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Nov

07

Tá difícil…

A dica é do Rafael Ziggy, meu comparsa no +D1: o blog Tá difícil… aborda problemas de usabilidade que os consumidores encontram no dia-a-dia com produtos e serviços que adquirem – ou tentam adquirir e desistem. É o caso das lojas de telefone celular, que NÃO atendem por telefone; de uma proposta de aplicação conservadora do Unibanco, em que as letrinhas miúdas advertem para o risco de perda de todo o investimento; do processo kafkiano de renovar o CPF; do furinho malfeito no suco Kapo, difícil de encontrar e que geralmente deixa derramar metade do conteúdo…

Acrescento uma pequena contribuição, entre tantas com que me deparo todo dia: na carteira de identidade da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas – o texto que explica o conteúdo do campo superior fica praticamente dentro do campo inferior. A indução a erro é inevitável. Dezenas de vezes já confundiram o número da identidade com o da carteira profissional, a data de nascimento com a de emissão da carteira etc. Sempre que a mostro, sou obrigado a dizer: “Esse aí não é meu nome, é o do meu pai”. Na mais recente confusão, a secretária de um consultório de oftalmologia chegou a fazer piadinha sobre a inteligência do designer do documento. Colegas da Fenaj, que tal uma renovada na capacidade de comunicação da nossa carteira?

(clique na imagem pra ver ampliada)

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5 Responses:

  1. Em 05/11/07, 17:56, Cesar Valente disse:

    O anônimo mensageiro abaixo sou eu. Cliquei fora de hora. sorry.

  2. Em 05/11/07, 17:55, Anonymous disse:

    Oi Dauro: mandei tua queixa para o nosso amigo Sérgio, que não por acaso é presidente da Fenaj. E ele respondeu o seguinte:
    jah mudou. o dauro tah com modelo velho. mas acho que temos que transformar a carteira em um cartão, com microchip e tudo. estamos em estudos e aceito sugestões.
    sérgio.

  3. Em 04/11/07, 21:58, Frank disse:

    - ó, o meu nome tá doutro lado.
    Podecre.
    Apoio!

  4. Em 03/11/07, 04:45, Dora disse:

    Apoiado! Totalmente!

  5. Em 02/11/07, 18:57, Ana Paula disse:

    Assino embaixo, Dauro. Nossa carteira profissional é tão confusa que eu evito usá-la como documento de identidade. E quando uso é o mesmo roteiro: meu nome tá no outro lado, o cpf é esse número aqui, o rg é esse aqui e não, eu não nasci em 1990. Eu também acho que a impressão da palavra “jornalista” em vermelho na diagonal dificulta bastante a leitura dos dados.


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