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Em Gaza

Dois links pra entender o conflito e acompanhá-lo pelo ponto de vista de quem está preso no gueto:

http://ingaza.wordpress.com
Blog de um palestino que está em Gaza. Histórias e fotos fortes. Em inglês [dica do Yan].

O Biscoito Fino e a Massa
Blog de Idelber Avelar. Ele convida os interessados em acompanhar os testemunhos dos palestinos no Facebook a entrar em contato e pedir para ser adicionado na comunidade do Biscoito.

p.s.: G1 com agências, 11h17, atualizada 11h27:
Israel e palestinos aceitam proposta franco-egípcia de cessar-fogo

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One Response:

  1. Em 07/01/09, 22:31, Geraldo disse:

    Caro Dauro,
    acabo de ler dois artigos interessantes sobre a “guerra da propaganda” ou “propaganda de guerra” no conflito do Oriente Médio.
    Um é de Peter Philipp, chefe dos correspondentes da Deutsche Welle (http://www.dw-world.de/dw/article/0,,3924354,00.html). Ele conclui que um noticiário confiável tornou-se inviável porque são as partes em conflito que informam – (ou seria desinformam – observação minha) – diretamente a opinião pública.
    “Ainda antes da ofensiva terrestre em Gaza, o exército israelense iniciou uma ofensiva de informação na internet, que chegou ao ponto de Israel publicar videoclipes e entrevistas com soldados – supostos blogs – sob um endereço próprio no Youtube. Isso o porta-voz do exército, Benjamin Rutland, explica assim: “Além daquilo que se passa na terra, na água e no céu, consideramos a mídia como uma frente adicional e um local onde de muitas formas a guerra pode ser vencida ou perdida.”
    O segundo artigo, do jornal suíço Tagesanzeiger, considerado liberal, tem o título “Israel já perdeu a guerra da propaganda” (http://www.tagesanzeiger.ch/ausland/naher-osten-und-afrika/Israel-hat-den-PropagandaKrieg-schon-verloren/story/17897100
    ). “O governo isralense recorre a modernos meios de comunicação, como o portal Youtube, na guerra da propaganda. Também os embaixadores do país em todo o mundo e a porta-voz das forças armadas, Avital Liebovich, incansalvemente dão declarações. Mas as imagens de vítimas desesperadas no território palestino deixam esses esforços ter a aparência de espadas sem corte”, escreve o jornal.


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