04
Aug08
Blogueiro na China
O Blog do Castiel vai à China. Oba! Vêm aí muitas observações aguçadas sobre essa cultura milenar e o cotidiano desse povo fantástico. Diz o jornalista:
Meu lema será relatar tudo o que passar em frente aos meus olhos, tudo que eu puder escutar e o que minhas narinas captarem. Ao contrário dos chineses, sem exceção.
Aproveitar as brechas e buscar a ampliação do conhecimento é contribuição mais eficaz contra a falta de liberdade que o mero boicote às Olimpíadas.
31
Jul08
31
Jul08
The bridge

Esta ponte, na rodovia CE-105, tem história. Ela foi construída anos antes da estrada e ficou parada um tempão como elefante branco. Depois fizeram a estrada, mas tiveram que ajustar o trajeto porque não encaixava na ponte…
30
Jul08
A relatividade do caro e do barato
A soberba é uma merda. Há poucos dias me gabei aqui de ter comprado no caminhão, direto do fornecedor, uma manta por R$ 40 quando nas lojas de artesanato de Natal custava R$ 55. Pois cheguei em Fortaleza e encontrei por R$ 18!
30
Jul08
Ciclista na boca da noite 2
Russas, CE. Foto original colorida e desfocada. Sem o menor constrangimento usei o fotoxopi pra descartar a cor e dar ligeira granulação, o que cria um ar onírico e salva o clique. Hora mágica, em que os animais diurnos estão se recolhendo e os da noite ainda não saíram das tocas. Desde criança o fim de tarde me enche de melancolia. Até hoje tento capturar em imagens a síntese disso. Essa coisa do retorno pra casa, do filho que espera o pai e a mãe olhando o movimento da esquina. Da metáfora da morte, implícita no sol que se vai. Aí escurece e o sentimento se evapora diante da mesa de jantar ou de sinuca, o que seja. Até a imagem do próximo ocaso ser filtrada pelo olhar.
30
Jul08
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Jul08
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Jul08
29
Jul08
Ciclista na boca da noite

O local desta foto, no centro de Russas, tem história. Imagine-se caminhando até o fim da rua e dobrando a esquina à direita. Bem ali defronte à igreja, neste mesmo horário, na década de 30 – meu pai era menino quando ocorreu o fato – um juiz de direito natural de Alagoas estava sentado na cadeira de balanço em frente à sua casa, esta que aparece à direita da imagem. Dois homens saltaram o muro dos fundos e avançaram por dentro da casa até a porta. Um deles passou um pano pelo pescoço do juiz, puxando-o para trás, e outro o matou com um punhal. Pouco depois, suspeitou-se de um sujeito que apareceu com o pé ferido – havia farpas afiadas de metal no muro que os assassinos saltaram. Quando a polícia o procurou, ele já havia desaparecido da cidade. Dizem que passou anos no Norte do país, até que o homicídio prescreveu e ele voltou. O crime nunca foi solucionado.
29
Jul08













