primeiros posts ela nos deixa com água na boca ao relatar a visita à Casa Benigna. Adorei essa foto que ela tirou de Doña Carmen, proprietária do restaurante artesanal, com seu olhar perdido no fim de noite.

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08

Apr

09

Relato do terremoto e o quadro que não caiu


Foto milagrosa de Chico Canhão.

Meu amigo Ayres, paulistano de nascimento e natalense por paixão, mora há alguns anos em Loreto, na Itália, com a mulher Gigliola e a filha Marina. Ele contou ao Diário de Natal como foi sua experiência de encarar o terremoto, que teve o epicentro não muito longe da sua cidade. A família mora no sexto andar de um edifício.

… Estávamos dormindo e fomos acordados pelo terremoto. Pensei que o prédio inteiro fosse desabar. Deu para sentir que os movimentos iam em duas direções. De um lado para o outro e de cima para baixo. Os quadros que estavam pendurados na parede caíram. A mesa da cozinha saiu do lugar e terminou encostada em uma das paredes. As luzes se apagaram. Vidros se quebraram. Móveis trepidaram. Chamei minha mulher e minha filha para escapar. Foram eternos trinta segundos. …

Pra mim, Ayres fez um relato mais informal:

Sempre tive horror a terremoto, por isso em 1984 decidi voltar pro Brasil. Cheguei lá e a terra tremeu em Baixa Verde (RN) destruindo um monte de casas. Fui morar perto do Morro do Careca que antigamente se chamava Morro do Estrondo. Uma noite ouvimos um barulho danado. Mas o mar estava calmo: era o velho Morro do Estrondo. Fizemos as malas e viemos pra Itália. Depois de um período tranquilo a terra não para de tremer. Estou pensando em aceitar o convite de uma querida amiga pra ir viver na Califórnia. Penso que lá encontrarei mais estabilidade. Tá decidido. Califórnia ou Japão.

Ele também contou que, no segundo tremor, todos os quadros da parede caíram, exceto um com uma foto de Chico Canhão em um terreiro de umbanda. Ao ouvir minha sugestão de deixar o sexto andar e se mudar pra uma casa, respondeu na lata: “Só quando todos os quadros caírem”. E garantiu que pra casa da sogra ele não vai.

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06

Apr

09

Smile


Smile, Charlie Chaplin , Modern Times, 1936.

Recebi este vídeo agora há pouco do amigo Ayres, que mora em Loreto, não muito longe do epicentro do terremoto que atingiu a Itália na noite passada. Já são mais de 50 mortos.

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04

Apr

09

O nome do DJ

A banda Coletivo Operante lançou ontem o single O nome do DJ. Clique aí e confira no Myspace deles.

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27

Mar

09

Que lindeza!

Anninha e Frank
de olhinhos brilhando,
com a doce Alice.

Foto de Soninha Vill.

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