16
Aug08
De feijões, risadas, chatos, humor e cinema
Brasília tava seca de rachar os beiço.
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Sábado de plantar feijões no quintal.
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Lembrancinhas de viagem pros meninos: um saco de risadas e um ovo de dinossauro. O bichim nasce depois de 48 horas dentro d’água.
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Por que será que criança gosta tanto de dinossauro?
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Tenho horror a quem cobra dos outros ser “mais crítico”. Ô gente sem autocrítica.
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Do Marcelo Tas na revista de bordo da Gol: “O Brasil só vai mudar no dia em que o João Moreira Salles fizer um documentário sobre os bancos”.
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Vi ontem Meu nome não é Johnnie, sobre João Estrella, carioca de classe média que vira viciado e traficante de cocaína. Muito bom! Selton Mello e Cleo Pires na melhor forma.
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Cena hilária a da cadeia, em que ele serve de intérprete pro preso do Comando Vermelho (o talentoso Luis Miranda, do Terça Insana) esculachar os africanos.
10
Jul08
Aforismo do dia: jornalismo e literatura
Qual a diferença entre jornalismo e literatura? O jornalismo é ilegível, a literatura não é lida.
Oscar Wilde, sempre atual.
08
Jul08
Mais frases da vez: brincadeira
“Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo”.
Carlos Drummond de Andrade“O prazer estético se baseia no livre jogo das nossas funções mentais, em face do objeto belo e na harmonia lúdica das nossas capacidades de imaginação e entendimento”.
Kant
(citados neste artigo de Ilona Hertel)
08
Jul08
Frase da vez: caminhar e viver
De uma palestra do médico Dráuzio Varella em Joinville, no blog da Aline:
“Se o seu estilo de vida não permite tirar 30 min pra andar, você está vivendo errado”.
06
Jun08
Dica preciosa de como emprestar sem sofrer
Frase sábia neste ótimo texto em Livros e Afins:
“Só empreste aquilo que puder presentear”.
03
Jun08
Nelson Rodrigues sobre Guimarães Rosa
“Obsedado como um Flaubert, estava mais interessado na cadência de uma nova frase do que em todo o Vietnã”.
(Nelson Rodrigues em O óbvio ululante)
23
May08
Anotações de leitura: a releitura
A arte da leitura é a da releitura. Há uns poucos livros totais, uns três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem.
…
Certa vez, um erudito resolveu fazer ironia comigo. Perguntou-me: “O que é que você leu?”. Respondi: “Dostoievski”. Ele queria me atirar na cara os seus quarenta mil volumes. Insistiu: “Que mais?”. E eu: “Dostoievski”. Teimou: “Só?”. Repeti: “Dostoievski”. O sujeito, aturdido pelos seus quarenta mil volumes, não entendeu nada. Mas eis o que eu queria dizer: pode-se viver para um único livro de Dostoievski. Ou uma única peça de Shakespeare. Ou um único poema não sei de quem. O mesmo livro é um na véspera e outro no dia seguinte. Pode haver um tédio na primeira leitura. Nada, porém, mais denso, mais fascinante, mais novo, mais abismal do que a releitura.Nelson Rodrigues – O óbvio ululante
25
Apr08
Uma tentativa de entender as motivações da turba
(…) Regra sem exceções conhecidas: a vontade exasperada de afirmar sua diferença é própria de quem se sente ameaçado pela similaridade do outro. (…)
Contardo Calligaris em A turba do “pega e lincha”, ontem na Folha de S. Paulo (acesso restrito a assinantes).
[via Enquanto seu blog não vem]
23
Apr08
Sete frases de Borges
No Dia de São Jorge, uma seleção com sete frases do genial Jorge Luis Borges que pesquei aqui:
Si de algo soy rico es de perplejidades y no de certezas.
El tiempo es el mejor antologista, o el único, tal vez.
La muerte es una vida vivida. La vida es una muerte que viene.
Que cada hombre construya su propia catedral. ¿Para qué vivir de obras de arte ajenas y antiguas?
Sólo aquello que se ha ido es lo que nos pertenece.
La literatura no es otra cosa que un sueño dirigido.
He sospechado alguna vez que la única cosa sin misterio es la felicidad, porque se justifica por sí sola.
11
Apr08
Frase do dia: Brasil em debate
“O Brasil é um país geométrico com problemas angulares discutidos numa mesa redonda por bestas quadradas”
José Simão
[via Laura]







