07
Dec06
Olé: espanhol com desconto no verão
Não tou ganhando nada com o anúncio, mas faço questão de divulgar a escola do André Gassen e do Rafa. Fica na Agronômica, em Floripa, perto do Centro Integrado de Cultura.
Olé idiomas – Cursos de Espanhol no VerãoPromoção de Aniversário com 40% de desconto!Cursos regulares ou intensivosAulas particulares, semi-particulares ou em grupoProfessores da Espanha, Argentina e ColômbiaMétodo igual ao utilizado pelas escolas da Comunidade Européia(Adaptado ao Marco de Referência Europeu)Informações: (48) 3333-4629 ou no site www.olefloripa.com.br
06
Dec06
Miguelices: tecnologia
Conversa na mesa do jantar.
- Sabia que quando eu era criança não tinha computador nem internet lá em casa?
- Não?
- Tinha não. Nem celular. Nem telefone.
- Roubaram tudo?!
05
Dec06
Lendo: Hemingway e Kaiser
Tou alternando: de manhã leio Do outro lado do rio entre as árvores, uma das obras mais intimistas de Hemingway. De noite e madrugada, ataco o dionisíaco Tempos Heróicos, de Jakzam Kaiser.
O curioso é a diferença radical de ritmos entre os dois romances. No primeiro só aconteceu basicamente isso até a metade do livro: o protagonista, coronel americano cinqüentão com doença terminal, chegou de carro em Veneza – pelo caminho veio apreciando a paisagem e recordando os tempos de guerra -, se instalou no hotel, foi a um bar, tomou martínis secos com a amada italiana de 19 anos, filosofaram sobre o amor e a vida, saíram caminhando de volta ao hotel, olharam jóias numa vitrina, ela lhe deu um brinco de esmeralda de presente, subiram pro quarto dele, se beijaram diante da janela e ela retocou a maquiagem. Agora se preparam pra jantar.
No segundo livro, também já pela metade, o protagonista, jovem estudante de Porto Alegre, já comeu várias gatas, se envolveu em brigas de rua, saiu de casa e foi morar sozinho, fez as pazes com o pai, pegou caronas, entrou de penetra em festas, acampou no litoral catarinense, fumou um monte de baseados, comeu cogumelos, virou a noite em bares, leu Bukowski e Henry Miller, participou do congresso da UNE em Salvador, apanhou da brigada militar em passeatas, pichou muros, foi preso, fez panfletagem em porta de fábrica, se apaixonou, passou no vestibular em duas faculdades, abandonou engenharia e escolheu jornalismo…
Fecho as páginas de um e retorno ao outro. Sopra um vento frio em Veneza. O jantar vai ter como entrada lagosta fria com maionese.
05
Dec06
Brunitezas: tchauzinho
Bruno completou oito meses no domingo. Tá um fofo cheiroso e gostoso de apertar. Já senta sozinho no tapete – às vezes cai de lado, mas cada vez menos -, e se arrasta atrás dos brinquedos. Tem um baita apetite, adora frutas e papinha. Hoje de manhã, pela primeira vez, acenou pra mim quando eu saía pro trabalho.
05
Dec06
Wikipediando: Alberto Fuguet
Acho que já escrevi dele aqui. Bom, a repetição tem lá seu valor. Descobri Alberto Fuguet meio por acaso numa livraria de Valparaíso. Li dele Sobredosis (contos, 1994), Mala Onda (traduziram “Baixo Astral”) e Os Filmes de Minha Vida. A literatura dele é urbana, mordaz e despojada dos artifícios do realismo fantástico. Mala Onda é sobre um adolescente chileno de classe média-alta nos anos 80, em meio aos problemas e prazeres cotidianos da sua faixa de idade e ao clima de asfixia da ditadura Pinochet (que, aliás, está quase batendo as botas esses dias; é impressionante como esses crápulas são longevos). Os Filmes… é um relato meio autobiográfico sobre a vida de um chileno que foi criado na California e depois retornou a Santiago. A história é pontuada pela lembrança de filmes marcantes que ele viu.
04
Dec06
04
Dec06
04
Dec06
Polêmica pra fotógrafos
O colunista de tecnologia do NY Times, David Pogue, fez um teste com cem pessoas e assegura em seu blog: não há diferença perceptível entre a qualidade de uma foto com câmera digital de 5 megapixels e uma de 12 MP até o tamanho de uma reprodução em cartaz pequeno. A pessoa que aperta o botão faz diferença, a lente influencia, mas o número de pixels, a partir de um certo ponto, não altera a maneira como o olho humano percebe a imagem.
03
Dec06
Diálogo possível no comércio varejista
Ao interfone na porta de uma loja, às 13h30 de um dia de semana:
Cliente: – Boa tarde.
Lojista: – Só abrimos às duas.
Cliente: – Então tá, eu não vou lhe dar trabalho.
[by Laura]
03
Dec06







