Posts de 2003

07

Mar

03

Ritos de passagem: a tesoura

Ontem mamãe Laura cortou os cabelos de Miguel pela primeira vez. Foram-se os cachinhos. Ele continua lindo.

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Revelei um filme de 36 poses, a maioria dele. Algumas dos golfinhos de Floripa. Em breve, nova galeria de fotos.

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07

Mar

03

IOL

Adorei este blog: Inutilidade Online.

Pérolas de inutilidade, situações inusitadas, irrelevância e bizarrice dos plantões em tempo real do jornalismo online. Notícias que nos fazem pensar coisas como “e o quico?”, “só pode ser piada”, “quanta falta de assunto!”, “tão de sacanagem” etc. Tudo aqui, reunido, neste império de inutilidade, a grande apologia do jornalismo-online-bizarro!

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06

Mar

03

Direito à comunicação

Em um encontro das rádios comunitárias no Rio de Janeiro, no dia 15 de fevereiro, foi produzida a Carta ao Conselho de Comunicação Social. No documento, 21 entidades prestam solidariedade às rádios comunitárias que vêm sendo fechadas em todo o Brasil. Elas pedem ao Conselho anistia “para todas as emissoras lacradas e pessoas processadas por estarem exercendo o direito à comunicação, bem como devolução dos equipamentos apreendidos”, além da revisão das autorizações de funcionamento concedidas.

[via Rits]

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05

Mar

03

Passeio

Miguel fez hoje a primeira visita a uma livraria, no campus da UFSC. É bom começar cedo essa paixão. Ele adorou. Pra mim, visitar livrarias sem grana é uma forma de prazer voyeur – e um tanto masoquista também. Olhamos e babamos. Gostaria de ter levado Os Sertões de Euclides da Cunha, Dicionário Filosófico de Voltaire e A Dama do Lago de Raymond Chandler. Fica pra próxima.

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Também mostrei a ele o mosaico de Rodrigo de Haro na frente da reitoria. Gostou. Mas o que mais curtiu mesmo foi olhar os passarinhos.

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05

Mar

03

Anti-guerra

Bem legal este site. É uma loja virtual com mais de cem opções de cartazes contra a guerra.

Cafeshops.com

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05

Mar

03

Pensamento aleatório

Detesto quando alguém diz “com o perdão da má palavra” antes de dizer um palavrão. O sentimento de culpa é uma merda.

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05

Mar

03

The catcher in the rye

Um dos melhores livros que já li é O apanhador no campo de centeio, de J.D. Salinger. Lembrei dele hoje ao ler um artigo do André Forastieri, em que ele conta ter sido o único livro decente que “a besta do professor de português” recomendou quando ele era estudante. É uma narrativa coloquial na primeira pessoa sobre a vida de um adolescente que acaba de ser expulso de sua terceira escola. Aqui você encontra uma ótima resenha escrita por Nemo Nox. Trecho:

(…) Holden Caulfield é ao mesmo tempo o herói e o vilão da história. Vítima de si próprio e de sua sensibilidade ao que o cerca, divertidamente mentiroso, assumidamente covarde, parece buscar uma espécie de redenção ajudando desconhecidos e cultuando sua irmãzinha de dez anos. Mas o que realmente o incomoda é o vazio e a falsidade das pessoas, que por mais promisoras que pareçam sempre acabarão por se revelar como mais uma decepção. Isto não faz de The Catcher in the Rye exatamente uma leitura animadora, mas ainda assim existe algum resquício de inocência e ingenuidade infantil em Holden Caulfield, e também um humor (negro, é claro), que não deixam o livro afundar num poço de pessimismo e depressão.(…)

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05

Mar

03

Terça-feira de carnaval

Siri desfiado com farofa na casa de Frank e Ana Paula. Hmmm…

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04

Mar

03

Segunda-feira de carnaval

Ontem, pela primeira vez, saí sozinho com Miguel de carro. Fomos na locadora pegar um filme – People I know, com Al Pacino em plena forma. Ele foi no bebê-conforto no banco de trás e não deu trabalho nenhum. No caminho fui conversando com ele, contando da emoção de pai e filho andarem juntos e de como quero cultivar essa cumplicidade. Foram menos de 5 km em menos de meia hora. Mas quando eu lembrar do carnaval 2003, esse vai ser o momento mais precioso.

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01

Mar

03

Pra ler e esquecer

Esquecer significados não é caso para se pedir desculpas, um defeito desastroso no desempenho; é um valor afirmativo, uma forma de declarar a irresponsabilidade do texto, o pluralismo dos sistemas… é precisamente porque esqueço que eu leio.

Roland Barthes

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