Posts com a tag ‘lugares’

29

Dec

07

De Cáceres

Pôr-do-sol no rio Paraguai em Cáceres, Mato Grosso.

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11

Dec

07

Um lugar: Pantanal Norte


Exibir mapa ampliado

Poconé, MT

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09

Dec

07

Os autonautas da cosmopista

Li faz tempo e gostei muito de Os autonautas da cosmopista. Julio Cortázar e Carol Dunlop passaram um mês viajando em um carro-casa pela rodovia Paris-Marselha, que pode ser percorrida em cinco horas. “A estrada deixa de ser um percurso para tornar-se o destino da viagem”, diz a sinopse da Editora Brasiliense. Esse é o meu tipo de viagem – guardadas as proporções pras distâncias enormes do Brasil. E a contagem regressiva já começou.

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30

Nov

07

Países

O portal do IBGE acaba de lançar o saite Países@, preciosa fonte de pesquisa sobre dados geográficos, econômicos, ambientais e sociais dos países do mundo. Dá pra verificar, por exemplo, os objetivos do milênio, a expectativa de vida, o número de telefones e computadores por habitante e muito mais. O saite complementa os excelentes Cidades@ e Estados@.

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29

Nov

07

Dois dias em Sampa


Amanhecer em Sampa. Foto DVeras com celular Nokia.

Viagem bate-volta a São Paulo. Tempo suficiente pra rever compadre Antônio e comadre Sônia + alguns colegas e amigos, participar de uma conferência no Largo do Arouche, gravar um depoimento em vídeo, exercitar meu portunhol com gente do Uruguai, Peru e Panamá, andar de metrô, conversar com motoristas de táxi, bater perna na Santa Ifigênia e arredores, perder várias partidas de sinuca pro mano Leo, ver na tevê o Curintia perder pro Vasco – na casa de um corintiano, o sobrinho Juan – e tirar umas fotos do amanhecer com o celular. Não sobrou tempo pra visitar os sebos. Nem foi ainda dessa vez que conheci o Museu da Língua Portuguesa…

p.s.: Falar em portunhol, a Folha de ontem trouxe uma matéria interessante sobre um movimento literário que está fazendo experimentações com essa língua de fronteira.

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25

Nov

07

Ano de mudanças

Informo aos parceiros e clientes que desde 1º de novembro não faço mais parte da equipe do Instituto Observatório Social. É uma “separação amigável”, em que tomei a iniciativa de sair da minha zona de conforto pra enxergar outros horizontes. Foram cinco anos e um mês de aprendizado intenso sobre os direitos fundamentais dos trabalhadores e sobre como funcionam as multinacionais. Por meio do IOS fiz grandes amigos e conheci ativistas extraordinários em direitos humanos. Também vivi situações especiais que me ajudaram a compreender melhor o Brasil.

Como vou esquecer daquela noite de lua e fogueiras numa comunidade quilombola em Alcântara, Maranhão, onde o ritmo ancestral do tambor de crioula me hipnotizou? Das complexas negociações de acordos coletivos com empresas multinacionais? Da comunidade do conjunto Palmeira, em Fortaleza, usando o dinheiro “palma” em um projeto inovador de economia solidária? Das conversas com plantadores de café no Espírito Santo, com cortadores de cana no interior de São Paulo, com crianças em uma escola de circo na periferia de Recife?

Em duas décadas na profissão, o IOS foi o lugar onde mais tive liberdade de exercer o jornalismo com plenitude (eu ia escrever “jornalismo investigativo”, mas é quase uma redundância). E o melhor, com uma equipe azeitada e bem-humorada – as gargalhadas eram nosso antídoto contra o estresse. Os frutos vieram: em apenas 11 números de existência, a revista do IOS foi reconhecida com um prêmio Esso e duas menções honrosas no prêmio Herzog de direitos humanos. É possível, sim, fazer bom jornalismo com pouca grana e fora da grande mídia.

Quando eu disse tchau pros colegas, comparei minha saída com o momento em que se deixa a casa da família. Por um lado fica aquele aperto no coração, a saudade e lembranças do bem vivido. Por outro, entro num estado de excitação criativa pelo que vem. Vou continuar prestando consultoria e serviços eventuais ao IOS. Mas também é hora de meter a mão em outras mídias, xeretar novos ambientes e temas, cavoucar na terra preta do quintal, pegar a estrada. Obrigado, amigos e amigas, pela convivência.

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23

Nov

07

Cheiros e cores do Caribe

A jornalista Ana Cláudia Menezes, ex-colega de faculdade na UFSC, está morando na Costa Rica, onde faz mestrado na Universidad para a Paz, um projeto autônomo criado em 1980 pela Assembléia Geral das Nações Unidas. As pesquisas de Ana estão relacionadas a migrações e refugiados, o que tem levado ao contato com muita gente e histórias interessantes. No blog Estrangeira, escrito em inglês, ela conta um pouco das suas impressões sobre o cotidiano. Este post é de 31 de outubro:

There are also the smells and colors of the Caribean. Oh, yes, they are different. The colors, for example, I would compare with “chitão”, a hard fabric from Brazil that mix strong colors such as blue, yellow, green, and red. It is almost composed of flowers, huge flowers. So, that is the Caribean. Chitão, considered a popular fabric, worn by countryside ladies, became now fashionable and it is a must in the wardrobe of famous clothing designers and home decorators. The smell comes from the sea and from the pots in the kitchens, cooking fish with coconut milk, the traditional Caribean sauce.

p.s.: Daqui a pouco a Ana Cláudia vai encontrar a Silvia e o Eumano, que estão mochilando pela América Latina há vários meses. Mundo pequeno!

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20

Nov

07

Floripa Adventure


Fim de tarde nas dunas da Joaquina e praias
do Leste de Floripa. Foto: Rogério Mosimann.

O amigo e parceiro Rogério Mosimann acaba de reativar um projeto antigo, que estava na gaveta por conta de compromissos acadêmicos: o Floripa Adventure, espaço virtual com informações sobre turismo, aventura e meio ambiente. Nesse blog ele alia a experiência de jornalista antenado com a adquirida no tempo em que trabalhou como operador de turismo de aventura. O resultado é um guia de qualidade, com informações sobre temas bem variados. A semente do Floripa Adventure surgiu em 2000 no Rio, quando Rogério e eu desenvolvemos um projeto chamado Guru de Viagem. Na época a idéia não decolou, mas sua semente ficou incubada por um tempo e agora está aí, um ixpetáculo. Tenho pequena participação com alguns textos da época do Guru e depois em parcerias com Rogério para publicações turísticas da editora Letras Brasileiras. Boa navegada! Se gostar, passe o link adiante pros amigos.

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08

Nov

07

HQ na Barca dos Livros

O escritor e roteirista francês Benoît Peeters, especialista em histórias em quadrinhos, é o convidado pra um bate-papo na sexta-feira 9 às 20h na Biblioteca Barca dos Livros.

Ele vai falar sobre a evolução da bande dessiné – como é chamada a HQ na França – e sobre a obra do belga Hergé, pai do personagem Tintim. Peeters escreveu três livros sobre Hergé. A Barca fica na rua Senador Ivo Aquino, 103, em frente aos trapiches da Lagoa da Conceição.

Um programa legal pro domingo 11, com saídas às 15h, 16h e 17h: a Barca dos Livros vai promover três passeios de barco na Lagoa, com livros, leitura, contadores de história e música. O projeto da Barca é coordenado pela professora Tânia Piacentini – professora da UFSC, moradora do Canto dos Araçás -, e amparado pela Sociedade Amantes da Leitura.

A foto é do saite Overmundo e ilustra matéria de Demétrio Panarotto. Essa que aparece com xale vermelho é a amiga Gilka Girardello – contadora de histórias, jornalista, educadora e fada da floresta.

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05

Nov

07

A procuradora e as marinas

Cesar Valente publica em sua coluna-blog De Olho na Capital uma excelente entrevista com a procuradora da República Analúcia Hartmann sobre o uso das áreas costeiras na Ilha de Santa Catarina. Saiu em maio de 2006 na revista Pesca, Navegação e Lazer, mas mesmo depois da Operação Moeda Verde, continua bem atual. Trecho:

De que modo se pode construir marinas em Florianópolis?

O mesmo modo que se tem para construir marinas em qualquer lugar do mundo, que é o licenciamento ambiental e a autorização dos órgãos competentes. Na verdade, em Florianópolis, além do problema físico da ilha, de ter poucos locais abrigados, existe uma maneira de atuar pouco profissional por parte dos empreendedores do turismo. Normalmente, as marinas que são projetadas aqui, são projetadas prevendo graves danos ambientais. Ou então, quando os emprendedores descobrem que têm que fazer um estudo de impacto ambiental já desistem. Aí eles desistem e botam a culpa no ministério público, nos ecologistas, na chuva, no sol, em qualquer coisa. Mas é uma atitude muito pouco profissional.

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