Posts com a tag ‘english’

07

Apr

09

A elegância da imperfeição

There is an anecdote, told and retold through translated Japanese literature, of a Zen master who is staying with a priest at a temple close to Kyoto. The priest is having guests over that evening, and he has spent much of the day in the garden-shaping the moss, plucking weeds, and gathering up the leaves in tidy arrangements, all in order to achieve the state of perfection the temple builders had originally designed.

“Isn’t it beautiful,” the priest asked the master…

The master nodded. “Yes…your garden is beautiful; but there is something missing…”

The old gentleman walked slowly to a tree growing in the center of a harmonious rock and moss combination. It was autumn and the leaves were dying. All the master had to do was shake the tree a little and the garden was full of leaves again, spread out in haphazard patterns.

“That’s what it needed,” the master said.

-Janwillem van de Wetering, The Empty Mirror

[via A List Apart, dica de Fabrício]

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26

Mar

09

A nova escola britânica em construção

Proposta de revisão no currículo das escolas primárias do Reino Unido dá mais liberdade aos professores para ensinar sobre Twitter, blogs, podcasts e Wikipedia, conta The Guardian. Até 11 anos as crianças devem adquirir fluência na escrita a mão e no uso do teclado; aprender a escrever corretamente e usar o corretor ortográfico. A proposta também prevê o reforço no ensino da cronologia dos fatos, mudanças e períodos históricos; e mais ênfase em saúde, dieta e atividade física. O período vitoriano e a Segunda Guerra Mundial não são mais obrigatórios, pois fazem parte do currículo curso médio. Enquanto isso, aqui no Brasil, o Congresso discute a proibição de celulares nas escolas.
[ via @belcolucci e @garotasemfio ]

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26

Feb

09

O caminho do dragão e o céu que nos protege

Neste carnaval vi pela primeira vez um filme de Bruce Lee: Way of the dragon, filmado em 1972, um ano antes de sua morte precoce aos 32. É uma comédia de ação que se passa em Roma – escrita, dirigida e protagonizada pelo próprio -, com roteiro tosco, mas belas coreografias de luta. Uma curiosidade é que o antagonista do filme é interpretado por Chuck Norris, que foi discípulo de Lee. A história desse ator, filósofo e lutador de artes marciais que se tornou um símbolo da cultura pop nos anos setenta é fascinante, como conta a Laura sobre a biografia dele, Bruce Lee – Definitivo (Marco Antonio Lopes, editora Conrad). Por exemplo, ele já foi exímio dançarino de cha-cha-cha.

Fui atrás de mais informações na Wikipedia e um link foi me levando a outro. Em 1993 o filho dele, o também ator Brandon Lee, morreu num acidente bizarro, atingido por um tiro que era pra ser de festim durante as filmagens de O corvo. Pouco antes de sua morte, Brandon Lee havia incluído no convite de seu casamento uma citação do escritor Paul Bowles (autor de The Sheltering Sky – O céu que nos protege, que foi adaptado pro cinema por Bertolucci). A citação está gravada no seu túmulo, o que levou muitos fãs a atribuírem-na ao ator:

“Because we don’t know when we will die, we get to think of life as an inexhaustible well. And yet everything happens only a certain number of times, and a very small number really. How many more times will you remember a certain afternoon of your childhood, an afternoon that is so deeply a part of your being that you can’t even conceive of your life without it? Perhaps four, or five times more? Perhaps not even that. How many more times will you watch the full moon rise? Perhaps twenty. And yet it all seems limitless…”

[Minha tradução fast-food:

Por não sabermos quando vamos morrer, tendemos a pensar na vida como um bem inesgotável. Mas cada coisa acontece apenas um certo número de vezes, na verdade um pequeno número. Quantas vezes mais você vai lembrar de uma certa tarde da sua infância, uma tarde que pertence tão profundamente ao seu ser que você não consegue conceber sua vida sem ela? Talvez quatro ou cinco vezes mais? Talvez nem mesmo isso. Quantas vezes mais você vai ver a lua cheia nascer? Talvez vinte. E ainda assim tudo parece sem limites…” ]

p.s.: Se este post tivesse trilha sonora, seria Um Índio, de Caetano.

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25

Feb

09

Frase da vez, hoje e sempre: wasted time

Esta aqui bem que podia ser um mantra pra mim. Peguei no blog zenhabits:

“The time you enjoy wasting is not wasted time.” – Bertrand Russell

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15

Feb

09

Três boas ferramentas online pra jornalistas

Três? Há dezenas, claro, mas vou me limitar às que mais achei interessantes na navegada que acabo de fazer. Antes vou mostrar o mapa do percurso, que também vale cada clique.

  1. Qipit. Ferramenta pra copiar, arquivar e compartilhar documentos com a câmera do celular ou câmera digital. É o que o agente 007 interpretado por Sean Connery adoraria ter nas suas missões pela Alemanha Oriental nos anos sessenta. Você fotografa uma página de anotações manuscritas, apontamentos num quadro-negro ou um documento impresso e envia a foto por e-mail pro site, que a transforma em um pdf legível. O Qipit dispõe do recurso de tags pra facilitar a organização do material.
  2. Jott. Você manda notas, lembretes e recados por voz pelo celular e eles são enviados aos destinatários na forma de e-mails ou mensagens de texto.
  3. Google Calendar. Já uso há algum tempo e abandonei de vez a agenda de papel. Uma grande vantagem é que pode ser facilmente programada pra enviar um SMS pro seu celular e/ou um e-mail pra sua conta, com a antecedência marcada pra cada compromisso – uma hora, duas horas, dois dias… Também dá pra criar várias agendas e compartilhar itens com outras pessoas.

p.s.: A pesquisa pra redigir este post foi feita exatamente na hora ganha com o fim do horário de verão.

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13

Feb

09


“Sony Releases New Stupid Piece Of Shit That Doesn’t Fucking Work”. Vídeo produzido pelo site humorístico The Onion. In English.

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30

Jan

09

Pílulas brasilienses

Na entrada do hotel onde tou hospedado tem uma Rural que pertenceu a JK. Conservadíssima, linda. Tenho vagas lembranças de infância de uma Rural na família, do pai ou de um tio.
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Hoje vi um cachorro preto passear de lancha e depois de jet-ski no lago Paranoá.
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Pitomba, nosso taxista cearense, contou que tem sucuri no lago. Gugleei “sucuri + paranoá” e encontrei uma matéria legal do Correio Braziliense, de 2003, sobre o que essas águas escondem.
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Semana passada o Botelho, catarinense radicado em Brasília, me contou uma história engraçada que presenciou em Salvador. Ontem ele botou no blog: Emplacamento baiano.
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Comida goiana é boa demais. Tem muita semelhança com a mineira. Mas não me arrisco no pequi, aquela armadilha espinhenta com jeitinho inocente.
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Lendo: Em águas profundas: criatividade e meditação, de David Lynch, o diretor de Veludo Azul e Mullholand Drive – Cidade dos Sonhos, dois dos filmes mais oníricos que já vi.
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O tuiteiro @tiagomx dá a dica: http://twtip.com, saite com dicas sobre Google, Photoshop, writing, life etc. In English.
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O designer João Zanatta dá esta outra: The 100 Most Popular Photoshop Tutorials 2008. Saiba como transformar uma mocréia numa sereia.
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Ei, Ana Paula, conheci uma cerveja nova hoje: Teresópolis, uma lager que vem numa garrafa gordinha. Boa. (curti o som da Amy Winehouse que você blogou; e fui atrás de outros).
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Contando as horas pra voltar pra Floripa.
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(pensando alto, depois de dois adiamentos: trilha da Lagoinha do Leste no carnaval?)

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19

Jan

09

Notícias do Caribe

O amigo Marcelo Spina, que já foi correspondente de guerra e ultimamente trabalhava nas Nações Unidas, me manda e-mail com uma bela notícia. Depois de um tempo na Coreia do Norte e em Uganda, pediu demissão da ONU e saiu velejando com a mulher, Marina. No momento eles estão em St. Thomas, no Caribe, recém-grávidos e felizes da vida com a visita da mãe dele e da mãe dela. O veleiro se chama MarMar e eles mantêm um blog em inglês. A próxima parada será Cuba e, em breve, algum porto seguro na América Central para a chegada do bebê.

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08

Jan

09

Robert Fisk: "Atrocidade é pouco para descrever"

Em artigo no jornal The Independent (“Why Do They Hate The West So Much, we will ask”) [em inglês], o jornalista inglês radicado no Líbano Robert Fisk, um dos maiores especialistas em Oriente Médio, desvenda as reiteradas mentiras do governo de Israel quanto à morte de palestinos inocentes. Atrocidade é pouco para descrever o que aconteceu, ele escreve:

“O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis. Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas do sangue da carnificina de ontem. O que aconteceu não foi apenas vergonhoso. O que aconteceu foi uma desgraça. ‘Atrocidade’ é pouco para descrever o que aconteceu. Falaríamos de ‘atrocidade’ se o que Israel fez aos palestinos tivesse sido feito pelo Hamas. Israel fez muito pior. Temos de falar de ‘crime de guerra’, de matança, de assassinato em massa”.

Um resumo em português está na revista digital Carta Maior.

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03

Oct

08

Charlie Parker by Jack Kerouac


Jack Kerouac, with a piano in the background, talks about the death of the great musician Charlie Parker (1920-1955), an icon of the beat generation, comparing him to Beethoven.

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