Posts de 2009

27

Apr

09

Gripe suína

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27

Apr

09

27 de abril, efemérides

Hoje é aniversário do amigão Raul Ribeiro, que rima com Rio de Janeiro. E ontem foi o do mano Leonardo Camillo, a voz do mestre Shifu em Kung-Fu Panda, entre outras. Parabéns pros dois!

Outra anotação pra data de hoje: coloquei aparelho nos dentes. Espero retirar bem antes dos três anos de prazo máximo previsto. Tou me sentindo um cavalo velho de cabresto.

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26

Apr

09

Sara Tavares

Suingue português com tempero caboverdiano: Sara Tavares, no álbum Balancé.
[dica de @saritabastos]

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26

Apr

09

Nova biblioteca em Floripa

Boa notícia pra Floripa: o Sesc da Prainha abriu uma biblioteca com computadores novos conectados à internet banda larga, jornais e revistas, seção infantil e, o mais importante, acervo de qualidade. Ela é relativamente pequena, mas moderna e climatizada. Numa passada rápida pelas estantes, vi que poderia passar um bom par de anos mergulhado ali dentro antes de terminar a leitura das obras que me interessaram. Já estou de olho nuns livros de Nelson Rodrigues, Isabel Allende, José Saramago e Stephen King. No item conforto, seria muito legal se houvesse uns pufes e almofadões pelos cantos, mas já tá de bom tamanho pra começar.

A Bilica – Biblioteca Livre do Campeche – e a Barca dos Livros, na Lagoa da Conceição, são outros dois belos espaços públicos que lutam pra sobreviver na base do voluntariado e mecenato, em meio à indigência cultural a que os catarinenses são submetidos pelo poder público. Se você tiver livros parados em casa e quiser fazer a boa ação do dia, dê uma passadinha nesses lugares, aproveite o ambiente e faça sua doação. A Bilica fica na avenida Campeche, ao lado da videolocadora Bela Arte, esquina em frente ao Ateliê da Arteira, um pouco depois do mercado Dezimas no sentido Campeche-Lagoa, à mão esquerda. A Barca dos Livros está no centrinho da Lagoa, perto do ancoradouro de barcos. Em breve o café do térreo vai reabrir com delícias da culinária mineira.

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26

Apr

09

Brinquedos feitos a mão

Passamos algumas horas gostosas hoje no Sesc da Prainha [Floripa] num evento voltado pra crianças e pais. Exposições e oficinas mostraram como as crianças de vários lugares do Brasil se divertem fabricando seus próprios briquedos: dos clássicos pião, perna-de-pau, peteca, arco-e-flecha e origami a outros que eu não conhecia ainda, como espingardinha de bambu. Não é preciso de muita coisa pra fazer um brinquedo. Caixinhas de fósforos e tampas de garrafa já são o suficiente pra montar carrinhos. Galhos com forquilhas já rendem uma brincadeira divertida, parecida com cabo-de-guerra, em que duas crianças disputam o território puxando cada qual o seu galho enganchado no galho do outro. Vimos também um divertido show de cinco contadores de histórias em pernas-de-pau. Saímos com dois paraquedas montados na hora com pedaços de plástico, barbante, fita adesiva e pedrinhas.

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25

Apr

09

Sem palavras

Minha amiga Kátia Klock estreia este mês seu videodocumentário Sem palavras, sobre as dificuldades que os descendentes de alemães em Santa Catarina enfrentaram durante a Segunda Guerra Mundial. O projeto do vídeo foi premiado pelo edital Cinemateca Catarinense, da Fundação Catarinensde de Cultura. Ainda não tive a oportunidade de conferir, mas pelo que conheço do trabalho e do talento dela, vem coisa muito boa por aí.

O documentário vai ser exibido nos dias 27 e 28 às 19h30 em Pomerode (Clube Pomerode); dia 29 às 19h30 Joinville (Cidadela Cultural Antarctica); dia 30 às 19h30 e 20h30 em Blumenau (Auditório Edith Gaertner, FCB) nos dias 7 (20h) e 8 de maio (13h) em Florianópolis, respectivamente no Centro Integrado de Cultura e no III Simpósio de Imigração e Cultura Alemãs da Grande Florianópolis (Auditório do Tribunal de Contas do Estado).
~
@VanSchultz me disse que o bisavô dela precisou enterrar um baú com livros escritos em alemão, pra não ter que queimá-los. Ela já viu o filme e gostou.

Clique na imagem pra vê-la ampliada.

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24

Apr

09

O portão da praia

O portão da praia é o romance in-progress da Regininha Carvalho, que ela resolveu compartilhar com os leitores à medida que escreve. Dois capítulos já estão no novo blog, aberto a comentários moderados. Bela ideia, Regininha! A primeira frase:

A casa é a velha casa de sua família, e tem acompanhado gerações e mais gerações dos Vieira desde que chegaram dos Açores.

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24

Apr

09

Liga, roda, clica

Da Laura, no blog Leiturama:

Fazia um tempinho que eu não lia nada muito acadêmico e em fevereiro peguei para ler o livro Liga, roda, clica, organizado pelas amigas Gilka Girardello e Monica Fantim.

São 12 artigos que tratam das relações entre a criança e as novas tecnologias. O que me chamou atenção foi:

- Estação Memória: projeto interessante em SP, em que em entrevistas idosos contam a história do bairro e de sua infância, compartilhando com as novas gerações.

- Como todos nós, os educadores estão um pouco perplexos e não sabem direito o que fazer e como entender sobre a relação das crianças com o computador.

- Fiquei um pouco perturbada com a declaração da Bebel de que a escola, que antes era o espaço do saber, luta para manter um espaço de relevância.

- Gilka nos lembra: jogos violentos e muito realistas não ajudam a estimular a imaginação.

- Em um artigo sobre como as crianças retratam o corpo, Ingrid conta de uma menina que tinha fixação em se manter magra. Detalhe: a menina não era gorda e tinha apenas 5 anos.

O livro não se propõe a oferecer respostas prontas. Não é nada do tipo o que fazer, como fazer. Mas vez ou outra dá para pescar recados interessantes, do tipo: mediar a relação das crianças com a tecnologia é uma tarefa de todos – da escola, da família, de todos nós. Para isso, é preciso que a gente mesmo comece a usar e descobrir coisas legais. Outro recado: vale muito a pena procurar experiências off-line, que ampliem cada vez mais a diversidade cultural das crianças.

Para finalizar, aí vai um vídeo bem bacana do TED “Escolas matam a criatividade?”:



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23

Apr

09

Lagoa do Peri

Lagoa do Peri
Bruno na Lagoa do Peri. Floripa, outono/09. Foto com celular.

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22

Apr

09

Lagoinha do Leste no feriado


Depois de quatro meses de ensaios e cancelamentos, ontem (re)fiz a trilha da Lagoinha do Leste pelo costão, junto com a seleta companhia dos blogueiros Maurício “Vida de Frila” Oliveira, Laurinho “Meleca Verde” e Carlito “O Blog C” Costa. Ligeiros no teclado, Carlito e Laurinho já blogaram seus relatos – tem até mapa do trajeto. Andamos mais ou menos dez quilômetros entre a praia do Matadeiro, a Lagoinha e a praia do Pântano do Sul, incluindo um trecho pela estrada até passar um ônibus que nos levou ao carro do Carlito na Armação.

A trilha começou em torno das 9h30 com uma cerveja estupidamente gelada num barzinho na praia do Matadeiro, enquanto esperávamos o retardatário do Blog C (e outra gelada quando ele chegou). Pelo caminho, mato fechado, depois costão rochoso e descampado, plantas espinhentas, fontes dágua e o visual estupefaciante do mar. Pudemos ver que a parte leste da Ilha do Campeche tava coalhada de barquinhos de pesca, uns 29 ou 30 – há controvérsias pois não houve avaliação oficial da PM. À medida que avançávamos, o papo animado, cheio de tiradas maldosas (“uma vez vi o Fernando Marcondes de Mattos rondando por aqui, fiquei apavorado”; “o Frank não quis vir, vamos chamar ele pra jogar dominó”), trocadilhos infames (“pra fazer essa trilha tem que ser cabrito, o Carlito tá quase lá”) e imitações grotescas de aves da floresta foi cedendo espaço pro silêncio contemplativo e ofegante. Laurinho, que agora é escoteiro, liderou a fila boa parte do tempo.

O tempo nublado, com temperatura amena e sem vento, nos favoreceu bastante, exceto na hora das fotos, que perderam muito do colorido, e do mergulho na lagoinha – Carlito e eu ficamos de espectadores e tirei uma boa soneca enquanto Maurício e Laurinho agitavam na água fria. A Lagoinha do Leste continua confirmando a fama. Recentemente foi incluída com justiça pelo Guardian na lista das 10 praias mais bonitas do Brasil. Pena que esse lindo presente da natureza seja tão maltratado por alguns visitantes estúpidos, que deixam garrafas e sacos plásticos, embalagens de biscoito e outras sujeiras. Encerramos a aventura com uma deliciosa tainha assada no restaurante Mandala, no Pântano. Cansaço gostoso e uma noite de sono das mais tranquilas dos últimos tempos. Hora dessas tem mais.

Alguns cliques

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