Posts com a categoria ‘artes’

03

Jun

08

À luz de Schwanke

Ivi Brasil convida. Em Floripa a estréia é no sábado, dia 7, às 16h30 no CIC.

Olá amigos,

Estou muito feliz com o lançamento do curta-doc. “À Luz de Schwanke” em Santa Catarina nesta semana. O projeto, que eu mesmo fiz em parceria com meus amigos Mauricio Venturi e Kátia Klock, venceu concurso da Secretaria de Cultura de SC no final de 2007 e agora finalmente chega às telas.
Em breve farei uma sessão em São Paulo e estarão todos convidados! O filme também vai passar na TV Cultura a partir de julho, mas ainda não tenho data confirmada.
Luiz Henrique Schwanke (1951-1992) foi um dos mais importantes artistas plásticos de SC e pertenceu à Geração 80. Na Bienal de SP, em 1991, apresentou sua obra prima chamada Cubo de Luz. Mais detalhes no filme, em breve…

Ivi Brasil

P.S.: O diretor Ivaldo Brasil Jr. sou eu mesmo, tá?

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27

May

08

Julie Philippe e os 50 anos da Bossa Nova

Julie Philippe me convidou – e vai gostar se você e os amigos também forem lá:

Estou passando pra convidar vc para a nova temporada do nosso show 50 Anos de Bossa Nova. Eu e o pianista Luiz Gustavo Zago vamos celebrar a Bossa nestes novos espetáculos com mais músicas e novos arranjos, abordagens e influências do jazz e do clássico na Bossa Nova.

Serão duas apresentações no Teatro da UBRO, aqui em Florianópolis, nos dias 30 de maio e 06 de junho (duas sextas). Os shows começam às 21h e os ingressos custam R$10 e R$5.

O Teatro da UBRO fica na escadaria da rua Pedro Soares, 15, no centro. É bem próximo ao cruzamento da rua Anita Garibaldi com a Hercílio Luz. O telefone de lá é 3222-0529.

Espero você lá!
Beijão!

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26

May

08

Exposição Centenário da Imigração Japonesa

Ivan Jerônimo dá o recado:

Convido para ver os trabalhos de xilogravuras de Julia Iguti (minha mãe) junto com os das ceramistas Marina Takase e Marina Uehara na exposição “Centenário da Imigração Japonesa”, no Masc (CIC) [Floripa].

A abertura é dia 27 de maio de 2008, às 19h30. Vai ter apresentação do grupo de taiko (tambores japoneses) Shimadaiko e da banda de música do 63º BI (imagino que seja o Batalhão de Infantaria da PM). Mais detalhes no site do Museu.

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18

May

08

Arte e mitologia romana, p.s.

Ivan corrige:

Opa

A exposição “Mitologia Greco-Romana e as Representações Artísticas ao Longo do Tempo” já está acontecendo.

O que vai rolar na terça, 20 de maio, às 19h, é uma palestra com a professora de História da Arte Eliane Veras da Veiga e também com Julia Iguti. E é o último dia de exposição (portanto, não é a abertura).

Abraço!

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18

May

08

Arte e mitologia romana

Convite do Ivan Jerônimo:

A arquiteta e artista plástica Julia Iguti (que também é minha mãe) vai abrir a exposição Mitologia greco-romana e as representações artísticas ao longo do tempo junto com a professora de História da Arte Eliane Veras da Veiga.

Na abertura, a professora fala sobre o tema, com projeção de representações de personagens mitológicos e leitura pública da narrativa mítica O Rapto de Prosérpina.

Abre dia 20 de maio, terça, às 19h, na Casa da Memória. Rua Padre Miguelinho, 58, Centro, em Florianópolis.

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10

May

08

A subversão da lei da gravidade

Encontrei no blog da Luiza Voll (Favoritos), via itens compartilhados do Doni, um link pra obra desse fantástico artista chinês, Li Wei. Nascido em 1970, ele foi educado para a pintura convencional, até que, a partir de 2003, o governo chinês se tornou mais tolerante com outras formas de expressão artística e seu trabalho decolou, passando à fotografia, vídeo, instalações e performances ao vivo. Situações recorrentes em suas obras são as de pessoas “flutuando”, se chocando contra o chão, paredes ou objetos. E também a de cabeças isoladas do corpo. Li Wei vive em Pequim e apresenta sua arte em diversos países. Esse trecho de uma resenha escrita por Ellen Pearlman explica melhor a intenção do artista:

He creates these hair-raising performances to convey his continual sense of lost gravity, resulting from China’s hypersteroid pace of opening to the outside world. The new China is coming face to face with globalization, differing economic systems and shifting political landscapes. The identity of the good Communist comrade of the past has evaporated, producing a whiplash of anxiety. A new class struggle is re-emerging between the rural poor and the big city nouveau riche. Ethnic minorities like the Uyghur Muslims are reasserting their cultural identities while North Korea is detonating nuclear weapons on China’s doorstep. The environment is continually being degraded. The most immediate, visceral response to all of this for young artists is live action and performance art coupled with images from technology and 3-D gaming.

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04

May

08

Eu e o paradoxo do futebol

Você pode me considerar um E.T., mas não dou a mínima pros resultados dos campeonatos de futebol. Se numa roda de bate-papo o assunto for este, minha participação vai ser próxima de zero. De qualquer forma, vivo um paradoxo. Apesar de raramente ver uma partida na tevê e muito menos em estádio, de achar um saco os debates futebolísticos e ter habilidade comparável a um jogador da seleção de Vanuatu, sou admirador desse esporte naquilo em que ele se transforma em arte, em parangolé. Até torço pra um time, mais por hábito que por paixão. Enfim, quando se trata de futebol sou uma contradição ambulante. Prova disso é a Copa do Mundo, quando subitamente renasce em mim um interesse compulsivo e temporário pelo jogo – até preencho tabelas e assisto a partidas como Marrocos x Irã.

Neste domingo quebrei jejum de mais de um ano e joguei uma partida com a rapaziada da Átimo, empresa de software dos meus cunhados. Campinho soçaite com grama boa e todos mais ou menos nivelados por várias cervejas. Fui de lateral esquerdo, com presença assídua na banheira e recuadas lentas pra apoiar a zaga. Resultado irregular. Levei dribles vexaminosos e perdi bolas incríveis que fariam a festa dos editores de esportes se o jogo fosse televisionado. Mas deixei minha marca: dois passes bonitos que resultaram em gols. Quase no final, quando o placar era 4 a 4, meu gás acabou e pedi pra sair. Pouco depois a partida foi suspensa porque um dos jogadores adversários machucou o dedo. Foi uma tarde divertida, mas devo demorar mais um ano pra voltar ao campo, e certamente não haverá fãs fazendo passeatas nesse sentido. Alguém aí vai uma partidinha de xadrez?

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23

Apr

08

Mala Strana


Mala Strana, originally uploaded by Pensiero.

Mulher caminhando pelo bairro de Mala Strana, em Praga, uma das cidades mais lindas do mundo. CC Stefano Corso.

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22

Apr

08

Três artistas canadenses

As colegas jornalistas Claudia Erthal e Janice Barcellos, com quem estudei na UFSC, estão em Montreal produzindo podcasts de vídeo e áudio sobre arte, cultura e comportamento. Recebi esta mensagem delas sobre os vídeos mais recentes:

Acesse www.dailymotion.com/montrealonlinepress para assistir nossos podcasts.

Convidamos você a conhecer o trabalho de três artistas canadenses provocativos, interessantes e novos aos nossos olhos: a fotografia de Arnaud Maggs; a arte conceitual e as instalações de Geoffrey Farmer e as móveis/esculturas e gravuras de Yannick Pouliot. Três gerações de artistas plásticos canadenses sob um mesmo teto.

Go to www.dailymotion.com/montrealonlinepress to watch our podcasts.

We invite you to know the work of three Canadian artists that are interesting, provocative and new to our eyes: the photography by Arnaud Maggs; the conceptual art and the installations by Geoffrey Farmer and the furniture/sculptures and the printings by Yannick Pouliot. Three generations of Canadian fine artists under the same roof.

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17

Apr

08

Clube do Nadismo

Manifesto do Clube do Nadismo, criado em Londres pelo designer Marboh [dica da Helenan via Twitter].

Eu quero fazer nada.

Quero que haja tempo para não ter nada para fazer.
Quero desfrutar destes momentos tranquilamente, sem pressa.
Quero compartilhar isso com os amigos.

Eu quero acabar com a pressão sufocante de estar sempre correndo atrás de um objetivo, de ter que estar o tempo todo fazendo algo que seja produtivo, útil, eficiente, rápido, dentro do prazo.

Quero minimizar a terrível sensação de que, por mais que se corra, nunca dá tempo para fazer tudo e nunca sobra tempo que não seja seriamente planejado, pois ficar sem fazer nada dá a impressão que se está perdendo tempo e isso nos faz sentir culpados. Quero eliminar a pressa que faz a vida passar cada vez mais rápido.

(…)

Dou todo o apoio, mas não me chamem pra nada. Coerência zen-redista.

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