14
Jan09
Barômetro da Liberdade de Imprensa 2009
| 2 | 0 | 138 | 9 | 72 |
| Jornalistas mortos | Assistentes de mídia mortos | Jornalistas aprisionados | Assistentes de mídia aprisionados | Ciberdissidentes aprisionados |
Fonte: Repórteres sem Fronteiras
07
Jan09
Em Gaza
Dois links pra entender o conflito e acompanhá-lo pelo ponto de vista de quem está preso no gueto:
http://ingaza.wordpress.com
Blog de um palestino que está em Gaza. Histórias e fotos fortes. Em inglês [dica do Yan].
O Biscoito Fino e a Massa
Blog de Idelber Avelar. Ele convida os interessados em acompanhar os testemunhos dos palestinos no Facebook a entrar em contato e pedir para ser adicionado na comunidade do Biscoito.
p.s.: G1 com agências, 11h17, atualizada 11h27:
Israel e palestinos aceitam proposta franco-egípcia de cessar-fogo
07
Dec08
29
Nov08
Precisa-se de roupas para crianças grandes
Laura e eu chegamos agora há pouco do Sesc da Prainha, onde uma equipe de voluntários embala as doações que não param de chegar aos desabrigados. Um dos pedidos prioritários do momento é de roupas e calçados para crianças entre 7 e 14 anos.
29
Nov08
Mais ajuda alemã para as vítimas das cheias
Geraldo Hoffmann, de Berna, SuíçaA Adveniat, uma organização ligada à Igreja Católica da Alemanha e que apóia projetos de ajuda ao desenvolvimento na América Latina, liberou 30 mil euros de auxílio de emergência para as vítimas das cheias em Santa Catarina. “Os recursos destinam-se a anemizar as necessidades mais urgentes nas localidades situadas nos três bispados mais atingidos (Florianópolis, Blumenau e Joinville)”, informa a Adveniat em seu site.
29
Nov08
Ajuda aos animais atingidos em SC
A ong Viva Bicho pede doações aos grupos que estão tentando salvar os animais atingidos pela enchente. Muitos cães e gatos morreram, outros estão vagando famintos pelas ruas das cidades atingidas, principalmente em Itajaí.
Contato: Bianca – Ong Viva Bicho
(47) 8425-1459 / 9903-5441
Banco do Brasil
Ag. 1489-3 cc 20793-4
Associação Viva Bicho
CNPJ 06 156 776 / 0001 – 81
Foto: ong Viva Bicho
20
Nov08
Ameaças a índios isolados
Recebi dois releases da ong Survival International sobre ameaças graves a índios isolados no Paraguai e no Brasil. Trechos:
Foi submetido à ONU um relatório de emergência sobre a situação dos últimos índios isolados do Paraguai, cuja floresta está sendo rapidamente destruída por fazendeiros brasileiros. ‘Acreditamos que isso é presentemente a mais séria ameaça aos povos indígenas em qualquer parte do mundo’, diz um depoimento da Survival International ao Relator Especial da ONU sobre Assuntos Indígenas, James Anaya. Terra pertencente ao povo indígena Ayoreo-Totobiegosode está sendo destruída por duas companhias brasileiras: Yaguarete Porá SA e River Plate SA. Yaguarete impediu uma equipe do governo paraguaio de fiscalizar a área, e desde então sua licença ambiental para operar na área foi cancelada. Recentemente, dois pequenos grupos de Totobiegosode isolados foram avistados, aparentemente ‘fugindo da destruição’ da sua terra. (…)
Um representante do governo brasileiro advertiu que os últimos sobreviventes de um povo isolado amazônico enfrentarão o genocídio a menos que os madeireiros ilegais e os fazendeiros sejam impedidos. Um representante da FUNAI, o Departamento de Assuntos Indígenas do governo brasileiro, disse hoje, ‘Existe o risco real de genocídio se a FUNAI não puder proteger a terra dos Piripkura’. Os últimos dois Índios contatados do povo Piripkura vivem na floresta amazônica, no estado de mato Grosso. O seu território fica no município de Colniza, estimada a área mais violenta do Brasil, e um que mais desmata na Amazônia brasileira. A Survival está lançando uma campanha urgente pedindo ao governo brasileiro que homologue a terra Piripkura e a proteja.
Para mais informação por favor contate Miriam Ross na Survival International (+44) (0)20 7687 8734 ou (+44) (0)7504 543 367 ou através do correio eletrônico mr@survival-international.org
19
Nov08
Três links sobre cibercultura
Este livro de Ronaldo Lemos (FGV, 2005) se propõe a investigar os desafios propostos ao direito em decorrência da internet e da tecnologia digital. Está licenciado em Creative Commons, é só clicar e baixar.
“O Overmundo é um site colaborativo. Um coletivo virtual. Seu objetivo é servir de canal de expressão para a produção cultural do Brasil e de comunidades de brasileiros espalhadas pelo mundo afora tornar-se visível em toda sua diversidade. Para funcionar, ele precisa da comunidade de usuários sempre gerando conteúdos, votando, disponibilizando músicas, filmes, textos, comentando tudo e trocando informações de modo permanente.”
Criado em 2008 como resultado do saite Overmundo, visa estimular iniciativas para a criação de “novos canais de difusão e oportunidades para a produção cultural de todo o Brasil; a exploração das novas possibilidades de criação, compartilhamento e circulação de cultura e conhecimento geradas pela internet e pelas tecnologias digitais; e o incentivo a modelos inovadores de gestão da propriedade intelectual e de negócios nas áreas da cultura e da comunicação que confiram sustentação legal e econômica às duas vias anteriores”.
[tks Felipe Obrer]
18
Oct08
A obsessão por crescimento
A revista britânica New Scientist desta semana traz reportagem de capa defendendo uma coisa que vem sendo martelada há tempo pelo movimento ambientalista, mas que os timoneiros globais fazem questão de ignorar: a obsessão por crescimento está matando o planeta e precisa ser revista. Li um resumo aqui. Andrew Simms, diretor da New Economics Foundation, de Londres, levanta uma questão instigante:
“Só foi preciso alguns dias para que os governos da Grã-Bretanha e dos EUA abandonassem décadas de doutrinas econômicas para tentar resgatar o sistema financeiro de um colapso. Por que tem que demorar mais para introduzirem um plano para deter o colapso do planeta trazido por uma conduta irresponsável e ainda mais perigosa chamada obsessão pelo crescimento?”.
Arrisco dois palpites como resposta: ganância e acomodação. Movem-se fortunas para salvar o sistema financeiro do colapso porque a idéia é não deixar a zona de conforto. É para que os ricos continuem ricos e o sistema continue a se mover como tem sido até agora. Um esforço proporcional na direção de uma mudança para uma economia planetária sustentável exigiria desprendimento, altruísmo, revisão profunda de valores. Isso só vai acontecer quando a água começar a bater na bunda dos ricos. E aí talvez seja tarde.
p.s. Contraponto: pra quem ainda não viu, recomendo este vídeo do genial (e “politicamente incorreto”) humorista americano George Carlin (1937-2008), Save the Planet. Ele ironiza a obsessão dos ambientalistas em “salvar o planeta”. Reflete que o planeta vai relativamente bem, pois já resistiu a cataclismos bem maiores. Nós humanos é que estamos prestes a ir embora.
15
Oct08
Amazônia, nome aos bois: vídeo
O caso da madeira é semelhante. Madeireiras sistematicamente multadas por fazer derrubada ilegal de árvores vendem madeira “esquentada” para grandes empresas como a Tramontina e lojas de alto padrão como Louis Vuitton e Empório Armani. O produto chega ao consumidor final, no Brasil e em outros países, como “madeira certificada”. A Sincol, com sede em Caçador, Santa Catarina, é a maior exportadora de portas e janelas da América Latina. Embora afirme em seu site que vende madeira certificada, ela é dona de uma madeireira no MT que está sendo processada por invasão de terra indígena, grilagem de terras, derrubada e armazenamento ilegal de árvores. Procurada pelos repórteres, a empresa preferiu não se manifestar. Uma informação que causou surpresa no público: a Pampa Exportações, uma das grandes compradoras de madeira ilegal no Pará, é presidida por um membro do Conselho de Sustentabilidade do Banco Real.
Chamam a atenção na palestra as desculpas para justificar a participação nessas cadeias predatórias. Algumas empresas alegaram que não tinham conhecimento sobre a conduta de seus fornecedores, embora as informações sobre autuações do Ibama e a “lista suja” do trabalho escravo estejam disponíveis ao acesso público. Houve caso em que os repórteres constataram informação falsa no balanço social. Casara exortou o governo a assumir seu papel fiscalizador e as empresas citadas a romper relações com os fornecedores de produtos ilegais. Sakamoto chamou a atenção para a responsabilidade dos consumidores: “Comprar algo é um ato político”. Depois da palestra deles, o gerente do Ibama em Altamira (PA), Roberto Scarpari, explicou como funcionam os processos de esquentamento de madeira.







