Posts com a tag ‘listas’

15

Sep

10

15 álbuns em 15 minutos

Importando memes que rolaram no Facebook esses dias. Este é de discos:

As regras: Não demore muito para pensar sobre isso. Quinze álbuns que você ouviu que vão sempre estar com você. Liste os primeiros quinze que você lembra em não mais do que quinze minutos. Eles não tem que estar em ordem de importância. Marque quinze amigos, incluindo eu, porque eu estou interessado em ver quais álbuns meus amigos escolheram.

(Para fazer isso, vá na aba Notas na página do seu perfil, cole as regras em uma nova nota, escale suas quinze escolhas e marque pessoas na nota — no campo Marcações.)

Minha lista:

    • The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band
    • The Beatles – White Album
    • Zé Ramalho – A terceira lâmina
    • Led Zeppelin – Houses of the Holy
    • Bob Dylan – Time out of Mind
    • Bod Marley and The Wailers – Exodus
    • John Lennon + Yoko Ono – Double Fantasy
    • Roberto Carlos – Roberto Carlos (1972)
    • The Doors – Strange Days
    • Raul Seixas – Krig Ha, Bandolo!
    • Gilberto Gil – Refazenda
    • Chico Buarque – Construção
    • Paulinho da Viola – Nervos de Aço
    • Caetano Veloso – Bicho
    • Legião Urbana – Dois
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      12

      Sep

      10

      15 filmes em 15 minutos

      Recebi esse meme no Facebook (e antes dele um sobre discos) e passo adiante aqui também.

      As regras são:

      -Não demorar demais para pensar. No máximo 15 minutos, um por filme.

      -Listar 15 filmes que sempre te irão acompanhar no decorrer da vida.

      -Identifica 15 amigos (incluindo eu – para eu ver o que vocês escolheram). Para fazer isso é só clicar no botão “+Write a Note” aí acima, colar essa mensagem e escolher os filmes. [isso vale pro ambiene do Facebook]

      • Casablanca (Michael Curtiz, 1942)
      • I vitelloni / Os boas-vidas (Federico Fellini, 1953)
      • La dolce vita (Federico Fellini, 1960)
      • El ángel exterminador (Luis Buñuel, 1962)
      • Blade Runner (Ridley Scott, 1982)
      • 2001, a space odyssey (Stanley Kubrick, 1968)
      • 37º2 Le Matin / Betty Blue (Jean-Jacques Beineix, 1986)
      • The Godfather 1 (Francis Ford Coppola, 1972)
      • The Godfather 2 (Francis Ford Coppola, 1974)
      • Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979)
      • Der Himmel über Berlin / Asas do desejo (Wim Wenders, 1987)
      • Sonhos (Akira Kurosawa, 1990)
      • Cidade de Deus (Fernando Meirelles e Kátia Lund, 2002)
      • El hijo de la novia (Juan José Campanella, 2001)
      • Hable con ella (Pedro Almodóvar, 2002)

      Esta é mais fácil que a lista de discos. Mas a cada vez eu faria uma diferente, fica sempre a sensação de que tou esquecendo alguém. E precisaria de uma lista de cem itens pra colocar todos os filmes importantes pra mim. Fellini e Coppola aparecem mais de uma vez. Eles + Buñuel são meus diretores favoritos. Todos estes filmes, de uma maneira ou outra, me emocionaram. Vi todos mais de uma vez, com exceção de dois (Sonhos e O filho da noiva).

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      26

      Aug

      10

      Beatles’ Top 100

      A Rolling Stone fez uma lista com as cem melhores músicas dos Beatles. As dez primeiras são:

      1 – “A day in the life”
      2 – “I want to hold your hand”
      3 – “Strawberry fields forever”
      4 – “Yesterday”
      5 – “In my life”
      6 – “Something”
      7 – “Hey Jude”
      8 – “Let it be”
      9 – “Come together”
      10 – “While my guitar gently weeps”

      A Day in the life, do álbum Sgt. Pepper’s (na minha opinião, o melhor dos Beatles), é uma linda canção e merece o pódio. Outras também teriam méritos pra estar em primeiro, como Yesterday, uma das músicas mais tocadas de todos os tempos. Acho I wanna hold your hand fraquinha pra estar entre as Top 10. Da fase inicial deles, Twist and shout é bem melhor, por exemplo; também podiam entrar entre as dez as engraçadinhas When I’m sixty-four e Ob-la-di-ob-la-da, ou as melódicas Your mother should know, Black Bird, I’ll follow the sun. Mas é só um pitaco pra puxar assunto com outros fãs da maior banda de todos os tempos. O que são as listas senão grandes palpites pra motivar os outros a fazerem as suas?

      A revista perguntou e eu também pergunto: e você, qual a sua “number one”?

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      31

      Mar

      10

      Top 10 filmes de amor

      Encontrei no blog Filmes do Chico (via @ladyrasta) o post top 50 filmes de amor, que ele escreveu na véspera do Dia dos Namorados de 2009. Boas escolhas. Dos 50 que ele cita, vi 25. Não lembro bem de todos, mas alguns causaram forte impressão. Esse tipo de lista é uma escolha bem pessoal que motiva questionamentos e a novas listas – aí é que tá a graça da brincadeira, como bem o sabe Nick Hornby. Inspirado nesses top 50, fiz os meus “top 10″, com links pro Internet Movie Database, pra quem quiser conhecê-los melhor. Os filmes 3, 4 e 5 não estão na lista do Chico.

      10. Os amantes do círculo polar (Los amantes del circulo polar). Julio Medem, 1998

      9. Dr. Jivago (Dr. Zhivago). David Lean, 1965

      8. Antes do pôr-do-sol (Before sunset). Richard Linklater, 2003

      7. Antes do amanhecer (Before sunrise). Richard Linklater, 1995

      6. Fim de caso (The End of the Affair). Neil Jordan, 1999

      5. Susan e Jeremy (Jeremy). Arthur Barron, 1974

      4. Amor à flor da pele (Fa yeung nin wa). Kar Wai Wong, 2001

      3. Verão de 42 (Summer of ’42). Robert Mulligan, 1971

      2. Asas do Desejo (Der Himmel über Berlin). Wim Wenders, 1987

      1. Casablanca (Casablanca). Michael Curtiz, 1942

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      20

      Dec

      09

      DVeras Awards 2009: cinema

      Tudo que não conheço é novidade. Então, talvez minha lista de destaques cinematográficos de 2009 seja irrelevante pra quem se liga nos lançamentos. Dos três nominados, há só um novo. Assim como minha lista de livros, estes não são necessariamente os “melhores” que vi no ano, e sim os mais marcantes.

      3. A zori zdes tikhie [O amanhecer aqui é quieto] (Stanislav Rostotsky, 1972)
      Este filme soviético pouco conhecido retrata um grupo de mulheres-soldados durante a Segunda Guerra Mundial, na Finlândia. A narrativa alterna o preto-e-branco do presente com as cores fortes das lembranças delas. O passado ultracolorido do pré-guerra é representado como num palco de teatro, apenas com elementos básicos (semelhante a Dogville de Lars von Trier); cenas curtas, mas suficientes pra delinear as características das personagens, seus traumas, desejos e carências. Comandadas por um sargento, as protagonistas enfrentam um grupo de paraquedistas alemães, mais numerosos e bem armados, numa guerrilha de emboscadas na floresta.

      2. A Streetcar Named Desire [Um bonde chamado desejo] (Elia Kazan, 1951)
      Adaptação da peça de Tennessee Williams com impecável atuação de Marlon Brando, o filme mergulha fundo nas contradições, tabus, desejos reprimidos e conflitos familiares. Magistral, um must-see movie.

      E o DVeras Awards de Cinema 2009 vai para…

      1. Inglorious Basterds (Quentin Tarantino, 2009)
      O novo filme do diretor de Pulp Fiction é uma engenhosa trama ambientada na França durante a 2a. Guerra Mundial. Tem roteiro primoroso, com diálogos afiados, referências pop, trilha surpreendente e releitura de clássicos, como observou a Jade Martins nesta ótima resenha. Jade destaca – e concordo: “Os primeiros 20 minutos do filme já compõem o rol das melhores aberturas da história do cinema”. Outra cena que eu pretendo rever é a do porão, construída com uma coreografia impecável de violência “tarantinesca”, digna dos grandes mestres do suspense.

      Hors concours:

      Espírito de Porco (Chico Faganello e Dauro Veras, 2009)
      Minha primeira experiência de direção resultou neste documentário de 52 minutos sobre os impactos da suinocultura industrial em Santa Catarina, narrado por um porco. Levamos três anos pra concluir o filme, com orçamento apertado e dolorosas perdas familiares pelo caminho. Gostei do resultado, embora, a cada vez que assista, pense que podíamos ter feito diferente aqui ou ali (mas chega uma hora em que é preciso entregar o “filho” ao mundo). Espírito de Porco recebeu dois prêmios internacionais, um em Curitiba e outro em Portugal. Mais que um aprendizado técnico, foi uma rica experiência que envolveu vinte profissionais, dezenas de entrevistados e centenas de animais. Ver o porco pronto foi ótimo, mas melhor ainda foi o fazer. O DVD pode ser encomendado aqui.

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      07

      Dec

      09

      DVeras Awards 2009: livros

      É uma missão impossível apontar os três “melhores” livros que li em 2009. Qualquer que fosse a lista, ela seria injusta com alguns que ficam de fora. Este foi um ano em que li, por exemplo, três excelentes biografias – as de Paulo Coelho, Rubem Braga e (com atraso de uma década e meia, mas sempre em tempo) Nelson Rodrigues. Então tá, não tem essa de melhor. Vou apontar “três livros marcantes” e dizer por que vão para o pódio.

      3. Travessuras da menina má, de Mario Vargas Llosa.
      Linda e triste história de amor entre um homem romântico e uma mulher ambiciosa, situada ao longo de vários anos em diversas cidades do mundo. Vargas Llosa tem domínio pleno da arte da narrativa. O romance mergulha com intensidade e fluidez, mas sem pieguismo, nas contradições insanas do bem-querer. Delícia.

      2. Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson.
      O primeiro livro da trilogia de suspense escrita pelo jornalista sueco (que morreu pouco antes da publicação) é de arrebatar. Uma página puxa outra. Na curiosidade de saber mais sobre a punk-hacker Lisbeth Salander, a gente devora 600 e tantas páginas brincando. E em seguida pula pro segundo e pro terceiro volume. Vai que é coisa de primeira (aliás o Vargas Llosa escreveu artigo no El Pais dizendo isso).

      E na categoria Livros, o DVeras Awards 2009 vai para… 

      1.  O filho eterno, de Cristovão Tezza.
      Esse romance lindo (e multipremiado) de inspiração autobiográfica que li em janeiro evocou tantas referências da minha memória afetiva… Uma obra-prima, lapidada com arte e coragem. Recomendo.

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      17

      Nov

      09

      DVeras Awards 2009: serviços na nuvem

      E aqui começa a versão 2009 do DVeras Awards, a tradicional lista dos destaques do ano, eleita depois de extensos debates pela comissão julgadora que coordena as atividades editoriais deste blog: eu mesmo.

      Em 2009 conheci vários serviços que funcionam em nuvem. Gostei especialmente de três e continuo usando com regularidade.

      3) Zoho Creator. Fui apresentado a esta ferramenta de criação de bancos de dados por José Roberto de Toledo, instrutor de um curso a distância que participei - RAC – Reportagem Auxiliada por Computador, promovido pelo Knight Center for Journalism in the Americas. O Zoho Creator é um recurso interessante para arquivar contatos, consultá-los e filtrá-los conforme o interesse. Pena que a versão gratuita tem recursos um tanto limitados, mas mesmo assim é útil.

      2) Evernote. Este também nos foi apresentado pelo Toledo no curso de RAC. Eu já o conhecia há uns meses. Em resumo, é um bloco de notas turbinado. Você registra suas ideias e as coisas que vê, salva e depois pode acessá-las de qualquer computador ou celular conectado à internet onde tenha instalado o software. Tenho usado pra anotar ideias de pauta, poemas, telefones, listas… O site tem vídeos legais mostrando diversas maneiras como as pessoas empregam a ferramenta. Por exemplo, fotografar um post-it com o celular e guardá-lo no arquivo. O programa reconhece caracteres nas imagens! Outra coisa legal é que dá pra organizar as notas em tags e sincronizar com um clique as notas do micro/celular com a web.

      E o vencedor do DVeras Award 2009 na categoria Serviços na Nuvem é…

      1) Dropbox. Quem me apresentou foi o Galeno. Essa “bolsa mágica” é uma mão na roda pra fazer becape de maneira descomplicada e manter em sincronia seus arquivos em diversos computadores. Funciona na web e com um programinha instalado no micro, que cria uma pasta chamada MyDropbox. Qualquer arquivo que você copiar de seu HD e colar nessa pasta – ou em subpastas lá dentro – é automaticamente uploadeado pra sua conta na nuvem e pros outros micros. Outra funcionalidade bacana é que você pode tornar públicas as pastas de sua escolha – por exemplo, um álbum de fotos pra que toda a família veja. E pode liberar acesso a pessoas específicas, quando quiser transferir arquivos pesados. Bem prático e funcional. Ferramenta especialmente útil pra viajantes.

      p.s.: Se você gostou da dica #1 e pretende experimentar o Dropbox, deixe uma mensagem que lhe envio um convite. Assim, ganho um bônus de espaço de hospedagem na versão grátis. ;)

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      16

      Nov

      09

      Brunitezas: viagem a Curitiba e Morretes

      Bruno e as 3 coisas de que mais gostou na viagem a Curitiba/Morretes deste fim de semana:
      - A escada da cama…
      a cadeira do trem…
      e o café da manhã na padaria.
      ~
      Ah, a grande novidade é que ele já não precisa de fralda pra dormir.

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      16

      Aug

      09

      Túnel do tempo: dois anos usando o twitter

      Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

      Agora com Twitter

      Resisti um tempo, parte por birra, parte por preguiça. Mas finalmente hoje recebi um convite do Nando e resolvi testar o tal do Twitter, espécie de mini-blog e comunidade em que você conta aos amigos (ou ao mundo) em poucas palavras o que está fazendo ou pensando ou deixando de fazer. É a febre do momento entre os conectados. Dá pra atualizar de três maneiras – pelo saite do Twitter na web, por mensagem de texto no celular ou mensagem instantânea no Jabber ou GTalk. Também dá pra inserir um código pra mostrar as atualizações no blog, como fiz aí na coluna ao lado (Curtas). Minha primeira impressão é que o grande barato do Twitter é a mobilidade associada à facilidade de comunicação em comunidades. Me atrái isso do minimalismo das mensagens. Mas como eu uso pouco o celular e gosto de escrever posts telegráficos no blog, talvez seja pouco aproveitado e mesmo redundante. A ver.

      ~

      UPDATE 16.08.2009
      Quando comecei a usar, era “coisa de geek“. Agora o twitter já é capa de revista, tititi de tevê, moda entre os descolados, ferramenta jornalística e publicitária, passatempo no ônibus e nas filas, instrumento de trabalho colaborativo, palco pra performances poético-literárias e o que mais passar pela cabeça dos usuários. Conheci gente muito legal por meio das mensagens de 140 caracteres e passei a trocar mais ideias com vários amigos. Aparentemente o twitter tem grande potencial dispersivo, mas não acho que seja a ferramenta em si, e sim a necessidade humana de buscar experiências gregárias (e se expressar, obter reconhecimento etc.). Se vira compulsão, vai da pessoa se autoexaminar ou buscar ajuda pra ver o que tá ocorrendo. Nesses dois anos testei várias outras traquitanas na internet, mas a maioria passou batida e caiu no esquecimento. O twitter mostrou seu valor e tá aí, no cotidiano meu e de tanta gente. Pros novatos, minhas dicas básicas:

      1. Selecionar as pessoas que você deseja seguir. A qualidade da experiência depende em grande parte disso. Arrisque e petisque, mas não hesite em dar unfollow sem qualquer sentimento de culpa.
      2. Priorizar qualidade, não quantidade. É um complemento óbvio da dica anterior. Esqueça essa bobagem de popularidade.
      3. Ser você mesmo/a. Um dos piores tipos de chatos é o que quer parecer mais ixperrto do que é ou assume uma personalidade distinta da própria.
      4. Compreender o fluxo. Gosto da metáfora do rio. Os twits são as águas correndo. Impossível abraçar tudo. Deixe fluir, sem estresse pelo que “perdeu”. Se for importante mesmo, você vai terminar sabendo.
      5. “Escutar” mais, “falar” menos & melhor. Autoexplicativo.
      6. Experimentar. E ver se essas dicas são válidas mesmo. Não dá pra sair acreditando em qualquer um… :)
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      06

      Jul

      09

      Cinco coisas que não sou

      Convocado pelo Maurício, faço mais uma famigerada listinha. Cinco coisas que não sou e gostaria de ser:

      1. Contador de piadas. Tenho profunda admiração por quem consegue captar o interesse das pessoas com boas anedotas e domina o timing de dizer coisas espirituosas reagindo a situações do momento. É uma arte dificílima. Sou fã dos comediantes stand-up e dos repentistas. Tenho uns amigos muito bons nisso, mas que ganham a vida com outras coisas.
      2. Mais independente da agenda dos outros. A fartura material até pode contribuir pra essa conquista, mas não necessariamente. Tem mais a ver com o domínio do própro tempo, a valorização do que realmente importa, certa dose de saudável individualismo e o aprendizado da arte de dizer não com um sorriso. Tenho feito alguns progressos.
      3. Poliglota. Com diferentes graus de domínio (do bom ao macarrônico), me viro em três idiomas estrangeiros, mas adoraria transitar com fluência oral e escrita por seis ou sete, assim como Tarzan e os agentes secretos da ficção (e por falar em ficção, a palavra “fluente” é uma das maiores mentiras dos currículos, né não?).
      4. Bom nadador. Sei nadar desde os sete anos e gosto muito, mas definitivamente não tenho vocação pra longas travessias ou testes de resistência. Me faltam disciplina pra treinar e espírito competitivo pra disputar milímetros de piscina com os outros.
      5. Mais disciplinado. Com esse atributo seria bem mais fácil alcançar os pontos 1 a 4. Tenho interesses muito diversos e sou multitarefa. Isso às vezes me prejudica, por desviar o foco da concentração indispensável no aprendizado de algumas coisas. Porrroutro lado… Provavelmente eu seria infeliz se fosse extremamente disciplinado. Não seria eu mesmo.

      Não passo adiante a tarefa pra ninguém em especial, mas fique à vontade pra continuar a brincadeira. É um exercício legal de autoconhecimento.

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