06
Jul07
05
Jul07
La Biennale di Marina: We’ll die
Marina, a filha dos meus amigos Ayres Marques e Gigliola Capodaglio, visita na Bienal de Veneza a vídeo instalação de Yang Zhenzhong, artista da China: “We will die”. Pra ver direto no youtube, clique aqui (4’38″).
03
Jul07
Camelos felizes na Austrália
Diretamente de Sydney, via youtube, um clipe engraçado e cheio de amor de Marcelo, Elizângela e do menino que tá a caminho. Ele editou o vídeo durante as tempestades que atingiram a cidade este ano. Saudades, amigos!
03
Jul07
Caminhos das Américas: a viagem continua
Depois de uma capotagem na Guatemala – da qual saiu ileso, mas não seu Land Rover – Serginho Severino se prepara pra prosseguir a viagem rumo ao Alasca.
02
Jul07
O Blogue do Brüggemann tá de volta
Boa notícia pra começar a semana e o segundo semestre: Fábio Brüggemann tá de volta com seu blog, agora com novo nome e endereço, reproduzindo textos da ótima coluna que ele publica no Diário Catarinense. Cultura é o mote. Nesse balaio cabe muita coisa. Confira em http://www.bloguedobruggemann.blogspot.com/
27
Jun07
Caminhos das Américas: acidente de percurso
Acabo de ler no blog do Serginho Severino que ele capotou o Land Rover na Guatemala, num acidente envolvendo um caminhão. Mas ele está bem. O post foi escrito dia 18. Pelo que li nos comentários, Serginho tá procurando peças de reposição. Então a viagem ao Alasca continua.
11
Jun07
Fotos e fronteiras
Silvia Pavesi e Eumano Silva estão dando uma banda pela América Latina e compartilham suas fotos neste blog. A primeira leva é de imagens da Bolívia, um dos países que acho mais bonitos e bacanas de mochilar.
30
May07
Ídolos: a voz do Campeche na TV
Julie Philippe é filha dos amigos Vianney e Márcia, aqui do Campeche, Floripa. Essa moça de 19 anos que conheço desde menina, de jeito doce e voz afinadíssima, é uma das 16 finalistas – de quase 50 mil candidatos – do programa Ídolos, que vai ao ar hoje às 20h30 no SBT. Confira o vídeo no youtube (2’17″), veja o programa e, se gostar, dê seu voto ao talento.
Pra votar: ligue para 0 14 41 8401 0200, escolha Julie e espere a confirmação do voto; mande mensagem SMS (todas as operadoras exceto Claro e Oi) para 49762 com a palavra JULIE no corpo da mensagem. Pode votar até hoje, quinta (31/05) às 17h.
28
May07
Caminhos das Américas: Panamá
Serginho já está no Panamá. No mapa acima, o traçado azul é a indicação do caminho percorrido por ele. O GPS tá marcando tudinho. Quem quiser o mapa completo é só pedir pra ele no blog. Dá pra visualizar todo o roteiro passo a passo em uma animação no Google Earth, desde a saída dele de São Paulo, rua por rua. Já não se faz mais aventuras como antigamente…
Trecho de um post bacana dele com um balanço da primeira etapa da viagem:
(…) A America do sul é uma região incrível com uma diversidade geográfica, cultural e social incrível. Talvez por isso muita gente que eu conheço viajando pelo mundo diz ser um dos melhores lugares no mundo pra conhecer. (…)
Concordo 100%, Serginho. Viajar pra outros lugares e deixar de lado a América do Sul é como conhecer o outro lado da rua e nunca ter entrado no próprio quarto. A riqueza humana e natural deste continente é imensa.
Mais aqui
24
May07
Brincadeiras na neve
Primeira neve do ano na serra. E o frio continua:
Os catarinenses podem ficar certos de uma coisa: vão sentir muito frio, pelo menos, durante os próximos 10 dias. A massa de ar polar que entra pelo Oeste e pelo Sul do Estado derruba drasticamente as temperaturas, e frio abaixo de zero deve ser registrado de hoje até domingo.
Por incrível que pareça, moro em Santa Catarina há 21 anos e nunca vi neve aqui, embora ela venha quase todo ano. Ou derrete quando chego à Serra, ou por algum motivo não posso ir lá conferir. O pessoal que vive nos países gelados deve achar graça do fascínio que os fiapos de neve provocam nos brasileiros. Culpa dos desenhos animados que passam no nosso Natal escaldante, mostrando a meninada que espera Papai Noel na maior friaca.
A primeira vez que vi neve foi na Bolívia, no topo das montanhas. De longe, pela janela do ônibus. Depois vi nevar em Praga, numa primavera gelada sobre a ponte Karluv – aquela famosa das estátuas de santos, cartão postal checo, talvez a ponte mais charmosa do mundo. Chovia fino, daí vieram uns floquinhos de nada e logo viraram chuva de novo. Mesmo assim deu tempo de abrir a boca e provar o gosto – a gente vira criança mesmo. Hmm, picolé de chuva ácida.
Na clareira de um bosque suíço fiz um piquenique romântico com a Laura. Ao redor de nós o chão tava coberto de neve misturada com lama. Preferi provar só pão e vinho.
Também vi nevar no topo da Zugspitze, maior montanha da Alemanha (2.962 m, diz a Wikipedia). Tinha uma grande quantidade acumulada e realizei uma antiga fantasia besta: me joguei no chão de braços abertos, de costas, que nem os Beatles num dos filmes deles. Me senti o Ringo, o mais narigudo e palhaço dos Fab Four.
Tinha uma fantasia de infância: brincar de batalha com bolas de neve. Realizei na Noruega, numa minúscula estação de trem chamada Flam, onde fizemos uma baldeação. Ao redor dos trilhos havia um labirinto de paredes de neve acumulada, com mais de três metros de altura. Meu adversário era o amigo Eirik Eng, exímio atirador de bolotas desde a infância. Acertei algumas na cachola dele, mas por melhor que fosse minha pontaria, não dava pra vencer um nativo.
Nunca me entusiasmei com esqui ou trenó. Mas tenho outra fantasia ainda não realizada que compartilho com o Miguel: fazer um boneco de neve. Quem sabe neste inverno. Nem que seja um pokemon de neve, pela quantidade que costuma cair em São Joaquim.










