25
Oct06
Testemunha ocular
O Witness é um projeto interessante lançado em parceria com o Global Voices. Seu objetivo é usar o poder do vídeo pra denunciar abusos contra os direitos humanos; dar condições pra que organizações de diversos países possam melhor documentar e divulgar as violações. Nestes tempos de crescente difusão de vídeos artesanais pela internet, é uma iniciativa relevante e bem-vinda.
25
Oct06
Dica quente de passeio em Floripa
O barco Ondança faz passeios pela Lagoa da Conceição e mar dos arredores. É conduzido pelo simpático casal Dieter e Annemaria – ele suíço, ela holandesa. Lotação pra 14 pessoas com conforto, charters de dia e de noite, banheiro e bar a bordo, escada pra mergulho, equipamentos de segurança ok, atendimento em português, espanhol, inglês, holandês e alemão. Fiz esse passeio no verão passado e adorei.
(48) 3232 1965 / 8803 3772
ondanca@gmail.com
25
Oct06
Second life
Quer uma segunda chance na vida? Second Life é um mundo digital online imaginado e criado pelos seus próprios residentes.
24
Oct06
Miguelices: pai entrevista filho
Fiz esta entrevista em setembro de 2005, quando Miguel tinha 2 anos e 10 meses de idade. A pedido dos amigos, republico.
- Miguel, o que é o vento?
- É aquilo que derruba as folhas. Eu acho que ele não tem mão.
- E o passarinho?
- É aquilo que voa e pousa, voa e pousa…
- E o boi?
- É aquilo que come capim, igual ao cavalo.
- O que é flor?
- É aquilo que abre e fecha.
- E nuvem?
- É o que escurece e chove.
- E chuva?
- É o que faz barulho no vidro do carro.
- E livro?
- É aquilo que lê e fecha.
- O que é futebol, filho?
- É assim, ó [mostra]: chuta e cai! Não pode deixar o Ronaldinho chutar. Depois leva o goleiro no médico.
- O que é notícia?
- Notícia é um fogo que pega no avião.
- E avião?
- É aquilo que faz uma corrida no céu.
- O que é mar?
- É aquela coisa salgada que não dá pra comer. É aquilo que leva as crianças embora.
- E herói?
- É aquilo que corre assim, ó [mostra], pra matar os “anemigos”.
- O que é neném?
- É aquilo que chora bastante e faz xixi na calça.
- Por que o neném tá dentro da barriga?
- Porque o neném nada.
- E skate?
- É muito radical.
- O que é radical?
- É o skate que sobe pelo vidro e corta o olho do gato amarelo.
- O que é música?
- É aquilo que toca no berimbau. Na capoeira.
- O que é o dia?
- É de sol.
- Onde fica o Japão?
- Fica lá longe.
- Onde é longe?
- Onde tem o Japão.
- O que é um animal feroz?
- Aquilo que faz assim, ó: uéééé!!!!
- O que é choro?
- Quando a mamãe vai trabalhar.
- Pra que serve o travesseiro?
- Pra deitar e sonhar com a girafa.
24
Oct06
24
Oct06
Caminhada
“… o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”.
Guimarães Rosa [citado por Tutaméia]
23
Oct06
outdoor glitch
if you are lucky to be near when something breaks, you are rewarded with a complete x-ray of the system in question, a valuable information you can use to infer the system at any time.
23
Oct06
De dores e tempo
“O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada. O tempo apenas tira o incurável do centro das atenções”.
20
Oct06
Uma educadora brasileira em Timor-Leste

Em março de 2005, depois de ser selecionada pelo Ministério da Educação entre mais de 13 mil candidatos, a professora Maria Inês Amarante embarcou pro Timor-Leste pra atuar em um projeto de cooperação internacional. Fiz uma longa entrevista com ela sobre sua experiência: o contato com a população local e com os dirigentes do país, os momentos de insegurança com a crise política, suas impressões sobre a discriminação de mulheres, a fragilidade das instituições, a violação de direitos… Maria Inês também conta da pesquisa que está iniciando sobre os meios de comunicação timorenses – principalmente o rádio -, as mulheres e a oralidade. A entrevista tá aqui, em copyleft. Fique à vontade pra reproduzir no todo ou em parte – basta citar o autor e dar link pra fonte.
19
Oct06
Um dia daqueles
8h: pesquisa de campo pra um frila.
9h30: carro quebrado no Morro das Pedras.
9h40: mecânico – “É o motor de arranque”.
9h45: pitangas docinhas na beira da estrada.
10-11h: três ônibus até o centro.
11h-13h30: café-trabalho-café-trabalho.
14h: restaurante Vida. Encontro um cara que não via há 10 anos.
15h: mecânico no fone: “Vai sair por R$ 160. Pronto só amanhã”.
14h30-17h40: café-trabalho-café-trabalho.
Previsão:
17h40-18h15: três ônibus pra casa.
19h20: pediatra com Bruno.
Altas horas: dormir.
~
E ainda encontro tempo pra blogar…








