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Jul08
Os epitáfios duram mais
Meu amigo Norberto Well, paranaense radicado em Joinville, está lançando hoje o primeiro livro de ficção: Os epitáfios duram mais, em que reúne contos e poemas escritos nos últimos vinte anos. O caderno Anexo, da Notícia, traz matéria hoje. Depois leio e comento.
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Jul08
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Jul08
Tenha modos ou…

A singela advertência tava dentro de um banheiro em um posto de gasolina perto de Mossoró, RN. Repare a cara sorridente do sacana. Pelo tempo que deve ter levado pra desenharem a figura, parece mais um incentivo. O que leva à pergunta visceral: que decepção pode surpreender alguém que caga no chão? Se distrair e pisar?
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Jul08
The bridge

Esta ponte, na rodovia CE-105, tem história. Ela foi construída anos antes da estrada e ficou parada um tempão como elefante branco. Depois fizeram a estrada, mas tiveram que ajustar o trajeto porque não encaixava na ponte…
31
Jul08
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Jul08
Erramos?
Da coluna Erramos da Folha de S. Paulo, 21 de dezembro de 1995:
“Na nota ‘Balão’, da coluna Joyce Pascowitch, publicada à pág. 5-2 (Ilustrada) de 18/12, onde se lê ‘bando Opportunity’, leia-se ‘banco Opportunity’;”
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Jul08
Reblogando: 16 de janeiro de 2004
De criança
Dia desses apartei uma briguinha boba de dois sobrinhos de cinco e sete anos.
- Agora apertem as mãos.
Mas eles, nada de se cumprimentarem. Ficaram olhando um pro outro com cara de brabos.
- Vamo lá, apertem as mãos!
- Já tamo apertando, tio.
Aí que percebi: eles tavam fazendo o que mandei, mas apertavam suas próprias mãos, os punhos fechados com força.
- É pra apertar as mãos um do outro!
- Ah, sim…
30
Jul08
A relatividade do caro e do barato
A soberba é uma merda. Há poucos dias me gabei aqui de ter comprado no caminhão, direto do fornecedor, uma manta por R$ 40 quando nas lojas de artesanato de Natal custava R$ 55. Pois cheguei em Fortaleza e encontrei por R$ 18!
30
Jul08
Ciclista na boca da noite 2
Russas, CE. Foto original colorida e desfocada. Sem o menor constrangimento usei o fotoxopi pra descartar a cor e dar ligeira granulação, o que cria um ar onírico e salva o clique. Hora mágica, em que os animais diurnos estão se recolhendo e os da noite ainda não saíram das tocas. Desde criança o fim de tarde me enche de melancolia. Até hoje tento capturar em imagens a síntese disso. Essa coisa do retorno pra casa, do filho que espera o pai e a mãe olhando o movimento da esquina. Da metáfora da morte, implícita no sol que se vai. Aí escurece e o sentimento se evapora diante da mesa de jantar ou de sinuca, o que seja. Até a imagem do próximo ocaso ser filtrada pelo olhar.
30
Jul08











