26
Apr10
25
Apr10
The Monkees
Na série Sobe BG, que o Alexandre Gonçalves está publicando no blog Coluna Extra pra homenagear trilhas de filmes e programas de TV, ele trouxe ontem The Monkees, banda de quatro cabeludos que fazia paródias dos Beatles em um programa da NBC. Os Monkees fazem parte da trilha televisiva da minha infância. Catei no youtube esta música, I’m a Believer – os meninos me lembram aqui que é trilha do Shrek.
Minha favorita deles é Daydream Believer:
16
Apr10
CurtaDoc no amor e no cárcere
Compartilho:
Cadeias superlotadas, mulheres que amam presidiários e jovens e velhas prostitutas são assuntos focados nos quatro documentários do CurtaDoc desta semana. Agrupados sob o título À Margem, o programa será exibido na terça-feira 20, às 21 horas, no SESCTV, e com reapresentações na quarta, sábado e domingo para todo Brasil. A convidada especial esse episódio é a professora de cinema Ramayana Lira, da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).
“Se a gente pensa a realidade com um certo impulso documental, essa realidade é uma espécie de caminho, de rua. E como qualquer rua, as calçadas delimitam a passagem. O que eu vejo em alguns documentários é uma tentativa de desestabilizar estes limites, essa calçada, que recorta essa rua e provoca um olhar exatamente para a margem, para o lado”, reflete Ramayana.
Vila Mimoza, de 2001 com direção de Felipe Nepomuceno, é um documentário de apenas sete minutos. O filme elabora uma narrativa pungente sobre as personagens de uma região de prostituição do Rio de Janeiro. De uma entrevistadas, há o depoimento: “Agora meu coração virou um coração de pedra. Agora vai ter que vir um escultor para abrir ele a martelada”.
Visita Íntima, realizado em 2005 por Joana Nin, é um filme sobre mulheres que amam demais. Todas apaixonadas por presidiários. Há o caso de uma delas que espera o marido há 30 anos. Mas a maioria começou a namorar homens que já estavam presos. Visita Íntima discute este amor de mulheres que muitas vezes também vivem na condição de encarceradas.
Lotado, de 2004, dirigido por Luanda Lopes, discute a superlotação carcerária do Rio de Janeiro, um problema que atinge todo sistema presidiário brasileiro. Há celas com 12 metros quadrados que chegam a abrigar mais de 60 presos. Os presidiários que se revezar para dormir é o clima é de tensão permanente.
Aurora, documentário de 2002, de Kiko Goifman e Jurandir Muller, aborda a vida de velhas prostitutas do Rio de Janeiro que continuam na profissão. Nos relatos, entremeado por antigas estátuas abandonadas, há depoimentos sobre o desamor no tratamento estúpido dispensado a elas pela maior parte de seus clientes.
O CurtaDoc é exibido semanalmente em rede nacional. Durante o período de inscrições no primeiro semestre de 2009, foram inscritos 520 filmes e selecionados 125. As inscrições continuam e podem ser feitas no site em www.curtadoc.tv, que será transformado em um banco de dados do documentário brasileiro em curta-metragem. A produção é da Contraponto e a realização do SESCTV.
O QUÊ: Programa CurtaDoc
EPISóDIO 26: À Margem
QUANDO: 20 de abril, terça-feira, 21 horas.
REPRISES: quarta (21) à 1h; sábado (24) às 22h; e domingo (25) às 19h.
ONDE: SESCTV, canal 3 da Sky em todo o Brasil.
Outras operadoras, consulte: www.sesctv.org.br.
CONTATO:
Direção: Kátia Klock • (48) 3334 9805 | 9989 4202
Produção executiva: Mauricio Venturi • (48) 3334 9805 | 8411 6229
Comunicação: Fifo Lima • (48) 4141 2116 | 9146 0251
13
Apr10
Ilha 70
SC em Cena – Ilha 70 (primeiro episódio). Muito bom este documentário dirigido e roteirizado por Marco Martins e Loli Menezes, da Vinil Filmes.
16
Mar10
Sobe BG
O Alexandre Gonçalves me convidou e escrevi um post pro blog dele, Coluna Extra, sobre trilhas sonoras marcantes de filmes e seriados de tevê. Gostei da iniciativa e selecionei quatro – das três primeiras eu já tinha comentado aqui no blog em notas esparsas. Depois da minha participação, virão as de outros leitores do blog, todas agrupadas na tag Sobe BG - indicação técnica usada em roteiros pra sinalizar que o som ambiente aumenta.
22
Feb10
Manual de Reportagem
Rafinha Bastos, baseado na obra do jornalista britânico Charlie Brooker, “How To Report The News”. [via @suzannevaladon]
21
Dec09
21
Dec09
O universo conhecido
Esta animação do Museu Americano de História Natural mostra uma viagem do planeta Terra até os confins do universo conhecido até o momento pela ciência.
[dica do Fabrício Boppré]
17
Dec09
Hell No
Sondre Lerche faz dueto com Regina Spektor num show em Oslo, com a música Hell No, da linda trilha sonora do filme Dan in Real Life.
p.s.: Gracias ao Yan Boechat, que me apresentou ao cantor e compositor norueguês.
12
Dec09
Viagens no tempo: o curso de Jornalismo da UFSC
O Alexandre Gonçalves trouxe do fundo do baú dois vídeos que marcam os 30 anos do curso de Jornalismo da UFSC. Muito bom rever aqueles momentos, muito bom mesmo! Foram anos intensos e tenho certeza que as pessoas que compartilharam essa experiência comigo também vão sentir umas pontadas de saudade. O primeiro vídeo foi produzido pelos alunos Júlio Ettore Suriano e Laís Mezzari pra marcar os 30 anos de fundação do curso, comemorados em 2009. O outro, que copio abaixo, é de autoria dos então estudantes Felipe Seffrin e Dirceu Neto e foi exibido na abertura da 5a. Semana do Jornalismo, em julho de 2006. Agradeço a eles pela oportunidade de fazer esse mergulho na memória afetiva.
Era um tempo de privações quanto a equipamentos e espaço, mas a gente conseguia driblar a escassez e se divertia muito. Nesses corredores e salas se deu uma parte importante da formação de toda uma geração de jornalistas: debates intensos, festas loucas, experimentações de linguagem, protestos bem-humorados, risadas de corredor, descobertas de livros, filmes, sons, imagens, histórias… Contestador por natureza, o curso de Jornalismo exalava um permanente clima de paixão, que favorecia a criatividade e às vezes descambava pra brigas. Mas o que gosto de lembrar é dos momentos de alto astral coletivo, da sensação de pertencermos todos ao mesmo barco, mesmo que às vezes polarizados entre “comunicação” e “jornalismo” (um debate meio perdido no contexto de hoje, me parece). Frequentei formalmente o curso de 1986 a 1991 – e depois informalmente até 96, acompanhando a galera da Laura. Lá fiz amizades eternas com colegas e professores. Essa é a herança mais preciosa daqueles anos.
p.s.: Não faço ideia de como é o atual clima do curso, nem sou chegado a saudosismos do tipo “no meu tempo era melhor”. Cada grupo faz o seu tempo do seu jeito. Mas acho legal que o pessoal que está no Jornalismo da UFSC agora conheça um pouco dessa história, pra valorizar o presente que tem nas mãos.
Jornalismo UFSC – Viagem no Tempo from DEJOR UFSC on Vimeo.







