25

Jun

08

George Carlin – Save the planet


Neste vídeo, George Carlin ironiza a pretensão humana em “salvar o planeta” e, com humor sarcástico, reflete sobre a nossa finitude diante do universo. 7’38″, legendas em português.

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4 Responses:

  1. Em 09/07/10, 14:37, Daniel Guilhamet disse:

    Da mesma forma que o Marlos acho este ser imbecil e ate tal vez mal intencionado. Com a sua aparencia de grande filosofo , usa conceitos falaces … Claro que quando muitos decimos Planeta , estamos dissendo “vida” na real. o cara se apega a um termo “literalmente” para manipular e defender o que ??. è claro que o planeta , como objeto celeste nao corre risco, ele acha que as pessoas que defendem essa ideia de “ambientalismo” pensam quando dissem PLANETA que ele esta amenaçado por exemplo de “explodir” , claro que não, obviamente. Este Pseudo-pensador me parece detestavel … e agride para ser engraçado ! , é patético … desculpem , é simplesmente uma opinião de um simples mortal (perdao os erros de portugues, mas de qualquer forma acho que se entende o conceito) . aquele abraço

  2. Em 07/11/08, 19:56, Marlos disse:

    Nossa, que sujeito idiota. Baseado em meias-verdades e um punhado de preconceitos (“brancos liberais que dirigem volvos”) tenta colocar abaixo o trabalho dos que se importam com o meio-ambiente. Até como humor soou fraco…

  3. Em 20/10/08, 13:31, ph disse:

    Simply fantastic!

  4. Em 25/06/08, 19:30, Elí de Araujo disse:

    Dia 06 passado você postou no blog substantivo plural, perguntando pelo Glosa Glosarum de Celso da Silveira. Celso, meu pai, faleceu em janeiro de 2005, deixando encaminhada a edição do Glosa. O editor, entretanto, publicou o livro sem o aval dos herdeiros, estando até hoje sem prestar contas, apesar de ter sido instado amistosamente, por diversas vezes, a fazê-lo. Lamentável porém verdadeiro. O mesmo editor, depois da morte de Celso colocou uma capa de extremo mau gosto no livro, que certamente meu pai recusaria. Além disso, editou mais recentemente, coletânea de poetisas do estado, onde incluiu minha mãe – Myriam Coeli – mais uma vez sem pedir autorização e sem prestar contas. Trata-se, como pode ver, meu caro Dauro, de um facínora das letras. Atenciosamente, Elí de A.


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