20
Nov06
Lista de cinema 1
Peguei essa lista de perguntas no Mina de Letras, que por sua vez pegou em Tudo que é sólido desmancha no ar. É grande, mas divertida.
1) Primeiro filme que você viu no cinema?
Os Aristogatas. Adorei. Dia desses revi em DVD com o Miguel, que também curtiu bastante.
2) Primeiro ingresso que você comprou para um filme com censura 18 anos?
Lembro não. É curioso eu lembrar dos Aristogatas e ter esquecido disso.
3) Lanche de cinema preferido?
Prefiro comer depois do filme.
4) Melhor sessão de cinema?
Nenhuma em especial que eu me lembre. As que fui bem acompanhado foram as melhores, mas também já peguei sessões ótimas sozinho. Gosto particularmente quando tou numa cidade ou país diferente. Dá a sensação de que o ato de entrar numa sala de cinema me integra um pouquinho mais com o lugar.
5) Melhor coisa que te aconteceu numa sessão de cinema?
A epifania de me descobrir completamente apaixonado por essa arte. Foi aos vinte anos, vendo o ciclo de Buñuel no cinema do CIC: O anjo exterminador, Los olvidados, A bela do dia… Uma tarde, caminhando da faculdade pro cinema, a simples antecipação do ato de comprar o ingresso e entrar na sala escura me deu uma grande euforia. Senti que aquilo era o começo de alguma coisa importante pra mim.
6) Pior sessão de cinema?
Várias. Melhor nem lembrar. Mas em se tratando de cinema, até quando é ruim é bom. Raramente deixei uma sessão antes do fim.
7) Coisa mais idiota que você já fez depois de ter visto em um filme?
Encher a cara e vomitar. O filme era ruim.
8) Filme preferido de zumbi?
Não gosto não.
9) Já pagou para ver um filme e entrou escondido em outro?
Não. Já fui barrado num cinema em Campo Grande (MS) porque tava usando camiseta sem manga. Fui a uma loja, comprei uma camiseta e voltei. Era um filme descartável.
10) Já transou dentro de um cinema?
Prefiro comer depois do filme.
12) Almodóvar preferido?
Tudo sobre minha mãe e Fale com Ela, empatados.
13) Woody Allen preferido?
A Era do Rádio. Encantador.
14) Bertolucci preferido?
Assédio. Pela história e pela trilha sonora lindíssima.
15) Hitchcock preferido?
Difícil dizer, são tantos. Vá lá, Psicose.
Continua.
20
Nov06
Worldometers
Amantes de estatísticas atualizadas em tempo real, divirtam-se. Hoje, por exemplo, nasceram até este exato momento 252.139 pessoas no planeta e morreram 103.712. O software traz informações sobre água, alimentos, energia, saúde, desmatamento, livros publicados, páginas de jornais etc etc. Dá pra fazer estimativas pra datas futuras.
[pesquei no bookmark del.icio.us do Rogério Mosimann]
19
Nov06
Vida na floresta
Em janeiro vão se completar nove anos que viajei com Laura à reserva extrativista de seringueiros do Rio Cautário, em Rondônia, perto da fronteira com a Bolívia. Foi uma experiência extraordinária. O Cautário é um dos lugares mais remotos onde já estive e uma das raras comunidades brasileiras que não têm luz elétrica nem tevê. Tão marcante quanto a presença poderosa da selva foi a hospitalidade dos ribeirinhos. Escrevi este relato com fotos de Laura e webdesign de Taíssa Abdala. O garoto da foto de chama Divino e tinha onze anos na época. Gostaria muito de saber como vive hoje.
19
Nov06
Aí é luta, patuléia!
A repórter Vanessa Bárbara fez uma saborosa matéria sobre palíndromos na segunda edição da revista piauí. Conta até que existe um medo mórbido de palíndromos chamado aibofobia, palavra que não tem raiz latina nem grega, mas funciona também de trás pra frente. E que há uma desavença fonética opondo a jovem guarda aos tradicionais praticantes dessa arte. Alguns palíndromos citados no texto:
Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces.
(Rômulo Marinho)Rir, o breve verbo rir.
(Laerte)Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta.
(Chico Buarque)Lá vou eu em meu eu oval.
(Marina Wisnik)Ô padre, meu, que merda, pô!
(Sofia Mariutti)Aí é luta, patuléia!
(Paulo Werneck)Alzira no colo: coloco nariz lá.
(Chico Mattoso)
~
“Para os que amam as palavras, o palíndromo representa uma espécie de felicidade em estado puro: é a frase espelho, a perfeição na simetria, ou a serpente que morde a própria cauda, o ingresso no círculo mágico dos vocábulos que não têm fim”.
Claude Gagnière, poeta francês, citado neste ótimo artigo de Rômulo Marinho.
18
Nov06
Brunitezas: primeiras palavras
Tá tá tá. Tá tá tá.
Quero crer que é “papai”.
Laura acha que é “batata”.
18
Nov06
Brunitezas: alguns apelidos caseiros
- Brunito
- Brunocas
- Bono
- Pé de pão
- Xocotó
- Cheiroso
- Dingo Diringo
- Tico-Tico
- Fraldinha
17
Nov06
Mundo bizarro: celibato obrigatório
Vaticano reafirma o celibato dos padres. Deus proteja as criancinhas.
17
Nov06
Como remover odores do microondas
Não tenho microondas nem planejo comprar, mas achei essa dica da Dadivosa muito legal e compartilho com vocês. Aliás, ô blog saboroso o dessa garota prendada.
~
Por que não compro um microondas? Sei lá, gosto do poder do fogo.
~
No feriadão fiz uma roda de fogo no quintal. Cavei um buraco de 1,2o m de diâmetro por 40 cm de profundidadade e forrei as paredes com três camadas circulares de tijolos. Falta conseguir umas pedras bonitas pra colocar ao redor do círculo cabalístico.
17
Nov06
Os dez mais no ranking do IDH
Os dez melhores países pra se viver, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU:
- Noruega
- Islândia
- Austrália
- Irlanda
- Suécia
- Canadá
- Japão
- Estados Unidos
- Suíça
- Holanda
Conheço superficialmente 1, 5, 7, 8, 9 e 10. Eu não escolheria nenhum deles pra viver. Talvez um tempo em Amsterdã…
17
Nov06
My baby this week: 7 1/2 months
Your baby is beginning to understand a lot about how things in his world work. Some of the concepts may seem basic to you, but they’re revelations to an infant. One example is “object permanence,” or understanding that an object continues to exist even after it disappears from sight. Earlier, he may have been distressed by your disappearance (even if it was just to hide your face in your hands): He didn’t understand where you went. But he now knows that when you cover your face, you’re still right there – and he’s delighted to discover he was right when you move your hands away and gently say “Boo!” You can play a variation of this game by covering a toy with a blanket or holding it behind your back for a few seconds.
Similarly, if your baby drops a toy or his pacifier out of his crib, he may look over the edge for it – whereas in the past he cried for the object because it had “gone missing.” This is one more exciting baby step away from the complete helplessness of an infant and toward the increasing self-reliance of an older baby.







