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Sep06
Matou o Cinema e foi ao Governador
O longa-metragem de ficção Matou o Cinema e foi ao Governador estréia sexta-feira, 22, às 19 horas, no Cinema do CIC. Com dez episódios, cada um escrito e dirigido por um diretor, foi idealizado pelo cineasta Marco Martins pra “questionar a forma ditatorial como é conduzida a rarefeita política pública do governo para a cultura”, conta o Fábio Brüggemann, um dos diretores.








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O governo, seriamente, não tem desenvolvido o seu papel, como incentivador da cultura brasileira, no valor e peso que tinha de ser feito. No entanto não julgo caber somente ao governo apoiar a producação cinematográfica do País, uma vez que esses nunca terão um resultado bom, caprichado. Quando o Governo for efetivamente implementar o progrma de apoio às produções de cinema, eles serão reais contados, mera ajuda, até como forma de quietar, deixar sem balbúrdias o setor intelectual, talvez o que mais lhe faz medo.
O Brasil já teve seus tempos áureos de cinemas, quando Tônia Carreiro tinha seus vinte e pocuos anos, Anselmo Duarte era apontado com um dos maiores diretores de cinema, e, as produções eram bancadas pela iniciativa privada, com o governo entrado como uma contrapartida.
Julgo que é assim que deve funcionar. Enquanato a iniciativa privada brasileira, ou que seja, estranjeira, não optar por investir na área nós teremos a cada dia a criação de mais um documentário, como faz, com bom nível a Rede Globo. Vejam por exemplo o caso do Filme Central do Brasil, a meu ver, apesar de bom, não passa de um documentário, como é um documentário o Cidade de Deus, e o adaptado Auto da Compadecida.
Então não sinto que os atores brasileiros, que não têm nada a dever aos demais atores do mundo, viverem no Palácio do Planalto, atraz de favores, da parte do Governo .