27
Mar08
Como aprendi a escrever
O grande trio da literatura francesa, Stendhal, Balzac e Flaubert, exerceu sobre mim uma autêntica e profunda influência educativa como escritor, e recomendo insistentemente aos principiantes que leiam estes autores; são grandes artistas de gênio e os maiores mestres da forma.
Maximo Gorki, Como aprendi a escrever (Porto Alegre : Mercado Aberto, 1998)
p.s. Nota pra mim mesmo: ler Balzac. A Comédia Humana tá em algum lugar na estante.
p.s.2. Uma obra de Flaubert e uma de Stendhal estão na minha lista de 50 livros marcantes.








Comecei Madame Bovary umas cinco vezes… será que é porque era em inglês?
Boas dicas, Felipe. Não li nenhum desses. De Flaubert dissequei “Madame Bovary” durante o curso de francês. Maravilha! Ele às vezes passava um dia inteiro pra construir uma frase.
Dá-lhe, Dauro!
Realmente, Balzac ainda não consegui ler com prazer. Já fui até o fim do romance “A mulher de trinta anos” e da novela “O amor mascarado”, e nenhum dos dois me agradou muito. Mas acho que “As ilusões perdidas”, cuja nova tradução acaba de sair pela Estação Liberdade, deve ser o livro. Farei uma nanopinião assim que enfrentá-lo.
Quanto a Stendhal e Flaubert, são dois professores mesmo. “O vermelho e o negro”, “A cartuxa de Parma” (há uma cena, do herói vendo Napoleão passar de cavalo em meio à névoa da fumaça dos canhões na batalha de Waterloo, que é uma beleza!) e “A vida de Mozart” são demais, e “A educação sentimental” é o fino também. Indicadíssimos!
Abraço do colega leitor