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	<title>Comments on: Em Gaza</title>
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		<title>By: Geraldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geraldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 00:31:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Dauro,
acabo de ler dois artigos interessantes sobre a &quot;guerra da propaganda&quot; ou &quot;propaganda de guerra&quot; no conflito do Oriente Médio.
Um é de Peter Philipp, chefe dos correspondentes da Deutsche Welle (http://www.dw-world.de/dw/article/0,,3924354,00.html). Ele conclui que um noticiário confiável tornou-se inviável porque são as partes em conflito que informam - (ou seria desinformam - observação minha) - diretamente a opinião pública.
&quot;Ainda antes da ofensiva terrestre em Gaza, o exército israelense iniciou uma ofensiva de informação na internet, que chegou ao ponto de Israel publicar videoclipes e entrevistas com soldados - supostos blogs - sob um endereço próprio no Youtube. Isso o porta-voz do exército, Benjamin Rutland, explica assim: &quot;Além daquilo que se passa na terra, na água e no céu, consideramos a mídia como uma frente adicional e um local onde de muitas formas a guerra pode ser vencida ou perdida.&quot;
O segundo artigo, do jornal suíço Tagesanzeiger, considerado liberal, tem o título &quot;Israel já perdeu a guerra da propaganda&quot; (http://www.tagesanzeiger.ch/ausland/naher-osten-und-afrika/Israel-hat-den-PropagandaKrieg-schon-verloren/story/17897100
). &quot;O governo isralense recorre a modernos meios de comunicação, como o portal Youtube, na guerra da propaganda. Também os embaixadores do país em todo o mundo e a porta-voz das forças armadas, Avital Liebovich, incansalvemente dão declarações. Mas as imagens de vítimas desesperadas no território palestino deixam esses esforços ter a aparência de espadas sem corte&quot;, escreve o jornal.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Dauro,<br />
acabo de ler dois artigos interessantes sobre a &#8220;guerra da propaganda&#8221; ou &#8220;propaganda de guerra&#8221; no conflito do Oriente Médio.<br />
Um é de Peter Philipp, chefe dos correspondentes da Deutsche Welle (<a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0" rel="nofollow">http://www.dw-world.de/dw/article/0</a>,,3924354,00.html). Ele conclui que um noticiário confiável tornou-se inviável porque são as partes em conflito que informam &#8211; (ou seria desinformam &#8211; observação minha) &#8211; diretamente a opinião pública.<br />
&#8220;Ainda antes da ofensiva terrestre em Gaza, o exército israelense iniciou uma ofensiva de informação na internet, que chegou ao ponto de Israel publicar videoclipes e entrevistas com soldados &#8211; supostos blogs &#8211; sob um endereço próprio no Youtube. Isso o porta-voz do exército, Benjamin Rutland, explica assim: &#8220;Além daquilo que se passa na terra, na água e no céu, consideramos a mídia como uma frente adicional e um local onde de muitas formas a guerra pode ser vencida ou perdida.&#8221;<br />
O segundo artigo, do jornal suíço Tagesanzeiger, considerado liberal, tem o título &#8220;Israel já perdeu a guerra da propaganda&#8221; (<a href="http://www.tagesanzeiger.ch/ausland/naher-osten-und-afrika/Israel-hat-den-PropagandaKrieg-schon-verloren/story/17897100" rel="nofollow">http://www.tagesanzeiger.ch/ausland/naher-osten-und-afrika/Israel-hat-den-PropagandaKrieg-schon-verloren/story/17897100</a><br />
). &#8220;O governo isralense recorre a modernos meios de comunicação, como o portal Youtube, na guerra da propaganda. Também os embaixadores do país em todo o mundo e a porta-voz das forças armadas, Avital Liebovich, incansalvemente dão declarações. Mas as imagens de vítimas desesperadas no território palestino deixam esses esforços ter a aparência de espadas sem corte&#8221;, escreve o jornal.</p>
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