Posts com a tag ‘dicas’

06

Jun

08

Pequenas novidades: blog list

O Blogger lançou oficialmente, o Alexandres Gonçalves instigou e nesta madrugada mesmo incorporei o novo recurso aqui: a blog list. A ferramenta mostra na barra lateral os links dos blogs favoritos, de forma dinâmica. Escolhi a opção de mostrar na home os dez atualizados mais recentemente, com resuminhos dos textos de cada um. Também dá pra mostrar por ordem alfabética, sem os resumos e outras combinações – 25 na capa, todos etc. Os usuários do Google Reader podem importar os feeds assinados lá.

Recurso maneiro, valoriza a assiduidade na atualização e dá uma palhinha sobre o conteúdo da vizinhança na blogolândia. É um “ponto de fuga”, podem pensar os preocupados com a “monetização” de seus blogs. Como quero mais é vitaminar o rizoma, acho ótimo criar novos caminhos. Aproveitei pra fazer uma faxinazinha na lista: tirei os que nunca mais li, os que não atualizam há mais de um ano e os que incluí em momentos de insanidade temporária. Blogamigos não presentes na nova lista, perdoem as eventuais omissões, que pretendo suprir aos poucos.

p.s.1: Os blogs hospedados no UOL e no Blogger.com.br, da Globo (já usei este último, veja o fóssil aqui), não têm RSS e, assim, não terão atualizações mostradas na blog list. Aos que ainda usam esses sistemas caducos, recomendo que zarpem pra outras praias.

p.s.2: Cesar Valente também adotou hoje a novidade em seu De olho na capital. Que, aliás, deu há poucos dias um impressionante furo jornalístico sobre a relação promíscua entre o governo e a ala picareta da imprensa em Santa Catarina. Historinha sórdida, já rendeu até prisão por chantagem.

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06

Jun

08

Dica preciosa de como emprestar sem sofrer

Frase sábia neste ótimo texto em Livros e Afins:

“Só empreste aquilo que puder presentear”.

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04

Jun

08

Ashes and Snow


Gente em harmonia com animais totêmicos que são verdadeiros monumentos vivos. Uma combinação de fotos, vídeos, instalação artística, música hipnótica e livro de cartas que é tudo isso e muito mais. Essa belíssima experiência sinestésica de autoria do fotógrafo canadense Gregory Colbert percorre o mundo desde 2002 num museu itinerante e já foi vista por um milhão e meio de pessoas. O design do ambiente de imersão virtual é um deslumbre. Narração em inglês, espanhol e chinês.

[dica da Laura]

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02

Jun

08

Software da vez: Call Graph

Por sugestão do Nando, instalei um software gratuito pra gravar entrevistas pelo Skype. O Call Graph foi desenvolvido por uma empresa start-up de Bangalore, Índia. Fácil de usar, não tem limitação no tempo de gravação e funciona integrado ao Skype de maneira bastante discreta. No primeiro uso percebi um pouco de eco na voz do interlocutor. Enviei mensagem pro suporte (eles também estão presentes no twitter) e em poucas horas recebi uma resposta atenciosa, sugerindo que eu faça alguns testes e envie a eles um arquivo pra que possam avaliar melhor o caso. Imagino que uma tunada na configuração deve resolver. Achei legal a demo dos caras: um vídeo com screenshot animado das telas, narrado com o característico sotaque indiano.

p.s.: o Digital Inspiration sugere mais de uma dezena de opções pra gravar conversas no Skype, em Windows e Mac. Algumas são pagas e têm mais recursos. As gratuitas em geral têm limitações. Se você tiver alguma outra sugestão de software que faça esse serviço com boa relação custo-benefício, deixe aqui sua dica.
p.s.2: nunca é demais lembrar um procedimento ético básico das conversações telefônicas: antes de ligar o gravador, avise ao interlocutor que a conversa entre vocês vai ser registrada.

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02

Jun

08

Pronounce

Extensão muito maneira pro Firefox: Pronounce. Ela cria um botão na barra de ferramentas que, ao ser clicado depois de você selecionar uma palavra em inglês, fala a palavra direto do banco de dados do dicionário Merriam-Webster.

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28

May

08

Musicovery

Dica do Frank: Musicovery é uma webrádio em que você indica o seu estado de espírito e ela sugere as músicas. O menu é intuitivo e bem bonito.

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15

May

08

Sete extensões que uso no Firefox

  1. Better GMail. O nome já diz. Cria recursos a mais no webmail do Google, como ícones de arquivos anexados, skins etc.
  2. coComment. Mapeia os comentários que faço na blogolândia e permite acompanhar as conversas que se seguem.
  3. Download Status Bar. Transforma a barra inferior do navegador numa barra de arquivos baixados ou baixando. Simples e prático.
  4. Greasemonkey. Permite rodar scripts de usuário e assim adicionar novas funcionalidades aos saites por onde a pessoa navega. Pré-requisito pro Better GMail rodar, por exemplo.
  5. Hyperwords. Ao selecionar uma palavra e clicar com o botão direito do mouse, abre-se uma abinha com um monte de opções: traduzir, blogar, buscar, buscar referências…
  6. IE Tab. A página navegada com o FF passa a ser visível como se estivesse no Internet Explorer. Útil pra designers e programadores (não é meu caso). E quando um vídeo trava no FF.
  7. TwitterFox. Dá pra tuitar e acompanhar tuitadas no próprio navegador, numa janelinha que abre no canto inferior direito.

Há várias outras legais, mas tenho preguiça de experimentar. E você? Que extensões usa no Firefox?

p.s.: Depois de ler várias dicas de contatos no Tuíter, baixei a extensão Scrapbook pra testar. É uma ferramenta pra salvar e editar páginas da web ou trechos delas pra uso posterior.

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10

May

08

Blogs no Patrola

O amigo Rogério Mosimann é um dos entrevistados do programa Patrola, da RBS, sobre blogs. Outro é Rodrigo Lóssio, comparsa do coletivo +D1. A reportagem foi feita durante palestra de Lóssio aos estudantes de jornalismo da Estácio, onde Mosimann dá aula. Está bem simples e informativa. Eles e a redatora publicitária Milena Gouvêa, que bloga pra revista Capricho, dão dicas importantes a quem pensa em criar seu blog:

  • procurar escrever bem, com clareza
  • estimular a participação dos leitores
  • interagir com outros blogs
  • atuar em rede, vinculando o blog ao orkut ou equivalente, álbum de fotos etc.
  • Compartilhar. Rogério cita a licença Creative Commons, que libera licenças flexíveis de reprodução para obras intelectuais.

Este blog aparece rapidamente numa das imagens de telas de computador. Também vi de relance o Dharmalog do meu bloguru Nando Pereira. Confira o vídeo (não consegui ver no Firefox, só no IE). A reportagem aparece depois de quatro minutos de programa:

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02

May

08

Guia para usar o Google Earth em aulas de ciências

Os professores Steve Kluge, Drew Patrick e Eric Fermann, de New York, criaram um manual [in English; também disponível pra impressão em pdf] para planejar e criar aulas de ciências com o Google Earth. Sou um entusiasta do uso educacional – e lúdico, claro – desse programa. Eles apontam pelo menos três maneiras – e citam vários exemplos – de como o GE pode ser empregado para tornar as aulas mais interessantes:

  1. Como ferramenta de demonstração. Pode-se organizar tours em que os estudantes “voam” de um ponto a outro do planeta, com uma pequena pausa em cada parada. Várias camadas fornecidas pelo programa (terremotos, vulcões etc.) podem ser ativadas para ilustrar pontos chave com uma narração oral em cada parada.
  2. Como suplemento para atividades de laboratório previamente estabelecidas. Por exemplo, os alunos podem construir manualmente o perfil de um rio para entender como ele é afetado por cachoeiras e represas. Um “passeio” da nascente à foz vai ajudá-los a reconhecer o que fizeram com papel e caneta.
  3. Como atividade orientada pela tecnologia. A construção cuidadosa de roteiros com perguntas inseridas diretamente nos locais do mapa possibilitam aos alunos fazer uma viagem de campo virtual, contextualizada com materiais adicionais como descrições, fotos, hiperlinks etc.

[via Google Earth Newsletter]

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22

Apr

08

Internet, games e crianças

Rogério Christofoletti (Monitorando) indica um artigo recente que lhe parece bastante relevante. Ainda não teve tempo de ler – nem eu, mas já tá salvo no HD. Meu interesse não é acadêmico, é prático mesmo.

The impact of the media on children and young people with a particular focus on computer games and the internet. Estudo liderado pelo renomado David Buckingham, do Instituto de Educação da University of London. Foi concluído em dezembro do ano passado e só agora está liberado na web. Em inglês, formato PDF e com 77 páginas.

O tema é complexo e costuma ser abordado de maneira superficial, às vezes alarmista. Muitos pais não sabem muito bem como lidar com as demandas dos filhos e, com base no senso comum, tendem a adotar atitudes radicais, ou de excessivo rigor ou de total ausência de limites. Selecionei e comentei rapidamente três pontos interessantes do resumo (destaques meus).

4. Recent developments in media technology, and in the nature of family life, have made it harder to prevent children being exposed to potential risks from media. However, some researchers argue that exposure to risk is a necessary part of healthy development; and that it will be impossible for children to learn about risks unless they experience them. Even so, it is important that risks are encountered in an informed way; and there is a crucial role for parents and schools here in helping children to deal with risk – both ‘spectacular’ but infrequent risks and more ‘mundane’ and pervasive ones.

O papel de mediação dos pais e da escola é fundamental.

5. The negative effects of media may be impossible to separate from their positive effects. Potential positive effects relate to learning and education, as well as processes such as social interaction, identity formation and cultural experience. Apparently ‘inappropriate’ content may also provide valuable opportunities for learning. In seeking to prevent negative effects, it is important to ensure that we do not also undermine or preclude the potential for positive effects.

O “caminho do meio” é valioso. Não dá pra isolar as crianças em redomas. Protegê-las, sim, mas com bom senso.

14. However, media literacy should not be seen merely as an alternative to media regulation, but as part of a broader strategy involving government, parents, teachers and the media themselves. Ofcom’s definition of media literacy as ‘the ability to access, understand and create communications’ suggests that it is more than simply a matter of technical ‘know-how’, but that it also involves the critical analysis and the creative production of media. As such, it should be regarded as a crucial means of enabling children to make the most of the positive opportunities that the media can provide.

Ao apropriar-se da mídia – não só consumir, também reelaborar e produzir -, a criança desenvolve o espírito crítico. É uma vacina com grande poder protetor em diversos campos da vida.

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