15
Apr08
Trinta segundos
O tempo tá curto? Este vídeo foi feito pra você. By ArtieTSMITW. Dica do Rafa Barros no twitter.
04
Apr08
Mio e Mao – O jumento
Mais um episódio da série italiana de animação Mio e Mao, que encantou a criançada nos anos setenta e continua encantando as de hoje – pelo menos aqui em casa os gatinhos são sucesso absoluto. Esta versão é em inglês – com uma narração totalmente dispensável, aliás. A música e as imagens já dizem tudo.
03
Apr08
Ana Tuyama Crafts
Minha cunhada Ana Tuyama, que há mais de dez anos trocou a carreira de bancária pela de artesã (sábia decisão), acaba de inaugurar sua loja virtual. Tem coisas lindas lá. Veja também as fotos no Flickr.
24
Mar08
Talvez o problema seja o tamanho
Sobre o artigo de Palácios, com a palavra Regininha.
Talvez o problema seja o tamanho…
O microconto ou o miniconto são legíveis, num monitor, mas textos longos cansam demais. O poema, por sua própria estrutura gráfica, por permitir recursos os mais variados,parece mais daptável. Além disso, é cada vez mais difícil publicar livros de poesia, pois não têm saída…A web tornou isso possível e fácil.
(não acho que isso esgote o assunto, mas é para se ir pensando… me interessa diretamente, já se sabe!)
14
Mar08
Margem Esquerda
Tadeu dá o toque: o Grupo Margem Esquerda, de Floripa, tá levando um espetáculo de música e poesia brasileira pra Espanha. Som de primeira, bonito. Semana que vem se apresentam no Sesc e no Café dos Araçás.
05
Mar08
A Deusa de 1967
Já comentei sobre essa música aqui: Walk, Don’t Run, composta em 1954 pelo guitarrista de jazz Johnny Smith e depois gravada pela banda instrumental The Ventures. Mas não tinha mostrado o uso dado a ela nesta cena antológica de cinema. Ao som de uma jukebox, num bar no deserto australiano, um japonês ensina uma moça cega a dançar. O filme é A Deusa de 1967 (Clara Law, 2000).
29
Feb08
Frozen Grand Central
Uma performance coletiva bem bacana no Grand Central, o maior terminal de trens do mundo, em New York. Vi no Dharmalog do Nando.
Se você aproveitar a visita a esse ótimo blog pra descobrir o que é dharma, vai ganhar o dia.
06
Dec07
Bela música, linda letra
Força Estranha
Composição: Caetano Veloso
Eu vi um menino correndo
eu vi o tempo brincando ao redor
do caminho daquele menino,
eu pus os meus pés no riacho.
E acho que nunca os tirei.
O sol ainda brilha na estrada que eu nunca passei.
Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo parou pra eu olhar para aquela barriga.
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou.
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou.
Por isso uma força me leva a cantar,
por isso essa força estranha no ar.
Por isso é que eu canto, não posso parar.
Por isso essa voz tamanha.
Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
o tempo não pára no entanto ele nunca envelhece.
Aquele que conhece o jogo, o jogo das coisas que são.
É o sol, é o tempo, é a estrada, é o pé e é o chão.
Eu vi muitos homens brigando. Ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta,
é a coisa mais certa de todas as coisas.
Não vale um caminho sob o sol.
É o sol sobre a estrada, é o sol sobre a estrada, é o sol.
Por isso uma força me leva a cantar,
por isso essa força estranha no ar.
Por isso é que eu canto, não posso parar.
Por isso essa voz tamanha.
05
Dec07
Surpresa na valsa de casamento
Este também está na lista dos 10 vídeos mais engraçados do youtube. É uma bela reversão de expectativas.
05
Dec07
Livros, filmes e amnésia controlada
Do Inagaki, inspirado:
(…) Gostaria de sofrer de uma amnésia controlada, que me fizesse esquecer de certos livros e filmes. Algum artifício prodigioso, que me permitisse assistir a Casablanca sem saber o que vai acontecer no final. Ou ler Cem Anos de Solidão e me deslumbrar da mesma maneira que da primeira vez. Ou gargalhar com uma gag dos Irmãos Marx ou de Woody Allen com prazer sempre renovado. Ou ser surpreendido, punch no estômago, com o assassinato no chuveiro de Psicose, a revelação da identidade de Keyser Soze em Os Suspeitos, o turning point em Um Corpo que Cai. Que me permitisse sentir novamente o orgasmo literário de quando li pela primeira vez O Jogo da Amarelinha de Cortázar, romance que me obrigou a soltar um impropério escandaloso no meio da biblioteca do Bandeirantes: “- Porra, quero escrever que nem esse filho da puta!”.
O que escrevi aqui sobre/inspirado por Cortázar.







