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	<title>Comentários sobre: A degradação da cidade dos remendos</title>
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	<description>um dia de cada vez</description>
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		<title>Por: Dauro</title>
		<link>http://www.dauroveras.com.br/sociedade/a-degradacao-da-cidade-dos-remendos/comment-page-1#comment-1484</link>
		<dc:creator>Dauro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 01:07:19 +0000</pubDate>
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		<description>Seus comentÃ¡rios sÃ£o muito benvindos, FabrÃ­cio. A porta tÃ¡ aberta. O mesmo pro seu irmÃ£o, que nÃ£o creditei porque nÃ£o sei o nome. abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seus comentÃ¡rios sÃ£o muito benvindos, FabrÃ­cio. A porta tÃ¡ aberta. O mesmo pro seu irmÃ£o, que nÃ£o creditei porque nÃ£o sei o nome. abs</p>
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		<title>Por: Fabricio</title>
		<link>http://www.dauroveras.com.br/sociedade/a-degradacao-da-cidade-dos-remendos/comment-page-1#comment-1483</link>
		<dc:creator>Fabricio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>Por fim, antes de pedir desculpas por monopolizar o espaco aqui do teu blog [risos], queria acrescentar um trecho de um comentario que meu irmao me enviou, em resposta ao meu e-mail. Eh um bom complemento, aborda outro lado da noticia original, da execucao do rapaz la na avenida central do Kobrasol. Segue. E a vida continua!
(...) O que eu sei Ã© que apÃ³s viver por um tempo num lugar onde o HUMANO Ã© a medida das coisas, fica difÃ­cil voltar para um lugar (qualquer que seja, FlorianÃ³polis, Rio de Janeiro, Cidade do MÃ©xico, Pequim, etc.) em que o HUMANO Ã© a moeda de troca para outras coisas: corruptelas, estelionatos, sequestros, mais-valia abusiva, etc. E o pior de tudo Ã© ver que a morte estÃ¡ banalizada nÃ£o sÃ³ pelos assassinos, mas pela imprensa, pelos leitores, pela polÃ­cia que, por exemplo, quando descobre que a vÃ­tima supostamente tinha envolvimento com o trÃ¡fico, acha que estÃ¡ tudo bem, que nÃ£o merece a devida investigaÃ§Ã£o, que foi uma limpeza. Isso Ã© eugenia em pleno sÃ©culo XXI. A VÃTIMA FOI MORTA COM UM ANIMAL, EM PLENO CENTRO DE UMA CIDADE, COM DIVERSAS PESSOAS ASSISTINDO O SACRIFÃCIO E, NO OUTRO DIA, ACHANDO NORMAL TOCAR SUAS VIDAS COMO OUTRORA. Perdemos a dimensÃ£o do HUMANO. Isso eu nÃ£o tenho dÃºvida. Agora o que eu nÃ£o quero Ã© assumir que somos todos BESTAS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por fim, antes de pedir desculpas por monopolizar o espaco aqui do teu blog [risos], queria acrescentar um trecho de um comentario que meu irmao me enviou, em resposta ao meu e-mail. Eh um bom complemento, aborda outro lado da noticia original, da execucao do rapaz la na avenida central do Kobrasol. Segue. E a vida continua!<br />
(&#8230;) O que eu sei Ã© que apÃ³s viver por um tempo num lugar onde o HUMANO Ã© a medida das coisas, fica difÃ­cil voltar para um lugar (qualquer que seja, FlorianÃ³polis, Rio de Janeiro, Cidade do MÃ©xico, Pequim, etc.) em que o HUMANO Ã© a moeda de troca para outras coisas: corruptelas, estelionatos, sequestros, mais-valia abusiva, etc. E o pior de tudo Ã© ver que a morte estÃ¡ banalizada nÃ£o sÃ³ pelos assassinos, mas pela imprensa, pelos leitores, pela polÃ­cia que, por exemplo, quando descobre que a vÃ­tima supostamente tinha envolvimento com o trÃ¡fico, acha que estÃ¡ tudo bem, que nÃ£o merece a devida investigaÃ§Ã£o, que foi uma limpeza. Isso Ã© eugenia em pleno sÃ©culo XXI. A VÃTIMA FOI MORTA COM UM ANIMAL, EM PLENO CENTRO DE UMA CIDADE, COM DIVERSAS PESSOAS ASSISTINDO O SACRIFÃCIO E, NO OUTRO DIA, ACHANDO NORMAL TOCAR SUAS VIDAS COMO OUTRORA. Perdemos a dimensÃ£o do HUMANO. Isso eu nÃ£o tenho dÃºvida. Agora o que eu nÃ£o quero Ã© assumir que somos todos BESTAS.</p>
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		<title>Por: Fabricio</title>
		<link>http://www.dauroveras.com.br/sociedade/a-degradacao-da-cidade-dos-remendos/comment-page-1#comment-1482</link>
		<dc:creator>Fabricio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:26:14 +0000</pubDate>
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		<description>(comentario propositalmente sem acentos) Dauro, valeu pelo espaco, foi um debabafo que pode parecer um desses emitidos pela classe media que vive sossegada e alheia num mundo paralelo de conforto e civilidade, mas fica horrorizada e esperneia quando ve acontecer algo na porta de sua casa (e isso eh cada vez mais frequente). Nao eh o caso, pode acreditar. Essa degradacao a gente acompanha faz tempo, a cada eleicao gritamos e apontamos, mas sempre somos miseravelmente sufocados pelo sucesso que os caras tem na arte de iludir o povo, em cultivar seu eleitoradozinho que nao ve muito alem de uma obrazinha na sua rua as vesperas das eleicoes aqui, um viaduto ali, uma ligacao de luz ilegal sendo legalizada acola. Sem contar as outras incontaveis politicagens nojentas que garantem no poder sempre essa gente que nao pensa nas nossas cidades a medio/longo prazo, que acha que cultura deve ser subordinado a turismo e esporte, que nao se importa que uma cidade tenha uma unica biblioteca (tem ainda?) mas acha importante que ela tenha um festival de fogos de meia hora para os turistas verem no fim do ano. E fora ressaltar essas coisas todas, muito pouco de efetivo podemos fazer, pois os tenataculos dos caras sao longos, as manobras sao sagazes...
Escrito nessas condicoes de pressao (raiva) e temperatura (frustracao), acho que ali pelo meio perdi um pouco o foco da coisa, falei dos remendos e dei uns exemplos quaisquer, coisas que nos lemos diariamente no Cesar Valente, no Damiao, esse pessoal que faz esse trabalho fabuloso de denuncia da inepcia de nossos governantes. Dai nao sei se me fiz entender, mas a questao eh que uma coisa leva a outra, a falta de empenho nas questoes humanas, nas questoes estruturais da cidade, leva a degradacao, que leva a perda do espaco urbano, que leva a violencia, aos acertos de contas entre os marginais (nao no sentido preconceituoso do termo, mas no sentido de quem esta a margem da sociedade mesmo) em plenas avenidas principais de nossa cidade, e por ai vai.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(comentario propositalmente sem acentos) Dauro, valeu pelo espaco, foi um debabafo que pode parecer um desses emitidos pela classe media que vive sossegada e alheia num mundo paralelo de conforto e civilidade, mas fica horrorizada e esperneia quando ve acontecer algo na porta de sua casa (e isso eh cada vez mais frequente). Nao eh o caso, pode acreditar. Essa degradacao a gente acompanha faz tempo, a cada eleicao gritamos e apontamos, mas sempre somos miseravelmente sufocados pelo sucesso que os caras tem na arte de iludir o povo, em cultivar seu eleitoradozinho que nao ve muito alem de uma obrazinha na sua rua as vesperas das eleicoes aqui, um viaduto ali, uma ligacao de luz ilegal sendo legalizada acola. Sem contar as outras incontaveis politicagens nojentas que garantem no poder sempre essa gente que nao pensa nas nossas cidades a medio/longo prazo, que acha que cultura deve ser subordinado a turismo e esporte, que nao se importa que uma cidade tenha uma unica biblioteca (tem ainda?) mas acha importante que ela tenha um festival de fogos de meia hora para os turistas verem no fim do ano. E fora ressaltar essas coisas todas, muito pouco de efetivo podemos fazer, pois os tenataculos dos caras sao longos, as manobras sao sagazes&#8230;<br />
Escrito nessas condicoes de pressao (raiva) e temperatura (frustracao), acho que ali pelo meio perdi um pouco o foco da coisa, falei dos remendos e dei uns exemplos quaisquer, coisas que nos lemos diariamente no Cesar Valente, no Damiao, esse pessoal que faz esse trabalho fabuloso de denuncia da inepcia de nossos governantes. Dai nao sei se me fiz entender, mas a questao eh que uma coisa leva a outra, a falta de empenho nas questoes humanas, nas questoes estruturais da cidade, leva a degradacao, que leva a perda do espaco urbano, que leva a violencia, aos acertos de contas entre os marginais (nao no sentido preconceituoso do termo, mas no sentido de quem esta a margem da sociedade mesmo) em plenas avenidas principais de nossa cidade, e por ai vai.</p>
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